Oração

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Como devo falar com Deus?

Engraçado como ás vezes a gente tenta usar palavras difíceis pra falar com Deus. Você já se pegou algum dia tentando usar palavras bonitas pro Senhor durante a sua oração? Existem muitas pessoas que tem até medo de falar com Deus, porque dizem que não sabem usar as palavras certas, ou falam muito errado, ou muitas gírias.

Ok. Imagine agora o Senhor escutando a seguinte oração:
“Caro, digníssimo e ilustríssimo Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus Eterno Todo Poderoso. Venho através desta, suplicar que vossa excelência possa atentar de um raro momento de seu tempo para que prestes atenção à minha súplica. Gentilmente, peço que Vossa Senhoria faça-se presente no seio de minha família, pois a mesma se encontra com sérias adversidades e precisando de sua infinita compaixão.” Bonito né?
E agora:
“Eae Jesus, firmeza? Sei que eu não sou muito ligado nessa parada de palavriado. Mas eu tô ligado no que a bíblia diz, e eu sei que o Senhor mesmo cheio de trampo, ainda tem um tempo pra trocar uma idéia comigo. Queria pedir que o Senhor desse uma passada la em casa. O baguio tá muito loko por lá e se não for pela sua ajuda, ixiii… a coisa vai ficar feia. Um salve do teu filho que te considera prá caramba! Falows…”
Fica a pergunta prá gente refletir. Qual será a oração que agradou mais o coração de Deus? O que realmente Deus espera de nós, frases bem elaboradas ou singeleza e sinceridade de coração?
Meu amigo, Deus não se importa com o jeito que você fala com Ele, se você é “culto” ou é “mano”, o que Ele procura são adoradores que O adorem em espírito e em verdade, Ele procura corações limpos e sinceros.
E como diz na palavra do Senhor: “Então vocês clamarão a Mim, virão ORAR A MIM, e EU OS OUVIREI. Vocês Me procurarão e Me acharão quando Me procurarem de todo o coração”. Jeremias 29:12, 13.

tendemos que a oração é a chave que abre…Uma reflexão linda sobre a oração que Jesus nos ensinou a orar: O “Pai Nosso”

1. Nunca Digas: “Pai Nosso”, se não te comportas cada dia como um filho, nem tratas os demais como irmãos.

2. Nunca Digas: “Que Estais Nos Céus”, se somente pensas e ama as coisas da terra.

3. Nunca Digas: “Santificado Seja O Teu Nome”, se estais preocupado em “Santificar” o nome de outros deuses que tomam parte de tua vida.

4. Nunca Digas: “Venha O Teu Reino”, se não acreditas nem estás preparando-te para este acontecimento.

5. Nunca Digas: “Seja Feita A Tua Vontade”, se não aceitas quando é dolorosa.

6. Nunca Digas: “Assim Na Terra Como No Céu”, se não acreditas na vida eterna.

7. Nunca Digas: “O Pão Nosso de Cada Dia Dá-Nos Hoje”, se não te preocupas com tantos pobres que hoje estão com fome.

8. Nunca Digas: “Perdoa-Nos As Nossas Dívidas, Assim Como Nós Perdoamos Aos Nossos Devedores”, se ainda guarda rancor e ódio do seu irmão.

9. Nunca Digas: “E Não Nos Deixes Cair Em Tentação”, se tua intenção constante é pecar.

10. Nunca Digas: “Mas Livra-Nos do Mal”, se não cooperas com Deus frente às tentações do inimigo.

11. Nunca Digas: “Porque Teu É O Reino, E O Poder, E A Glória Para Sempre”,se procuras a tua própria Glória.

12. Nunca Digas: “Amém”, se não acreditas na oração do “Pai Nosso”.

De joelhos, ninguém tropeça

Era sábado, de manhã ainda bem cedo. Eu chegava para um evento de jovens numa igreja na periferia do Rio de Janeiro. Ao entrar, encontrei um pequeno grupo reunido em oração. Para minha surpresa, além das senhoras, havia jovens ali. Um deles, que liderava a reunião, convidou a todos para se ajoelhar e orar, e o fez com a seguinte afirmação: “Quem anda de joelhos não tropeça!”

Um grupo de anônimos, reunidos bem cedo em oração, numa igreja de periferia. Isso não se torna notícia, nem engrossa estatísticas do nosso controvertido crescimento evangélico. Gente assim também não é levada em conta na abundante literatura destinada a promover os vários métodos de crescimento de igreja. Afinal, são anônimos! No entanto, é por meio de milhões de anônimos img48ada9a624a68 De joelhos, ninguém tropeçaque o Evangelho é proclamado e promove superação de todo tipo de barreiras, permitindo a formação de novas comunidades de fé.

Lucas narra, no livro de Atos, a ação de anônimos no processo de avanço da missão cristã. No relato do surgimento da igreja em Antioquia (Atos 11.19-30), ele descreve como “alguns de Chipre e de Cirene começaram a pregar”. Eles ainda não eram, sequer, chamados de cristãos – mas, motivados pela perseguição após a morte de Estêvão, saíram anunciando o Evangelho. Como resultado, nasceu uma igreja multiétnica. Nada de espetacular é mencionado; o relato apenas menciona alguns evangelistas anônimos, motivados por algo que havia surgido para destruir a , mas que terminou por promovê-la.

O fato de ter sido uma ação anônima não a fez menor, desprovida de valor. Lucas fez questão de registrar a obra destes anônimos e ainda relata a atitude de Barnabé ao visitar esta igreja, quando enviado pelos irmãos de Jerusalém. Barnabé não chegou sugerindo aos crentes de Antioquia que era portador do “Modelo de Jerusalém”, a solução para o crescimento da Igreja. O texto nos diz que Barnabé reconheceu que a mão de Deus estava com eles e os animou a prosseguir. Esta é a questão fundamental: antes de comparar Antioquia com Jerusalém (se é que ele o fez), Barnabé testemunhou os sinais da mão de Deus naquela comunidade.

O crescimento numérico da Igreja Evangélica brasileira é um fato. Neste contexto, têm surgido muitos modelos com uma variedade de respostas ao que se supõe serem as perguntas vitais. No entanto, o problema está no fato de que, para muitos, a primeira pergunta tem sido negligenciada: “Quais são os sinais da presença de Deus nesta comunidade?”. Contudo, o ponto de partida tem sido a comparação, e não o reconhecimento da ação de Deus, em cada comunidade local. Os testemunhos de crescimento são inspirativos e devem despertar alegria em nosso coração; mas, quando relatos se transformam em modelos a serem seguidos, o risco se torna iminente.

Fico pensando naquele pastor que, diariamente acompanha os membros de sua comunidade, visita lares e hospitais e, semana após semana, abre a Palavra de Deus e a expõe com a convicção de que o Senhor fala ao povo. Durante anos, ele aprendeu a reconhecer a mão de Deus sobre a igreja que conduz. Imagine como se sente este obreiro ao ser induzido a, de uma hora para outra, transformar o testemunho de determinadas igrejas em modelo para sua comunidade. Agora, não se trata de reconhecer a mão de Deus, mas sim, de comparar dinâmicas organizativas e funcionais.

Não sou contra os livros, encontros e ministérios que promovem determinadas experiências de crescimento, até o momento em que transformam relatos em modelos. A questão fundamental não é a comparação de uma igreja a outra, mas sim o reconhecimento da ação divina em cada comunidade que se reúne em nome do Senhor. Se este crescimento evangélico é real, para além da dimensão numérica, então o responsável por ele é o próprio Deus. Neste caso, vale a pena seguir a orientação daquele crente anônimo: “De joelhos, irmãos; assim, ninguém tropeça.”

A Oração Sacerdotal de Jesus Cristo

“E aconteceu que, naqueles dias, subiu ao monte a orar e passou a noite em oração a Deus”
(Lc 6.12).

A vida de oração de Jesus é um exemplo para todo crente que deseja cultivar um relacionamento íntimo com o Pai e agradá-Lo em tudo.

A oração sacerdotal de Jesus, em João 17, expressa os sentimentos, pensamentos e vontades mais íntimas do Mestre em relação aos seus discípulos. O estudo deste capítulo é relevante, porquanto não somente revela o que nosso Senhor espera de sua Igreja, mas também evidencia a importância da intercessão de um líder em favor de seus liderados.

I. ORAÇÃO POR UMA VIDA DE COMUNHÃO COM O PAI

1. Relacionamento com Deus (17.2,3).

Nos seus últimos momentos, Jesus demonstra em suas palavras dirigidas ao Pai o seu anseio para que os discípulos aprofundassem o conhecimento deles referente a Deus. Só conseguimos nos relacionar intimamente com alguém a quem conhecemos de modo profundo. Como o profeta Oseias recomenda: “Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor” (6.3).
2. Meditação e prática da Palavra de Deus (Jo 17.6).
As Escrituras revelam o caráter de seu Autor e seus mais profundos anseios para o homem. A melhor maneira de conhecer o Pai e a sua vontade para seus filhos é meditar em sua Santa Palavra. A Lei do Senhor é capaz de ensinar, redarguir, corrigir, instruir em justiça (2 Tm 3.16), bem como produzir alegria (Jr 15.16), prosperidade (Sl 1.1-3) e vida eterna (Jo 6.63; Hb 4.12; Sl 119.50).
3. Uma vida que glorifique a Deus (17.4).
O homem foi criado para glorificar a Deus (Is 43.7,21; 1 Co 6.20). Jesus, enquanto esteve na terra, viveu para glorificar a Deus em todos os seus atos (Jo 17.4). De igual modo, o crente deve viver neste mundo para a glória do Senhor. À medida que nos relacionamos intimamente com o Senhor por meio da oração e da meditação em seus mandamentos, o seu caráter vai sendo moldado em nós e, por conseguinte, externamos uma vida que glorifica ao Senhor. Que a Igreja de Cristo busque ardentemente agradá-Lo e glorificá-Lo em todo tempo (1 Co 10.31).

SINÓPSE DO TÓPICO (1)

Uma vida de comunhão com Deus é evidenciada por um relacionamento íntimo com Ele mediante a oração e a leitura bíblica.

II. ORAÇÃO POR PERSEVERANÇA, ALEGRIA E LIVRAMENTO

1. Perseverança (Jo 17.11,12).

Enquanto Jesus esteve com os discípulos, ensinava-os a verdade e conduzia-os para que não se desviassem desta. Entretanto, sabia que, na sua ausência, a fé desses homens poderia enfraquecer. Por isso, intercede ao Pai para que continuassem crendo nEle e guardando a sua Palavra, a fim de conseguirem perseverar no caminho, na fé, na verdade e na comunhão.
2. Alegria (Jo 17.13).
Jesus ora para que a alegria dos discípulos permaneça na sua ausência. A alegria do cristão, produzida pelo Espírito Santo, torna-o mais forte e resistente às adversidades. Por essa razão, Paulo recomenda aos tessalonicenses e filipenses: “Regozijai-vos” (Fp 4.4; 1 Ts 5.16).
3. Livramento (Jo 17.15).
Por conhecer o mundo em que viveriam seus discípulos – um mundo que jaz no maligno – Jesus revela uma preocupação muito grande com eles. Sendo assim, roga a Deus, como um bom Pai, que livre seus filhos do mal, ou seja, dos perigos, das tentações e investidas do Diabo. Podemos descansar na proteção divina, uma vez que estamos refugiados no esconderijo do Altíssimo (Sl 91.1). Contudo, é nosso dever orar e vigiar, “em todo o tempo” (Ef 6.18), a fim de não entrarmos em tentação (Lc 22.40).

SINÓPSE DO TÓPICO (2)

Em sua oração intercessória, Jesus suplicou a Deus que concedesse aos discípulos livramento, alegria e perseverança.

III. ORAÇÃO POR SANTIDADE, UNIDADE E FRUTOS ESPIRITUAIS

1. Santidade (Jo 17.17,19).

Jesus suplicou a Deus que santificasse seus filhos. Ao longo de toda a Bíblia, observamos que o Senhor sempre requereu de seu povo separação total do mundo e do pecado, a fim de adorá-lo e servi-lo. Esse é um processo natural, porquanto, à proporção que nos aproximamos de Deus, afastamo-nos do pecado; e vice-versa. Tal santificação é obtida por meio da verdade, que é ao mesmo tempo Jesus e as Escrituras Sagradas. Ser santo não é apenas um desejo do Noivo para a sua Noiva, é uma ordem (1 Pe 1.16).
2. Unidade (Jo 17.21,22).
Em sua oração, Jesus ressalta a unidade existente entre Ele e o Pai. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são Pessoas divinas e distintas, mas são um em essência e vivem em perfeita unidade. Cristo anseia que seu Corpo viva de igual modo, unido. Essa virtude é conquistada e conservada por meio de um andar em Espírito (Gl 5.16-26).
3. Frutificação espiritual (Jo 17.18).
Assim como Deus enviara o seu amado Filho ao mundo, Jesus enviaria seus discípulos, a fim de que produzissem frutos permanentes. Aquele que está em Cristo – a Videira Verdadeira – naturalmente produz frutos da mesma espécie (Jo 15.5). É impossível estar ligado ao Senhor e, por conseguinte, desfrutar de comunhão íntima com Ele, e não frutificar (15.4).

SINÓPSE DO TÓPICO (3)

Na oração sacerdotal de Jesus, Ele intercedeu ao Pai pela santidade, unidade e frutificação espiritual de sua Igreja.

CONCLUSÃO

A oração intercessória de Jesus no capítulo 17 de João revela, sobretudo, seu anseio por uma Igreja que desfrute de um relacionamento profundo com Deus, reflita o seu caráter e busque única e exclusivamente a sua glória.

Orar em nome de Jesus

 

“[...] O que significa orar em nome de Jesus? Embora tudo ou alguma coisa pareça incluir todas as coisas, estas palavras não são a garantia de que todas as nossas orações serão atendidas. O grande qualificador é a expressão ‘em meu nome’. Isto só se refere ao que está dentro da vontade de Deus. Barclay escreve: A oração em que no final se diz ‘seja feita a tua vontade’ é sempre respondida” (Comentário Bíblico Beacon. Vol.7. RJ: CPAD, 2006, p.124).
“Orar em ‘nome de Jesus’ é orar em união com a pessoa e o propósito de Jesus, porque o ‘nome’ de uma pessoa simbolizava a sua essência e destino. Nestes versículos temos a promessa da resposta de nossas orações, desde que entendamos adequadamente o contexto do último discurso de Jesus. Jesus prometeu aos discípulos que seus pedidos com relação a dar frutos seriam respondidos porque isto glorificaria a Deus (veja Jo 4.41; 7.18; 8.50,54). Os capítulos seguintes esclarecem isto (Jo 15.7,8,16; Jo 16.23,24).
Quando Jesus diz que podemos pedir tudo, devemos nos lembrar de que os nossos pedidos devem ser em nome de Jesus — isto é, de acordo com o caráter e a vontade de Deus. Deus não concederá pedidos contrários à sua natureza ou à sua vontade, e não podemos usar o seu Nome como uma fórmula mágica para satisfazer os nossos desejos egoístas. Se estivermos sinceramente seguindo a Deus e buscando a sua vontade, então os nossos pedidos estarão alinhados com a vontade do Senhor, e Ele nos atenderá (veja também Jo 15.16; 1 Jo 6.23)”

A oração e a vontade de Deus

“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito” (Jo 15.7).


A Bíblia nos garante que a oração realizada de acordo com a vontade de Deus será atendida.
Todo crente deseja ter uma vida de oração eficaz, ou seja, de súplicas atendidas pelo Senhor. Contudo, muitos não têm sido eficientes nesse assunto por desconhecerem completamente a vontade de Deus para os homens em geral e para sua própria vida. Nesta lição, você aprenderá que conhecer o Senhor e, por conseguinte, a vontade dEle para o seu viver, é imprescindível para obter respostas aos seus clamores.
I. A ORAÇÃO E A VONTADE DE DEUS
1. O caráter de Deus. É fundamental que o suplicante conheça profundamente a quem Ele dirige suas orações, a fim de que possa ser atendido. A Bíblia nos revela que Deus é amor, misericórdia, longanimidade, bondade, fidelidade e justiça. Portanto, o conhecimento de tais atributos divinos é imprescindível para orarmos a Deus com entendimento e sermos respondidos em nossas súplicas. Quanto mais conhecermos a Deus, melhor compreenderemos, aceitaremos e identificaremos a sua vontade para nós.
2. A vontade de Deus e as Sagradas Escrituras. Jesus declarou que as orações de seus discípulos seriam atendidas se eles guardassem e praticassem a sua Palavra (Jo 15.7; 1 Jo 3.22).
A vontade geral de Deus está expressa na Bíblia, portanto, é indispensável que manejemos bem a Palavra da Verdade, a fim de sabermos como orar de acordo com a vontade dEle. Muitas vezes não é necessário perguntar se algo é da vontade do Senhor, porque as Escrituras explicitam claramente que tal pedido está completamente fora dos propósitos divinos para seus filhos. Tiago e João tiveram essa experiência, quando insensatamente pediram algo a Jesus Cristo em conflito com sua natureza e vontade, e foram repreendidos pelo Senhor (Lc 9.54-56).
3. A vontade de Deus para cada indivíduo. Outro fator que deve ser considerado ao dirigirmos nossos pedidos a Deus é a sua soberana vontade para cada um de nós. Para descobri-la, é necessário que o servo de Deus cultive uma vida de íntima comunhão com Deus. À medida que conhecemos o Senhor, sua vontade vai se tornando mais evidente para nós. Além disso, um crente fiel, que busca agradar ao Senhor através de uma vida santa e dedicada ao seu Reino, naturalmente desfrutará da vontade de Deus, pois é impossível que alguém possa ser tão íntimo dEle e estar fora da sua vontade. A resposta divina às nossas orações está profundamente relacionada à sua vontade para os seus filhos, como veremos nos tópicos a seguir.
A vontade geral de Deus para o homem está descrita na Bíblia, e a particular pode ser conhecida mediante um relacionamento íntimo com o Senhor.
II. ORAÇÕES NÃO RESPONDIDAS POR DEUS
1. Orações egoístas (Tg 4.3). O apóstolo Tiago afirma que pedidos egoístas, que visam interesses próprios, não são respondidos pelo Senhor. Eles estão fora da vontade divina, pois contrariam o desejo dEle de que seus filhos sejam altruístas. Na verdade, tais pedidos refletem uma natureza ainda não regenerada, pois o coração daquele que foi transformado por Deus pensa primeiro no próximo. Após conhecer o Senhor mais profundamente, Jó intercedeu por seus amigos (Jo 42.10). Experimente orar mais pelos outros do que por si mesmo.
2. Orações por posição social (Mt 20.17-28). Muitos oram a Deus buscando reconhecimento humano, honras, glórias, poder, dinheiro, enfim, coisas que satisfaçam sua natureza humana pecaminosa. A mãe dos filhos de Zebedeu pediu a Jesus um lugar de destaque para seus filhos, mas o Mestre explicou que não competia a Ele outorgar essa posição, mas ao Pai (Mt 20.21,22). Ela não tinha consciência de que não existe posição melhor do que ser um servo de Deus, que foi transportado do reino das trevas para o Reino do Filho do seu amor (Cl 1.13), e agora vive não mais para si mesmo, mas em e por Cristo (Gl 2.19,20). A vontade de Deus é que pensemos e busquemos as coisas celestiais, incorruptíveis (1 Co 9.25).
3. Orações hipócritas (Mt 6.5,6). Algumas pessoas pensam que podem enganar a Deus com uma aparência de piedade, fingindo ser espiritual, um “homem” ou “mulher de oração”. Esquecem-se de que Deus é o maior conhecedor das motivações humanas. Jesus por diversas vezes reprovou o comportamento hipócrita e mentiroso. O Senhor ama a verdade e a sinceridade. É melhor ser sincero como um publicano, carente da misericórdia de Deus, do que um fariseu, cheio de justiça própria, pois aquele teve sua oração atendida e este não (Lc 18.9-14).
As orações egoístas, hipócritas e que visam status social não são atendidas pelo Senhor.
III. ORAÇÕES ATENDIDAS POR DEUS
Na Bíblia temos muitos exemplos de orações respondidas, uma vez que estavam em harmonia com a vontade de Deus.
1. A oração do rei Salomão (2 Cr 1.7-10). Há quem faça longas orações, mas inconvenientes, impróprias, insensatas, irreverentes. Salomão fez uma oração curta, porém, sábia. Ele tinha consigo um “cheque em branco” da parte de Deus (v.7). No entanto, não teve desejos egoístas, pensou em seu reino e no povo, orando com sabedoria, e Deus lhe respondeu sem demora (vv.11,12). Por conseguinte, tornou-se o homem mais sábio e rico do mundo de sua época (1 Rs 4.29-34). Você não deseja ter essa sabedoria? Peça a Deus! A Bíblia garante que o Senhor a dá a todos liberalmente, ou seja, a resposta é certa (Tg 1.5).
2. A oração do profeta Elias (1 Rs 18.36-39). A oração que glorifica e exalta a Deus será respondida. Um exemplo desta oração é a do profeta Elias. Ele lançara um desafio aos falsos profetas de Baal. Aquele que respondesse enviando fogo do céu para consumir os sacrifícios oferecidos seria o verdadeiro Deus. O único desejo de Elias era que o nome do Senhor fosse reconhecido e aclamado no meio daquele povo, como fica claro em suas palavras (v.37). Um pedido que busque única e exclusivamente a glória do Senhor e o reconhecimento de seu poderio será prontamente atendido por Ele (Jo 14.13).
3. A oração de Davi (Sl 51.1-17). Esta súplica por perdão, misericórdia e restauração provém de um coração sincero, arrependido e consciente de seus erros. E tal coração, afirma a Bíblia, não despreza o Senhor (v.17). Davi reconhece a gravidade de seus erros e, principalmente, que havia pecado contra o seu Deus. Em seguida, arrepende-se profundamente e busca com lágrimas o perdão e a restauração divina. É importante ressaltar que o relacionamento íntimo que o rei cultivava com o seu Soberano foi decisivo para que ele tomasse essa atitude. Uma vez que Davi conhecia o caráter do Deus a quem servia, tinha certeza de que alcançaria misericórdia de sua parte se o buscasse com um coração sincero.
As orações de Salomão, Davi e Elias foram respondidas pelo Senhor porque estavam de acordo com sua vontade.
O segredo para uma vida de oração eficaz, ou seja, de pedidos realizados conforme a vontade de Deus, é cultivar um relacionamento íntimo e sincero com o Senhor. Você deseja ter suas orações atendidas? Ore de acordo com a vontade de Deus! Você quer saber a vontade de Deus para a sua vida? Então, cultive um profundo relacionamento com Ele.

A Oração da Igreja e o Trabalho do Espírito Santo


“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão, nas orações” (At 2.42).

VERDADE PRÁTICA

A expansão contínua do evangelho completo é um distintivo da igreja que não se descuida da oração.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – At 1.24,25

A escolha de obreiros através da oração

Terça – At 4.31

A igreja foi cheia do Espírito em oração

Quarta – At 12.11-14

A igreja ora por livramento

Quinta – At 13.2-4

A oração expande a obra missionária

Sexta – At 20.36-38

Uma oração comovente da igreja

Sábado – At 28.8,9

A oração por cura divina

INTRODUÇÃO

A Igreja foi instituída no dia de Pentecostes, e sua formação inicial deu-se pelo derramamento do Espírito Santo. A característica principal da Igreja Primitiva era a poderosa atuação do Espírito, resultante da oração perseverante da comunidade cristã em Jerusalém. Após o Pentecostes, a Igreja passou a propagar poderosamente o evangelho (At 2.47).

I. O INÍCIO DA IGREJA CRISTÃ

Derramamento do Espírito. O Espírito Santo encheu a todos os que se encontravam unânimes orando no cenáculo, em Jerusalém, como o Senhor Jesus havia determinado (At 1.4,12-14). A obediência ao Senhor é uma das condições para o recebimento do batismo no Espírito Santo (At 5.32). Toda igreja, que se propõe a orar em busca do revestimento do Espírito Santo, será abençoada com a resposta divina da mesma maneira que aquela dos primeiros dias.

Preparação para o serviço do Reino. O Senhor enche o crente do seu Santo Espírito, equipando-o para o serviço do Reino de Deus. O Espírito Santo não está subordinado a nenhum capricho humano, pois Ele é Deus e, como tal, é o Senhor da Igreja (At 13.1,2). Um crente, pelo fato de ser batizado no Espírito Santo não tem permissão para realizar missão alguma na igreja sem a direção do Espírito (1 Co 12.11). O crente maduro espiritualmente tem sua vida pautada na Palavra de Deus e direcionada pelo Espírito Santo (1 Jo 3.22). Ele está apto para realizar todo o serviço em prol do Reino.

Evidências da ação do Espírito Santo. Estando os discípulos reunidos após o dia de Pentecostes, veio do céu um vento veemente e impetuoso e encheu toda a casa. Todos foram cheios do Espírito Santo, ouviu-se manifestações sobrenaturais (audíveis e visíveis) nunca antes experimentadas (At 2.1-4). O batismo no Espírito Santo e as manifestações espirituais são o cumprimento das promessas de Deus proferidas pelo profeta Joel (Jl 2.28). A fé dos discípulos estava alicerçada na promessa divina, que agora se cumpria através de suas orações. Quando o Espírito de Deus age no meio o seu povo com manifestações sobrenaturais, Ele suscita o santo e reverente temor, despertando a coragem, a ousadia e maior desempenho no trabalho do Senhor (At 4.31).

II. A DISSEMINAÇÃO DA PALAVRA

O Espírito Santo prepara pregadores. Após a descida do Espírito Santo, Pedro cheio do Espírito colocou-se de pé, levantou a sua voz e falou corajosamente do genuíno evangelho. Naquele dia agregaram-se quase três mil almas ao Reino dos céus (At 2.41). Estêvão, cheio de conhecimento, fé e poder (At 6.3,5,8), Filipe (At 8.6-8) e outros mais foram preparados pelo Santo Espírito. Esse mesmo Espírito continua a capacitar homens e mulheres para a obra da evangelização, do ensino e da literatura, a fim de proporcionar a expansão do Reino de Deus. A igreja deve orar sem cessar para que o Senhor a enriqueça com obreiros aprovados, que manejam bem a Palavra da Verdade (2 Tm 2.15) e sejam irrepreensíveis (1 Tm 3.1-13).

O Espírito concede intrepidez. A autoridade com que os apóstolos expunham a Palavra de Deus e o seu poder de persuasão são virtudes que somente o Espírito Santo pode conceder. Tomemos como exemplo a história de Pedro, compare seu comportamento antes do dia de Pentecostes e após a sua excelente e maravilhosa transformação ocorrida depois daquele dia. Estêvão pregava a Palavra diante dos seus opositores com destemor e muita autoridade divina (At 7.1-60). Tudo isso ocorreu porque a igreja orava com determinação. Da mesma forma, o Espírito Santo quer fazer nestes dias com a igreja que perseverar em oração e jejum diante dEle.

Escolhendo e enviando homens para a obra missionária (At 13.1-5). A descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes é o acontecimento impulsor da obra missionária da igreja. A missão atingiria em pouco tempo a escala mundial, visto que naquele dia estavam em Jerusalém pessoas de dezesseis nacionalidades (At 2.5,9-11). Jesus disse aos discípulos que, capacitados pelo poder do Espírito Santo, seriam suas testemunhas até aos confins da terra (At 1.8).

III. O ESPÍRITO E O CRESCIMENTO DA IGREJA

A igreja cresce (At 2.41,47). Não é a capacidade do homem que faz a Igreja do Senhor crescer, mas a unção e a autoridade do Espírito Santo operando através de seus instrumentos humanos. Todo crente, para exercer qualquer atividade no Reino de Deus, necessita depender do Espírito Santo mediante a oração (Cl 4.2,3,12). Não são os líderes que tornam a igreja poderosa nas suas ações, mas a oração da igreja com um propósito unânime (At 1.14; 2.46,47).

Crescimento x Perseguição. Após o revestimento de poder, os discípulos estavam prontos para executarem a ordem de Jesus, registrada no Evangelho de Marcos 16.15. Os discípulos, agora destemidos, não mais se escondiam em casas, com portas cerradas. Pelo contrário, com ousadia e intrepidez anunciavam o evangelho. Foi em meio à perseguição que a igreja teve o seu início, cresceu e continuou crescendo. Em meio a essas adversidades, a igreja continuava orando, como em Atos 12.1-17.

A integridade da igreja. Lucas declara que, tendo a igreja orado, todos foram cheios do Espírito Santo (At 4.31). O predomínio do Espírito Santo no crenteleva-o a ser generoso e solidário (At 2.44-46; 4.32-35). Neste ambiente abençoado, propício e promissor surge Ananias e Safira, um casal da igreja que não tinha nenhuma obrigação de vender sua propriedade (At 5.1-4), como fez Barnabé, e nem entregar na igreja todo o valor venda. Ambos tinham apenas odever de serem unânimes como os demais (At 1.14; 2.46; 4.24; 5.12). Por meio do dom de discernimento do Espírito, Pedro percebeu toda a mentira deles e veio um repentino juízo divino sobre o casal. Quando a igreja está orando (At 4.31), Deus aniquila os problemas que podem enfraquecê-Ia.

CONCLUSÃO

Quando o crente tem uma vida de oração e se dispõe a ser um intercessor, não somente suas necessidades são supridas, mas também as do Corpo de Cristo são atendidas. A respeito do batismo no Espírito Santo, o servo de Deus deve buscar perseverantemente em oração, crendo que Deus atenderá as suas súplicas e o revestirá de poder.

A certeza que a oração foi ouvida

“Todo aquele que ora pode ter a mais absoluta certeza de que sempre que uma oração for feita de acordo com a vontade divina, a audiência diante do trono da misericórdia está assegurada. Pedir é uma das prerrogativas do crente. Às vezes, o crente não recebe simplesmente porque não pede (Tg 4.2). Por outro lado, nossas petições só serão ouvidas se forem compatíveis com o bom prazer do Ouvinte. Existe a petição motivada por motivos errados (Tg 4.3).
[...] É tolice orar por qualquer coisa que seja proibida pela Palavra de Deus. Por exemplo, orar pela aprovação divina ao casamento de um crente com um incrédulo seria orar contra a vontade de Deus (2 Co 6.14)”


Uma resposta para “Oração

  1. conta comigo para ora po este progeto que deus deu para voce amiga miss muito usada por deus

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