STJ adia julgamento sobre Casamento Gay

Quatro dos cinco ministros da quarta turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) votaram, em julgamento nesta quinta-feira (20), a favor do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

O julgamento, porém, foi interrompido por um pedido de vista do ministro Marco Aurélio Buzzi, o último a votar. Ainda não há data para a retomada do julgamento. Enquanto o julgamento não terminar, os ministros ainda podem mudar seus votos.

A ação para validar o casamento é movida por um casal de gaúchas, que vivem juntas há cinco anos e desejam mudar o estado civil. A identidade de ambas não pode ser revelada porque o processo tramita em segredo de Justiça.

O casal entrou com o pedido de casamento civil antes mesmo da decisão do Supremo Tribunal Federal, em maio deste ano, que equiparou a relação homoafetiva à união estável.

Elas pediram em cartório o registro do casamento e, diante da recusa, resolveram entrar na Justiça. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, contudo, julgou improcedente a ação, o que levou as gaúchas a recorrerem ao STJ.

Ao reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo, em maio deste ano, o STF deixou em aberto a possibilidade de casamento, o que provocou decisões desencontradas pelos juízes de primeira instância.

Há diferenças, porém, entre as duas entidades. A união estável acontece sem formalidades, de forma natural, a partir da convivência do casal, já o casamento civil é um contrato jurídico-formal estabelecido entre suas pessoas.

‘Direito à igualdade’

Primeiro a votar, o relator do processo, Luis Felipe Salomão, foi favorável ao pedido das gaúchas e argumentou que “o direito à igualdade só é garantido na plenitude se é garantido o direito ao adverso”. O ministro reconheceu que o casamento civil é a forma mais segura de se garantir os direitos de uma família.

“Se é verdade que o casamento civil melhor protege a família e sendo múltiplos os arranjos familiares, não há de se discriminar qualquer família que dele optar, uma vez que as famílias constituídas por casais homossexuais possuem o mesmo núcleo axiológico das famílias formadas por casais heterossexuais”, disse em seu voto.

Salomão acrescentou que vetar o casamento civil aos homossexuais “afronta caros princípios constitucionais, como liberdade e igualdade da pessoa humana”.

A defesa do casal homossexual alegou que o Código Civil não considera a identidade de sexos um impedimento para o casamento. O advogado Paulo Roberto Iotti Vecchiatti sustentou que, no direito privado, o que não é expressamente proibido, é permitido. Ou seja, o casamento estaria autorizado porque não é proibido por lei.

Para Vecchiatti, o essencial de qualquer relação amorosa é “formar uma família conjugal, cuja base é o amor familiar”. “A condição de existência do casamento civil seria a família conjugal e não a variedade de sexos”, argumentou.

Em seu voto, a ministra Isabel Galotti lembrou que a lei incentiva a conversão da união estável em casamento e defendeu o mesmo para casais homoafetivos. Ela lembrou que o posicionamento do STF em relação à união estável deve também ser aplicado para casamentos.

“Se o STF estabeleceu que a menção a homem e mulher não exclui da abrangência de união estável, pelo menos motivo […] não pode ser aplicada essa restrição [ao casamento civil], já afirmada inconstitucional pelo STF”, afirmou a ministra.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

GAGA IS OUR RELIGION – Seria Referencia Para Nossos Jovens E Adolescentes?

“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).

Com base no link da Wikipédia, vejam um pouco da trajetória da estranha figura à qual nos referimos:

==> Stefani é conterrânea de Lou Reed (nasceu em Nova York em 28/03/1986; portanto, acabou de completar 24 anos) e, de certa forma, também recebeu influências dele, pois sua música tem um pouco de rock.

==> Aos 11 anos, Stefani foi mandada para o para a Juilliard School, em Manhattan (bairro onde nasceu), mas na verdade começou a estudar no Convent of the Sacred Heart, uma escola católica privada.

==> Aprendeu a tocar piano aos 4 anos de idade, sendo que compôs sua primeira balada aos 13 e mais tarde já fazia apresentações.

==> Aos 17 anos de idade, ganhou admissão na Escola de Artes da Universidade Tisch, de Nova York. Lá, ela estudou música e aperfeiçoou sua habilidades de compor ao escrever dissertações e artigos analíticos focando em assuntos como arte, religião e organização sócio-política (alguém talvez pergunte após ler isso: “Tem certeza de que ela não é o Anticristo?).

==> Após abandonar seus estudos, Stefani assinou um contrato com a Def Jam aos 19 anos de idade, depois do produtor musical L. A. Reid ouvi-la cantar abaixo da entrada de seu escritório. Entretanto, ela diz que Reid jamais a conheceu, e depois de três meses, ela foi despedida da gravadora.

==> Stefani retornou para a casa do papai e da mamãe e começou a fazer apresentações no centro musical do sudeste de Nova York, acompanhada dos grupos Mackin Pulsifer e SGBand.

==> No início de sua carreira musical, Stefani começou também a desandar: já usava drogas e se apresentava em clubes burlesque (espécie de cabaré contemporâneo). Por causa disso, o pai da moça ficou sem olhar para ela durante alguns meses.

==> O produtor musical Rob Fusari, quem ajudou Stefani a compor uma de suas primeiras canções, comparou seu estilo vocálico com o de Freddie Mercury. Ele apelidou-a de Gaga por causa da canção “Radio Ga Ga”, do grupo de rock Queen. Ela começou a usar este apelido como seu nome artístico e a partir daí ficou conhecida como Lady Gaga.

Não preciso entrar em maiores detalhes a respeito do que ela aprontou depois de ter ficado famosa, até porque o texto da Wikipédia se limita apenas a relatar sua carreira. Pouco se sabe sobre o que levou Stefani a interessar-se por ocultismo, sexo promíscuo, entre outras abominações. Uma coisa pelo menos eu percebi: com a aposentadoria de Barbra Streissand, a comunidade GLS estadunidense certamente adotou Lady Gaga como sua nova musa.

Quanto aos efeitos do interesse dos jovens pela cantora, não será preciso esperar muito para nos depararmos com os efeitos do gagaísmo (uma espécie de “religião criada pelos “adoradores” de Lady Gaga) entre os meninos e meninas ao redor do mundo. Daqui a poucos anos, infelizmente, será muito comum vermos muuuuuitos pré-adolescentes e adolescentes homossexuais. Não será nenhuma surpresa se virmos meninos e meninas beijando-se na boca, esfregando-se e insinuando-se eroticamente não só nos primeiros anos do Ensino Fundamental, mas também na pré-escola. A pedofilia atingirá níveis catastróficos e muitas crianças trocarão os brinquedos por drogas, roupas provocantes e artigos de sex shop. “Mas ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias! (Mateus 24:19).

Essa nuvem negra que começa a surgir no horizonte por causa de pessoas como Lady Gaga (muitas outras como ela surgirão daqui para frente) é mais um sinal de que a volta de Cristo está próxima. “E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem” (Mateus 24:37).

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Imprensa secular finalmente começa a falar alguma verdade sobre estatísticas de gays assassinados

Em torno da causa gay
Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia — isto é, hostilidade e ameaça física aos gays.

A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! —, são irrelevantes.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano.

Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país.

Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hetero.
O que se constata é que há duas coisas distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a confusão que envolve o tema.

Uma coisa é o movimento gay, que busca criar espaço político, com suas ONGs e verbas públicas, ocupando áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se opção de conduta sexual representasse uma categoria social.
Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém.

Se alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não seria, pois, necessário criar legislação própria.
Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma barbárie.

Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às religiões.
Elas — e segue-as quem quer — avaliam, desde que existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura, intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade etc.

E não é um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.
Assim como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou discriminação. A filosofia faz isso há milênios.

Crime seria incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito, que é exercido amplamente.
O que não é possível é querer dar-lhe dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas, universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.

Mesmo a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da vida humana no planeta.

Casamento é instituição concebida para organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos recíprocos, a geração e criação de filhos.

Como aplicá-lo a outro tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio? Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.
Há dias, num artigo na Folha de S. Paulo, um líder de uma das muitas ONGs gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento cultural, que começaria já com a criança no ventre materno.

Esqueceu-se de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que escrevia o artigo, existiria.

Portanto, a defesa de um direito que não está sendo contestado — a opção pelo homossexualismo — chegou ao paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* Qual era a religião de Steve Jobs?

Bruno dos Santos

Alguns símbolos representam uma era, e este é o caso da famosa “maçã mordida” da Apple.

Steve Jobs, com sua maçã mudou o nosso jeito de viver o mundo, suas inovadoras invenções ditaram regras no mercado da tecnologia e na vida diuturna de milhões de pessoas. Como disse um jovem no twitter na semana da morte de Jobs, talvez depois da maça de Adão e Eva, e a de Isaac Newton, o símbolo da marca Apple, seja a maçã mais famosa de nosso tempo.

Houve muita especulação quanto a religião de Jobs, se ele era cristão, budista, ou mesmo ateu. Alguns chegaram a afirmar que um gênio como ele não se preocupava com assuntos ligados a religião. Acho difícil! Se ele era realmente alguém com um senso crítico tão exigente. Alguns sites americanos afirmam que ele chegou a usar métodos alternativos na cura do câncer de pâncreas. Portanto ele cria em algo, em uma possibilidade de sobrevivência, na esperança de atrasar o inevitável.

Cada religião tem sua própria teoria sobre o que acontece depois da morte. Judeus, católicos, cristãos, espíritas, cada um responde de acordo com suas convicções religiosas. Porém a morte é uma certeza inexorável e triste, não importa se você é um gênio mundialmente famoso, ou um morador de rua anônimo. Ela chega pra todo mundo de uma forma ou de outra.

A Apple e seus produtos são quase uma religião e Steve Jobs é o seu sumo sacerdote. A marca está atrelada a um estilo de consumidor que se torna um aficcionado depois que experimenta a excelência de seus dispositivos, sejam celulares, tablet’s ou computadores. Os fãs dos produtos Apple fizeram uma peregrinação nas lojas, trazendo maçãs e acendendo velas, deixando cartões de condolências.

Não sei se Jobs acreditava em alguma religião organizada… O que sei é que ele era uma gênio da tecnologia e um líder com uma personalidade surpreendente. Ele acreditava no poder que o homem tem para mudar o mundo, mas isso não é suficiente para salvar a própria alma.

Jobs transformou o símbolo mitológico da queda (a maçã mordida) em um símbolo de progresso e eficiência tecnológica. Mas queda é queda, e o fruto proibido trouxe a morte ao mundo, que ceifou a vida de um visionário como Jobs. Podemos melhorar tudo o que somos, mas sem Deus não podemos mudar a nossa natureza. Seja gênio ou louco, todos precisam de Deus, algo que a tecnologia jamais poderá reproduzir.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* Princípios preciosos para evangelizar o homem de hoje.

 

Lee Strobel

O Homem de hoje..

Rejeitou a igreja, mas isso não quer dizer que tenha também rejeitado a Deus.

Pode estar moralmente à deriva, mas, no fundo do coração, deseja uma âncora.

Opõe-se a regras, mas é sensível ao raciocínio.

Não entende o Cristianismo, mas também não conhece exatamente aquilo em que afirma acreditar.

Tem perguntas autênticas sobre assuntos espirituais, mas não acha que os cristãos respondam.

Não pergunta: “O Cristianismo é verdadeiro?”. No geral, ele pergunta: “O Cristianismo funciona?”.

Quem está longe de Deus não quer apenas conhecer algo. Quer ter um a experiência.
Não quer ser o projeto de alguém.Gostaria, porém, de ser amigo de alguém.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Pastor africano pedala 20km por dia para evangelizar

Ele pertence a Igreja Batista Central de Petauke, que fica a 60 km da fronteira com Moçambique

O pastor John Tembo realiza seu ministério desde 1988 percorrendo longos caminhos de bicicleta para levar o evangelho para o maior número de pessoas na Zâmbia. Ele é pastor da Igreja Batista Central de Petauke, cidade da Província Oriental e percorre todas as estradas da cidade que fica a 60 quilômetros ao norte da fronteira com Moçambique para evangelizar.

Hoje ele pedala 20km por dia, mas quando era mais novo ele admite que percorria até 50km, mas agora que tem 53 anos de idade ela reconhece que “não pode abranger algumas áreas” já que sua energia diminuiu com o avanço da idade.

Apesar do esforço físico ele diz que pedalar para falar de Cristo lhe “dá muita energia” e faz seu “corpo ficar forte”, o que não pode ser negado, já que aparentemente ele não aparenta ter qualquer tipo de problema físico.

Ele tem usado sua bicicleta para informar os 150 membros de sua congregação e outros 30 ministros da região que em dezembro será transmitido o programa Minha Esperança Evangelismo Mundial em Zâmbia, um programa que mostrará em 30 minutos de duração uma mensagem de Billy Graham ou Franklin Graham e no final terá um convite para que os telespectadores aceitem a Jesus Cristo como Salvador.

“Isso é trazer almas para Jesus Cristo, pelo menos é a minha oração e esperança”, disse Tembo que acredita que esse programa terá bons resultados em seu país que tem o tamanho do estado do Texas, nos Estados Unidos. Para anunciar a todas as cidades do país, ele conta com a ajuda de 43 coordenadores regionais que também estão divulgando o programa.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Menino inicia tratamento de mudança de sexo aos 8 anos

Com direito a tratamento à base de hormônios, o menino Thomas Lobel, da Califórnia, está mudando de sexo e vem causando polêmica. Ele, que tem 11 anos e é filho de um casal de lésbicas, iniciou o processo aos 8 anos de idade.
As mães do menino, que agora se chama Tammy, defendem a decisão do garoto, alegando que era melhor iniciar o processo de mudança de sexo já na infância, pois na puberdade tudo seria mais complicado e, nesse período, o número de suicidas com transtorno de identidade é muito maior.
Segundo Pauline Moreno e Debra Lobel, uma das primeiras coisas que Tammy aprendeu a falar foi “Sou uma menina”. Outro fator decisivo para o incentivo das mães foi o fato de aos 7 anos ele ameaçou mutilar o próprio órgão sexual. Foi aí que o transtorno de gêneros foi diagnosticado e no ano seguinte iniciaram a medicação – implantada em seu braço esquerdo e que impedirá o desenvolvimento de ombros largos, voz grave e pelos faciais no menino.
Segundo informações do Daily Mail, o tratamento hormonal permitirá à Tammy ter tempo de decidir se é isso mesmo o que quer. Caso decida parar de tomar a medicação, será possível passar pela puberdade como um garoto normalmente, sem, inclusive, afetar a sua fertilidade. Mas ao resolver se tornar uma mulher definitivamente, os remédios ajudarão no desenvolvimento de características físicas femininas, como o crescimento de seios.
A cidade de Berkeley, onde Tammy vive, é uma das quatro nos Estados Unidos (Boston, Seatle e Los Angeles são as outras) onde há um hospital com programas para crianças transexuais. Lá elas são assistidas por profissionais de saúde mental, endocrinologistas e pediatras especializados.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

MAÇONARIA De Onde Vem?

A igreja Maçônica é uma sociedade secreta de fins filantrópicos e humanitários, com uma filosofia religiosa semelhante ao deísmo inglês do começo do século 18.
Atualmente, ela já se dividiu de tal forma que não existe um padrão maçom que possa ser aplicado a todas suas divisões.
A definição de Maçonaria depende exclusivamente do país no qual é praticada, no entanto, trata-se de uma religião prática e contrária à vontade revelada por Deus ao longo dos séculos.
Rituais, consagrações, iniciação, simbolismo e propósito: todos esses elementos do culto maçônico não combinam em nenhum aspecto com o que reconhecemos na Bíblia por adoração e culto racional ao Senhor (Romanos 12:1-3).
Analisando esta seita à luz das Sagradas Escrituras, chega-se à conclusão que é anticristã, deísta e racionalista, se enquadrando perfeitamente no rol das seitas e religiões falsas.

Os maçônicos acreditam em Deus e na imortalidade da alma, chamam a Deus de “O Grande Arquiteto do Universo” (GADU) e o culto a Ele consiste principalmente nas boas obras, através das quais se aguarda a salvação.
Entretanto, a Bíblia é bem clara ao revelar que prática ocultista como, por exemplo, cerimônias envolvendo mortos, o esoterismo e a crença em reencarnação, são abomináveis a Deus: no Antigo Testamento, Deus repreendeu severamente os judeus pelo envolvimento nessas práticas.
A Maçonaria, segundo o Dicionário da Maçonaria de Joaquim Gervásio de Figueiredo, foi fundada em 24 de Junho de 1717, em Londres: sua origem está ligada à lendas de Isis e Osíris, Egito; ao culto de a Mitra, vindo até a Ordem dos Templários e a Fraternidade Rosa Cruz.
Em 1717, foi fundada a Grande Loja de Londres pela reverendo anglicano James Anderson que, em 1723, publicou as Constituições da Maçonaria. Até hoje estes documentos são aceitos como base de todas as lojas maçônicas.
A INFLUÊNCIA DOS CULTOS MAÇÔNICOS
Os maçons desempenharam um papel importante na Revolução francesa (Queda da Bastilha).
Em 2007, operavam no Estados Unidos aproximadamente 15.300 lojas (loja é o nome dado ao local reservado aos rituais maçônicos) e, em todo o mundo, mais de 33.700. Quatorze presidentes americanos foram maçons, destacando-se George Washington, Harry Truman e Gerald Ford, entre outros.
Atualmente são cerca de seis milhões de maçons em todo o mundo, em mais de 164 países, sendo 150 mil no Brasil.
No Brasil marcaram presença na Inconfidência Mineira: na casa Silva Alvarenga, o conhecido Tiradentes foi iniciado na maçonaria. A bandeira da Inconfidência tinha o dístico “libertas quae sera tamem” e o triângulo maçônico. Gonçalves Ledo e José Bonifácio com outros maçons tramaram a Inconfidência do Brasil.
Marechal Deodoro da Fonseca ocupava o cargo de Grão–Mestre da Maçonaria no Brasil quando proclamou a República.
A MAÇONARIA É UMA RELIGIÃO?
Mesmo com a oposição da igreja, maçons têm adeptos de todas as religiões, pois aceitam pessoas de diversos credos.
A princípio os maçons negam que a maçonaria seja uma religião, mas a Enciclopédia Revisada da franco-maçonaria de Albert G. Mackey diz: “a Maçonaria pode ser corretamente chamada de instituição religiosa…”.
A tendência de toda verdadeira maçonaria é à religião.
Quando são feitas as reuniões maçônicas, a loja onde se reúnem passa a ser chamada oficina. Isso para manter o simbolismo do ideal maçom, que é a construção de uma sociedade onde haja fraternidade, igualdade e liberdade: como maçons (pedreiros, lavradores de pedras) acreditam que serão os arquitetos e construtores desse grande projeto.
Nas oficinas, as reuniões são marcadas por orações na abertura e no encerramento.
Na maçonaria, o tratamento entre os seus adeptos é o de “irmão”.
Além disso, os maçons honram a Bíblia como Palavra de Deus, recomendando aos “irmãos” que estudem regularmente.
A maçonaria ensina que a luz da Bíblia, a luz do esquadro e a luz do compasso são 3 grandes luzes. Para os Maçônicos o compasso simboliza o espírito e o esquadro a matéria.
Eles creem na Bíblia apenas como símbolo da vontade de ensinamento divino. Isto contraria a própria Bíblia (2 Timóteo 3:16-17; 2 Pedro 1:20-21).
De acordo com o ex-mestre maçom (hoje pastor evangélico) Antônio Jean, a formação dos maçons é baseada em:
“Este edificará uma casa ao meu nome, e confirmarei o trono do seu reino para sempre.” (2 Samuel 7:13)
Por sua vez, a maçonaria também contradiz a palavra de Deus quando relata sobre os deuses de outras religiões e orienta seus adeptos a não interferir nas crenças diversas, mudando, logo depois, o Deus de cada religião numa forma única: GADU.
É certo que a Bíblia diz que não há outro Deus, se não o Senhor:
“Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim.” (Isaías 46:9)
O nome de Jesus é superior a todo e qualquer nome (Filipenses 2:5-11) e a salvação está nesse nome (Romanos 10:9).
Os maçônicos acreditam em Deus e na imortalidade da alma.
Chamam o Senhor Deus de “O Grande Arquiteto do Universo” e o culto a Ele consiste, principalmente, nas boas obras, através das quais se aguarda a Salvação.
SEGREDOS MAÇÔNICOS
Existe muita lenda e superstição em torno da Maçonaria e os maçons não se preocupam em desmentí-los, pois lhes agrada imensamente serem vistos como pessoas misteriosas.
Os segredos maçônicos constam de símbolos, alegorias, ritos, cerimônias, sinais de identificação, dogmas religiosos que já foram, ocasionalmente, revelados.
A seita é organizadas em “ritos”, sendo estes divididos em “graus”: o rito escocês tem 33 graus, equivalentes aos 10 graus do rito de York. Cada grau procura ensinar uma moral. Os graus 1 e 3 são os mesmo acima mencionados.
O pastor Antônio Jean declara (em um manuscrito ainda não publicado) que o Ritual de Iniciação é feito, em grande parte, com os olhos vendados.
O ritual de sua iniciação começou com a entrada em um quarto úmido (uma espécie de porão) e foi conduzido pelo “irmão mestre de cerimônias”, auxiliado pelo “irmão experto” (essas são funções da maçonaria).
Ao tirar as vendas de seus olhos pôde ler na Câmara de Reflexão:
“Se a curiosidade te traz aqui, volta; se temeres ser descoberto sobre teus desejos, sentir-te-ás mal entre nós; se fores capaz de dissimular, tremei ! Porque penetrar-te-emos e leremos o fundo de teu coração. Se tens apego às distinções humanas, sai, porque não se conhece isso aqui. Se tua alma sentir medo, não vá mais longe; se perseverares serás purificado pelos elementos, sairás do abismo das trevas e verás luz.”
Isso tudo é completamente contrário ao que diz a Bíblia acerca do Senhor Jesus, que já nos tirou das trevas (Colossenses 1:13).
Segundo o relato, nesta Câmara de Reflexão pode-se encontrar esqueletos e cabeças de bodes entre outras peças que visam amedrontar o iniciado.
De acordo com Jean, esta parte da cerimônia é a primeira prova. A segunda é a “do ar”, onde há uma sonoplastia de tempestade. A terceira, “da água”, em que lavam as mãos do iniciado e a quarta e última, “do fogo”, onde colocam uma vela acesa embaixo da mão.
Numa das etapas da iniciação mostram um corpo dentro de um caixão e vários maçons encapuzados com espadas apontadas para o corpo. O iniciado ouve que o corpo é de um maçom que havia traído a maçonaria e que o mesmo aconteceria caso o iniciado repetisse o fato.
Na conclusão da iniciação para “aprendiz maçom”, o iniciado ouve a seguinte frase:
“agora também devo prevenir-vos de que não zombamos das crenças religiosas. Julgamos, sim, que a nossa maior homenagem ao Grande Arquiteto do Universo, que é Deus, como instituição eclética que somos, é admitir na nossa ordem, para conviver fraternalmente, todos os homens livres e de bons costumes, qualquer que seja a sua religião.”
No “ritual de exaltação” ao grau de “mestre”, o terceiro e último grau na maçonaria simbólica, o “companheiro maçom” (segundo grau na maçonaria simbólica) entra num caixão com os pés voltados para o oriente, onde fica o trono do chefe da loja, os calcanhares em forma de esquadro e a mão direita estendida ao longo do corpo, que deve ser coberto com um pano preto, dos pés à cintura, junto com o avental usado do grau anterior.
O juramento para o grau de mestre é o seguinte :
“Eu, (fala-se o próprio nome), juro de minha livre vontade e em presença do grande Arquiteto do Universo e desta augusta e respeitável loja consagrada a São João, nunca revelar os segredos do grau de mestre. Se eu for perjuro, seja meu corpo dividido ao meio, sendo uma parte lançada ao meio-dia e a outra ao centurião, e as minhas entranhas arrancadas e reduzidas ao vento. Amém.”
ESTRUTURA MAÇÔNICA
Juramentos: Para cada grau da Maçonaria há um juramento específico.
Ritual de Iniciação: Para o 1º grau, aprendiz, lhe é posta uma venda nos olhos e vestes especiais. É conduzido da porta do templo onde afirma ser um profano que está vindo para a luz da Maçonaria.
Símbolos: instrumentos de pedreiro e arquiteto são muito usados, bem como aqueles usados pelos sacerdotes no Antigo Testamento.
Esquadro – significa a retidão, limitada por duas linhas: uma horizontal (que representa a trajetória a percorrer na Terra, ou seja, o determinismo, o destino) e outra vertical (o caminho para cima, dirigindo-se ao cosmo, ao universo, ao infinito, a Deus).
Compasso – traça círculos e, abrindo e fechando, delimita espaço. Representa o senso da medida das coisas. Significa a justiça.
Nível – representa a igualdade: todos os homens devem ser nivelados no mesmo plano.
Prumo – indica que o maçom deve ser reto no julgamento, sem se deixar dominar pelo interesse, nem pela afeição.
Pentagrama – representação de um homem de pé, com as pernas e os braços esticados: indica o ser humano e a sua necessidade de ascensão.
Colunas – são três as colunas no templo maçônico, uma significa o masculino, a força; a outra, o feminino, a beleza; e a terceira, a sabedoria.
G – a letra G representa o grande geômetra, que é Deus.
Avental – usado por todos os maçons durante as sessões, o avental representa a pureza, a inocência.
Espada – é o símbolo da igualdade, da justiça e da honra. Corresponde à consciência e à presença divina na construção do templo.
Sol – é a fonte da vida, a positividade da existência do homem.
Delta luminoso – Representa a presença de Deus, demonstrando a sua onisciência. É um triângulo com um olho no centro. O Delta, triângulo que tem no centro um olho que representa todos os atributos da divindade, fica acima do trono do Venerável Mestre, entre o sol e a lua, que representam as forças do sumo Criador.
Culto: O Código maçônico diz que o verdadeiro culto a Deus consiste nas boas obras.
As Orações: Fazem orações, entretanto não em nome de Jesus Cristo como ensina à Bíblia, nem tampouco fazem citações a Ele ou menção do Seu nome.
Cerimônias Fúnebres: nos funerais há uma cerimônia na loja, sem a presença do falecido; outra em uma igreja ou residência, e outra no cemitério.
Em todas elas a salvação pelas obras é enfatizada e diz-se estar o falecido passando da Loja Terrestre para a Loja Celeste, o que logicamente implica o fato de crer a Maçonaria que seu adepto está salvo.
POR QUE NÃO PODE UM VERDADEIRO CRISTÃO SER MAÇOM?
Contrária a Bíblia, a Maçonaria ensina que as obras podem levar o indivíduo a atingir um padrão tão elevado de moral, pureza e justiça que ao morrer, ingressa na Loja Celestial. Isso se contradiz com os ensinamentos de Deus, onde se ensina a salvação pela graça, por meio da fé (Efésios 2:5-8).
Exige-se, também, o juramento da guarda de segredos que não se conhecem previamente: tal procedimento pode levar o adepto a desmerecer a soberania moral do Senhor em ocasiões que a Maçonaria venha a exigir.
O secretismo maçom faz do adepto um elemento fechado e sem condições de esclarecer determinadas situações, mas as sociedades secretas se caracterizam pela origem pagã e são contrárias à Palavra de Cristo e ao caráter do cristianismo.
Além disso, a Maçonaria prega a fraternidade, ou seja, a comunhão entre todas as pessoas. Como admitir isto se Cristo disse que não pode haver comunhão entre a luz e as trevas (2 Coríntios 6:14)?
O deus da Igreja Maçônica, o Grande Arquiteto do Universo, é um Deus diferente do da Bíblia e guarda costumes que são contrários à Palavra do Criador:
A Maçonaria não crê na Trindade (1 João 2:23) e admite que qualquer pessoa pode ser levada à Loja Celestial, além de aceitar qualquer nome para Deus: Alá, Brahma, Buda,Confúcio, Zumbi ou qualquer outro… todos são identificados como “Jeová”.
A respeito do Senhor Jesus Cristo, a Maçonaria simbólica diz que em seus arquivos, conservados religiosamente pelos monges do Tibete no Himalaia, consta que no período de 12 aos 30 anos, Jesus permaneceu um bom tempo com os monges do Tibete, sendo ali conhecido com o nome de “profeta Issa”.
Embora a Bíblia não descreva a vida de Jesus durante esse período, a Bíblia registra que o ministério de Jesus Cristo se desenrolou apenas após seus trinta anos.
A Igreja Maçônica é uma sociedade profana onde existem símbolos, ritos, dogmas e mistérios oriundos do judaísmo e do paganismo egípcio e babilônico.
Cerimônias e objetos bíblicos são usados com finalidades diferentes, ao bel-prazer maçônico em um flagrante desrespeito às Escrituras Sagradas.
Ora, amigo:
“Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.” (Mateus 22:29b)
Por que não darmos ouvidos às palavras do “nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tito 2:13)?
“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam.” (João 5:39)

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

ISLAMISMO – De Onde Vem?

O Islã surgiu com Muhammad bin Abdallah, mais conhecido por Maomé, um pastor de ovelhas e comerciante nascido no ano 570, na cidade de Meca, hoje Arábia Saudita.
Aos 40 anos de idade Maomé teve uma visão onde o anjo Gabriel lhe revelou o Alcorão, livro sagrado do Islã: Maomé seria o novo e último profeta de Alá, o nome árabe para o mesmo Deus de Abraão e Jesus.
Islã significa submissão. O seguidor do Islã é chamado de muçulmano, que significa “aquele que se submete a Deus”.
Maomé faz sua pregação num ambiente de religiões politeístas, mas logo consegue adeptos para a fé no Deus Único.
Mais tarde é perseguido e ameaçado de morte, e foge de Meca, refugiando-se em Medina, onde fundaria a primeira cidade islâmica.
Essa fuga ou migração, chamada de Hégira, ocorre a 24 de setembro de 622, data celebrada no Islã como o início de uma nova era, o ano 1 do calendário árabe.
Maomé morre em 632, quando toda a Península Arábica já é Islamita.

Hoje o Islã é a maior religião do mundo, com cerca de 1,5 bilhões de fiéis: cresce mais que o cristianismo, especialmente na África e Ásia.
Lamentavelmente, nos últimos anos o Islã tem sido associado ao nacionalismo político radical, graças a fiéis como Bin Laden, Sadan Hussein, Palestinos e Talibãs.
A doutrina do Islã está em “Cinco Pilares de Fé”, que todo fiel deve cumprir:
  1. A profissão de fé: “há um só Deus, Alá; e Maomé é seu Profeta” – para se converter ao Islã, basta proferir essa confissão na presença de testemunhas;
  2. A oração ritual, feita diariamente com o rosto voltado para Meca, acompanhada de gestos e genuflexões;
  3. O jejum, especialmente no Ramadã, o mês do perdão;
  4. A esmola, visando a purificação e a gratidão a Deus;
  5. A peregrinação a Meca, que todo islamita deve fazer pelo menos uma vez na vida.
No dia-a-dia a fé islâmica tem muita oração em casa.
A sexta-feira é reservada para orações comunitárias e pregação do Alcorão nas mesquitas.
Festivais anuais reúnem milhões de peregrinos em Meca, onde se cumprem rituais como dar sete voltas na Caaba e andar pelo deserto, lembrando a saga de Ismael, filho de Abraão com a concubina Agar, conforme relatado no livro de Gênesis (capítulos 16 e 21): os árabes seriam descendentes de Ismael, enquanto Judeus descenderiam de Isaque, filho de Abraão com Sara.
O Cristianismo está próximo do Islã na fé no Deus Único e Todo-Poderoso, Criador do mundo e misericordioso; na herança histórica comum testemunhada no Alcorão e na Bíblia; na crença no juízo final e na ressurreição dos mortos; na crítica à idolatria; na justiça divina manifesta na história e realizada no amor ao próximo e na piedade.
O Islamismo se afasta do Cristianismo ao não aceitar a Trindade e que Jesus Cristo seja Filho de Deus e Salvador.
O Islã se considera uma Reforma do Judaísmo e do Cristianismo, e diz que o Alcorão corrige o Antigo e o Novo Testamento; seria uma espécie de “3ª versão corrigida e ampliada” de uma mesma mensagem de Deus.
Em contrapartida, cristãos não consideram Maomé um profeta, e nem que o Alcorão contenha revelação de Deus.
A matéria sobre o islamismo é bastante extensa, por isso fizemos aqui apenas um resumo.
Leia mais sobre Maomé no (excelente) artigo postado em 07/05/2011 no Blog do Adail: “Desmascarando Maomé”, de Geert Wilders.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

RACIONALISMO CRISTÃO – De Onde Vem?

RACIONALISMO CRISTÃO

Racionalismo Cristão (RC) é um grupo religioso formado do espiritismo kardecista no Brasil.
Enquanto no espiritismo kardecista se dá lugar ao curandeirismo, o RC se distingue dele pela não aceitação de qualquer tipo de manifestação sobrenatural no campo das chamadas curas psíquicas.
Afirma que não admite o sobrenatural nem o misticismo.
De certo modo, o RC não passa de umespiritismo com as práticas e ensinos fundamentais do kardecismo, apenas com nova nomenclatura.
Auto definindo-se, assim declara:

“Ao Racionalismo Cristão cabe uma grande e sublime missão, ainda que bem árdua e por muitos não compreendida: restabelecer a Verdade e reimplantar os magníficos ensinamentos de Jesus na Terra.”
Tentando justificar o título de cristão, frequentemente se vale do nome de Cristo para dar consistência de se tratar um grupo religioso autenticamente cristão. Então lemos mais:
“O RACIONALISMO CRISTÃO explica que Cristo não foi um ‘milagreiro’, mas apenas se utilizou das leis naturais e imutáveis que regem o Universo.”
Justificando o título “racionalismo”, assim explica a razão desse vocábulo ao lado da palavra Cristão, dizendo:
“Sempre ensinamos no RACIONALISMO CRISTÃO que ninguém deve agir na vida sem antes raciocinar, mesmo nas coisas mais insignificantes, nem tomar resoluções, por menores que sejam, sem submeter o assunto a análise do raciocínio.”
Diz mais:
“Ele assenta seus princípios não na ‘fé’, mas no raciocínio no entendimento racional da vida, procurando emancipar a criatura humana do fanatismo, preconceitos e superstições.”
Neste estudo iremos verificar a procedência das palavras de Paulo, quando afirma:
“Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” (1 Coríntios 2:14)
Quando o homem natural usa o seu raciocínio para entender as coisas espirituais, estas lhe parecem loucura e então os absurdos surgem, como no seu ensino básico de “serem Força e Matéria os dois únicos princípios de que se compõe o Universo”.
Dois únicos princípios – afirmam – força e matéria (espírito e corpo), excluindo de suas cogitações a ideia aa existência de Deus como o Criador dessa força e matéria (Gênesis 1:1).
A propósito, diz o mesmo Paulo:
“Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.” (Romanos 1:22)
HISTÓRIA

Luiz José de Mattos e Luiz Alvez Thomaz

Em 1910, Luiz José de Mattos e Luiz Alvez Thomaz (portugueses, comerciantes bem sucedidos e radicados em Santos), verificando ser mal compreendida e deturpada a doutrina Espírita praticada no Brasil, resolveram fundar um Centro para estudo e prática do Espiritismo, alugando para tal fim um sobrado à Rua Amador Bueno, 190, em Santos.
Assim, em 26 de janeiro de 1910, na referida casa, realizou-se a reunião para elaborar o Estatuto, eleger a diretoria e escolher o nome que deveriam dar ao Centro, que ficou sendo “Centro Espírita Amor e Caridade”.
Em virtude do crescimento da obra, Luiz de Mattos e Luiz Alves Thomaz resolveram construir uma sede própria e, no dia 21 de junho de 1912, deu-se a inauguração.
A data de 21 de junho fora escolhida alegremente para a inauguração por ser o dia da desencarnação do Patrono, São Luiz Gonzaga.
Em 1916, todos os Centros praticantes da Doutrina Racionalista Cristã se filiaram ao Centro Redentor, do Rio de Janeiro, presidido por Luiz de Mattos.
A palavra “racional” foi introduzida em 3 de fevereiro de 1946, por obra de Antônio do Nascimento Cottas, levando à designação atual de Racionalismo Cristão.
Como afirmam, o berço do racionalismo cristão se deu na cidade de Santos.
Para esses espíritas racionalistas, Luiz de Mattos foi um profeta. Afirmam até que ele “foi maior que o próprio Cristo” e o “mestre dos mestres”.
(Crenças, Religiões, Igrejas e Seitas: Quem São?, pág. 117)
OBRAS BÁSICAS
Indicam, como obras básicas para todos aqueles que quiserem familiarizar-se com as doutrinas do RC, os livros:

  • RACIONALISMO CRISTÃO *;
  • PRÁTICA DO RACIONALISMO CRISTÃO;
  • A VIDA FORA DA MATÉRIA;
  • CARTAS DOUTRINÁRIAS; e
  • ESCOLA ESPIRITUALIZADORA
RELIGIÃO SIM OU NÃO?
Seguindo a mesma linha de raciocínio do espiritismo Kardecista, o RC nega sua condição de religião ou seita religiosa:
“Por não ser religião, mas escola espiritualizadora, não possui esta doutrina deuses nem adoradores.”
Afirma ainda que não combatem as religiões, mas somente combatem os erros das religiões.
Para justificar sua condição de não ser uma religião, declaram:
“A Doutrina Racionalista Cristã, portanto, é apenas uma filosofia de cunho espiritualista, sem nenhuma conotação de caráter religioso, místico e sobrenatural. Nela não há lugar para mistérios, nem dogmas, nem milagres, pois tudo no universo, tudo na vida, tem explicação racional e científica.”
(O Que é o Racionalismo Cristão, folheto)
Para amenizar suas declarações atrevidas, entretanto, afirmam, no mesmo folheto, que o RC “ensina a respeitar todas as religiões, bem como a maneira de pensar dos semelhantes”.
Procuram porém alertar que ter qualquer sentimento religioso, não passa de tolice. Afirmam que o RC ajuda as pessoas “a se desfazer e libertar, à luz da razão, de seculares erros, preconceitos, crenças e crendices, fanatismos e sectarismos religiosos”.
CONCEITOS RELIGIOSOS
Embora oficialmente procurem demonstrar que o RC não é uma entidade religiosa, não deixam de emitir conceitos religiosos.
E, quando vamos considerar os conceitos religiosos dos espíritas racionalistas, não devemos estranhar suas declarações absurdas e até blasfemas, sabendo de quem parte esses ensinos. Os espíritas racionalistas explicam a origem dos seus ensinos.
ESPÍRITOS ENGANADORES
Falando sobre as dezessete classes de espíritos que fazem sua evolução aqui na terra, considerada por eles um “mundo escola”, dizem:
“Milhões de outros, de igual categoria, embora não encarnando, se dedicam – principalmente por intermédio das Casas Racionalistas Cristãs – a auxiliar astralmente o progresso dos seus semelhantes menos evoluídos, encarnados neste planeta.”
Se milhões desses espíritos se dedicam, por meio das casas racionalistas cristãs, a auxiliar astralmente o progresso de seus semelhantes… quem são eles e o que podemos esperar desses milhões de espíritos?
O que eles podem fazer em se tratando de quem são?
Os racionalistas cristãos não ignoram a natureza desses milhões de espíritos. Dizem deles:
“A perversidade com que podem agir os espíritos do astral inferior, é quase ilimitada.”
Informam mais sobre eles:
“Como os espíritos do astral inferior não ignoram que todos os seres possuem mediunidade intuitiva, dela se aproveitam para incutir no mental dos mesmos ideias absurdas e disparatadas.”
Ora, nós sabemos, à luz da Bíblia, que nossa luta espiritual não é contra o sangue e a carne, mas contra as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais:
“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.”(Efésios 6:12)
Na análise dos ensinos desse grupo religioso, verificaremos que se tratam de sutis ensinos de demônios apontados por Paulo:
“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios.” (1 Timóteo 4:1)
Considerando que o RC se propõe a restabelecer “os magníficos ensinamentos de Jesus na Terra”, é lógico admitir que precisamos examinar onde se encontram esses “magníficos ensinamentos” para poder confrontá-los com os ensinamentos do RC, a fim de sabermos se realmente procede essa afirmação.
Para isso, nada melhor do que examinarmos a Bíblia, onde fidedignamente se acham os ensinamentos de Jesus! E, sem dúvida alguma, esses ensinamentos estão exarados nos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João.
O próprio Jesus se referiu a esses ensinos dizendo:
“Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:31-32)
O RC ensina a remissão de pecados pela morte e ressurreição de Cristo na cruz?
Certamente que não! Esses ensinos bíblicos são ridicularizados.
Permanecer nos ensinos de Jesus, registrados na Bíblia, é conhecer a verdade que liberta.
Enquanto mencionam os magníficos ensinos de Jesus (que, como dissemos, se encontram na Bíblia, na parte denominada Novo Testamento) os racionalistas cristãos falam da Bíblia com desdém e escárnio, como se ela tivesse sido adulterada e não merecesse o menor crédito.
Que incoerência!
Falam dos magníficos ensinos de Jesus e, ao mesmo tempo, repelem o livro no qual esses ensinos se encontram.
Jesus ordenou que ensinássemos o que ele ensinou (Mateus 28:19-20).
O QUE ELES DIZEM SOBRE A BÍBLIA
“Na Bíblia, todos o sabem, foram alterados diversos textos originais, com o fim de favorecer a um vantajoso sistema capaz de propiciar fundos suficientes para o sustento da legião sacerdotal, mantenedora do sistema.”
Para “provar” a alteração de textos originais é citado o seguinte:
“Durante muitos séculos, as religiões propugnaram pela ignorância dos seres. Essa ignorância convinha aos interesses dos orientadores religiosos. Isto porque ricos e ignorantes sempre viveram às mil maravilhas com as seitas religiosas que introduziram na Bíblia este versículo repleto de malícia: ‘Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus’.”
Para justificar sua rejeição à Bíblia e como a mesma deve ser repelida alegam “textos originais” alterados… falando da Bíblia nos seguintes termos:
“Veja-se como esta revelação da vida (os ensinos racionais), transmitida ao conhecimento humano, é diferente da que as sectaristas apresentam, cheia de incoerências, absurdos e contradições, porque baseada nas sandices bíblicas…”
Quem diria!? O texto de Mateus 5:3 é espúrio!
Alguém já leu algo sobre tal passagem ser considerada como um texto espúrio? Qual o erudito em língua grega que apontou esse texto como espúrio? É realmente um “versículo repleto de malícia”?
Sem dúvida alguma, tal afirmação é própria de alguém que desconhece inteiramente sobre o que está falando: ser pobre de espírito significa ser cônscio de sua necessidade espiritual e não petulante como os espíritas racionalistas!
Enquanto afirmam que esse texto é espúrio, perguntam:
“Por que Jesus, o Cristo, ensinava: ‘Não as faças que as pagas?’”
Alguém que conheça a Bíblia já leu isso alguma vez, Jesus dizendo: “Não as faças que as pagas”?!?
Os racionalistas cristãos deviam, pelo menos, ler uma vez a Bíblia antes de começarem a falar dela, pois, da forma que demonstram, falam do que não entendem!
Deveriam, no mínimo, ser mais cristãos e menos racionalistas!
Que incoerências registra a Bíblia?
Quais são os absurdos e contradições?
Onde encontramos “sandices” na Bíblia?
Ao contrário dessas afirmações absurdas e não provadas, devemos ter em mente a seguinte recomendação:
“Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.” (Hebreus 4:12)
Vejam como Jesus se dirigiu aos seus contemporâneos:
“Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.” (Mateus 22:29)
Da mesma forma nós podemos afirmar aos racionalistas que eles falam da Bíblia sem conhece-la.
Se fossem apenas preceitos dos homens, os ensinos dos racionalistas ainda não seriam tão perniciosos, mas… podemos ir um pouco além e afirmar que se tratam de ensinos de demônios!
O QUE ELES DIZEM SOBRE DEUS
“Na Bíblia, no Velho Testamento – livro sagrado e intocável para tantos adoradores – existem várias referências ao deus de temperamento iracundo e vingativo da época. Esse vergonhoso sentimento, especialmente em um deus, nada mais é do que o reflexo do sentimento do próprio povo que o imaginou.”
Continuando suas afirmações arrogantes, atrevidas e blasfemas, entendem que manifestar crença na existência de um único Deus verdadeiro não passa de atraso espiritual:
“Os que hoje rendem culto a um deus abstrato, acharão – ao cabo de tantas encarnações quantas precisarem para atingir o necessário esclarecimento – tão tolo esse culto, quanto ridícula os civilizados entendem, agora, ser a ideia, que também já alimentaram, de adorar deuses representados por elementos da natureza ou animais inferiores.”
E, por fim, chegam ao cúmulo da blasfêmia em falar de Deus como “o hipotético deus-pai”…
“O Racionalismo Cristão substituiu a palavra ‘deus’ por termos mais condizentes e adequados à realidade, tais como ‘Força Universal’, ‘Força Criadora’ ou ‘Grande Foco’, do qual fazemos parte integrante como partículas em evolução, possuindo, em estado latente, todos os atributos, poderes e dons dessa Força, dessa Inteligência Universal.
O Grande Foco ou Força Universal ocupa todo o Espaço infinito, não existindo um só ponto no Universo que não acuse a sua presença vital, inteligente e criadora. Assim, o racionalismo Cristão, evidentemente, não admite a ideia de Deus como terceiro elemento no Universo, além de Força e Matéria.”
(O que é o Racionalismo Cristão, folheto)
O racionalismo considera um atraso intelectual a crença na existência de um Deus pessoal. Antes de escrever tais absurdos eles deveriam ler:
“Ai daquele que contende com o seu Criador! o caco entre outros cacos de barro! Porventura dirá o barro ao que o formou: Que fazes? ou a tua obra: Não tens mãos?” (Isaías 45:9)
Se crer num Deus pessoal é atraso intelectual, por que lemos o contrário na Bíblia: que o ateísmo, sim, é um atraso mental?! Vejam:
“Disse o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem.”(Salmos 14:1)
Dizendo que “O Racionalismo Cristão… assenta seus princípios não na ‘fé’ mas no raciocínio”, se coloca ele totalmente contra o modo pelo qual podemos declarar nossa crença na existência de Deus:
“Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.” (Hebreus 11:6)
Piores até do que os demônios, são os espíritas racionalistas e suas crenças, pois enquanto os demônios creem que Deus existe e estremecem na sua presença (Tiago 2:19), os adeptos desse grupo religioso zombam da crença na existência de um Deus pessoal e transcendente ao próprio universo criado por Ele.
Paulo não era assim tão atrasado intelectualmente e, no entanto, cria que Deus é o Criador do Universo e que dependemos dele até para a nossa respiração (confira Atos 17:24-31).
Os racionalistas cristãos chegaram muito tarde para fazer essa afirmação tão absurda acerca da inexistência de um Deus pessoal: existe uma crença universal na existência de Deus que não pode ser desprezada e Paulo se refere a ela em Romanos 1:19-21,28.
A personalidade de Deus é contrária ao panteísmo ensinado pelo espiritismo racionalista que fala de Deus como “o Grande Foco, Força Universal que ocupa o Espaço infinito”.
Esse conceito é também denominado monista panteísta e, ao contrário, Deus é um ser que revela autoconsciência:
“E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” (Êxodo 3:14)
O QUE DIZEM SOBRE ORAR E ADORAR
“Almas libertas da escravidão sectárica, os estudiosos do Racionalismo Cristão aprenderam a confiar em si mesmos, na sua capacidade espiritual e no poder da vontade para lutar e vencer. Não são, por isso, adoradores, nem pedinchões, nem lamuriosos, nem farrapos mentais.”
Quanta altivez religiosa: um homem, adorador do Deus vivo e verdadeiro e tido na linguagem de Jesus como aquele a quem Deus procura para adorá-lo em espírito e em verdade, é considerado pelos racionalistas como um “farrapo mental”. Diz o profeta Jeremias:
“Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR! Porque será como a tamargueira no deserto, e não verá quando vem o bem; antes morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável. Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR.” (Jeremias 17:5-7)
Não se pode negar que essa altivez religiosa dos espíritas é resultante do engano do seu coração:
“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” (Jeremias 17:9)
Os racionalistas são, repetimos, mais racionalistas do que cristãos: que tipo de cristianismo é esse que ensina a não adorar e nem orar?!?
Jesus ensinou sobre a necessidade de orar, sempre orar e nunca desanimar (veja Lucas 18:1), com isso contou várias parábolas, destacando por fim:
“E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; Porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á.” (Lucas 11:9-10)
O QUE ELES DIZEM SOBRE O PERDÃO
“Não existem perdões no plano espiritual nem deuses para perdoar.”
“Dentre os mais graves erros das religiões, ocupa lugar de destacado relevo o perdão para as faltas e, até mesmo, para os crimes cometidos por seus adeptos.”
“A mística do perdão para os crimes, falcatruas e prevaricações, não tem qualquer sentido na vida espiritual.”
(Racionalismo Cristão Responde, pág. 136)
Quem não conhece o episódio ocorrido entre o Senhor Jesus e a mulher pecadora?
“E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais. Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (João 8:10-12)
Como dizer que seguem os magníficos ensinos de Jesus e não ter lido na Bíblia sobre esse perdão tão magnânimo de Jesus ao dizer a mulher “nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais”…
Será que os espíritas racionalistas não leram as palavras da Oração ensinada pelo próprio Jesus Cristo ensina a pedir (conforme Mateus 6:12) “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores”?
Será que o Racionalismo é mais racional do que cristão?
Parece que sim…
Estava Jesus errado, gravissimamente errado ao conceder perdão à mulher pecadora?
Estava errado quando ensinou a orarmos e pedirmos perdão a Deus? Grave erro cometido por Jesus?
E não foram essas as únicas ocasiões em que Jesus outorgou perdão a alguém: em outro episódio, sofreu até um protesto silencioso dos escribas e fariseus presentes, que julgaram, como os racionalistas, estar Jesus blasfemando ao declarar perdão a quem lhe procurara para apenas receber cura do corpo:
“E Jesus, vendo a fé deles, disse ao paralítico: Filho, perdoados estão os teus pecados (….) Ora, para que saibais que o Filho do homem tem na terra poder para perdoar pecados (disse ao paralítico), A ti te digo: Levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa.” (Marcos 2:5,10-11)
O QUE ELES DIZEM SOBRE A REENCARNAÇÃO
“Porque negar a reencarnação?”
“Por que as religiões ocidentais tanto se empenham, tanto se obstinam em negar a reencarnação? (…) A resposta é fácil: reencarnação e salvação são ideias que se atritam, que se agridem, que se chocam, porque antagônicas e irredutivelmente inconciliáveis. Ora, no conceito de salvação – intimamente ligado aos favores do perdão – está, precisamente, a base em que se apoiam essas religiões. (…) Quando o indivíduo se convencer de que se praticar o mal, terá, inapelavelmente, de resgatá-lo; que numa encarnação se prepara para a encarnação seguinte… que não poderá contar com o auxílio de ninguém para libertá-lo das consequências das faltas que cometer e que terá de resgatar com ações elevadas – qualquer que seja o número de encarnações para isso necessárias – por certo pensará mais detidamente, antes de praticar um ato indigno.”
“O espírito, quando encarna, isola-se do seu passado, esquecendo-se, por completo, das anteriores encarnações.”
Uma das assertivas da doutrina reencarnacionista é que, para haver justiça, deve o homem resgatar as suas próprias faltas da existência em que vive e das existências anteriores.
Ora, como isso pode dar-se se como ponto principal deve ele esquecer-se do seu passado, ou melhor dizendo, “das anteriores encarnações”?
Que tipo de melhora pode ele obter se todo o passado de erros está esquecido?
Em que ele falhou para melhorar nesta vida?
Quando Jesus perdoava os pecadores, eles sabiam do que estavam se arrependendo e consequentemente abandonando seus erros passados!
Paulo confessa seus erros do tempo da sua ignorância dizendo que tinha sido blasfemo, perseguidor e opressor, mas tinha alcançado misericórdia e afirmava então que não vivia mais para si, mas vivia para Cristo, chegando ao ponto de recomendar que o imitassem porque por sua vez imitava a Cristo (vide 1 Timóteo 1:13; Gálatas 2:20; 1 Coríntios 11:1).
Pedro, quando negou Jesus, chorou amargamente (Mateus 26:75).
Como podem melhorar os tidos como reencarnados se não têm a mínima lembrança dos feitos da vida anterior ou anteriores?
Melhorar no quê?
Arrepender-se dos pecados da vida atual ou dos pecados das vidas anteriores?
Quem rege a lei do carma para impor castigo ou recompensa se Deus não existe?
Quem determina o que está certo ou errado desta vida e das vidas anteriores?
Até que enfim descobriram que, na verdade, reencarnação e salvação não se conciliam: são conceitos que se atritam e que se agridem!
Concordamos plenamente com essa distinção entre reencarnação e salvação!
Porém devemos destacamos novamente a soberba espiritual dos espíritas racionalistas, que pensam em resgatar as próprias faltas!
Com que?
Com dinheiro ou com obras virtuosas e mais sofrimentos?
Se for com dinheiro é inútil, pois a riqueza de qualquer mortal acabaria antes, dado que o resgate de uma alma é caríssimo (veja Salmos 49:6-8).
Se for com obras meritórias, então o negócio complica ainda mais, porque nossas obras de justiça são como trapos de menstruação (Isaías 64:6)!
O conceito de reencarnação fala de salvação por esforços pessoais, tais como: arrependimento, boas obras e sofrimentos… é uma suposta salvação obtida pelo homem, se não numa encarnação, em várias encarnações.
Pensam ser isso possível para se atingir o estado de espírito puro.
Agora, salvação no conceito bíblico não é fruto de esforço próprio: é favor imerecido de Deus! (vejaEfésios 2:8-10)
E por que?
Porque o homem é incapaz de, por esforços próprios, conseguir a sua salvação (Tito 2:11-13).
Jesus, explicando sua missão na terra, afirmou que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos (Mateus 20:28).
Afirmou, em casa de Zaqueu, que veio buscar e salvar o que estava perdido (Lucas 19:10).
Ao instituir a Ceia e distribuir o cálice mencionou que o cálice era o seu sangue derramado para remissão de pecados (Mateus 26:26-28).
Toda a pessoa que recebe o perdão de Deus, pela sua fé na pessoa de Jesus Cristo, não continua no pecado. Os conselhos bíblicos nesse sentido são muito frequentes (2 Coríntios 5:17;Efésios 4:17-32; 5:3-16).
Ora, a Bíblia fala de regeneração, que é a mudança das disposições íntimas da alma dentro de uma só existência (João 3:3-5) e não de reencarnação.
Diz a Bíblia que o homem só passa por esta existência uma única vez e, depois disso, enfrentará o juízo (Hebreus 9:27; Eclesiastes 12:7)
O QUE ELES DIZEM SOBRE JESUS CRISTO

ecumenismorc

“Grandes espíritos, movidos por ideais reformadores, baixaram à Terra, encarnando, com enorme sacrifício, para ver se conseguiam a desbrutalização da mente humana que se deixara empolgar pelo sentimento do gozo e dos prazeres apenas materiais. Esses valorosos espíritos, porém, além de não haverem sido compreendidos, acabaram divinizados pela massa ignara, como aconteceu com Jesus, Buda, Confúcio e Maomé.”
“Negarem a Jesus o valor, o mérito de haver conquistado a sua evolução espiritual à custa de grandes lutas, de trabalhos, de sofrimentos, de desencarnações e reencarnações, atribuírem as qualidades, a nobreza, os altos atributos que possui esse grande espírito ao privilégio de uma suposta filiação divina, é erro grave que cometem, além de demonstração lamentável ignorância relativamente à vida espiritual.”
“No Brasil, e em muitos outros países, adora-se a Jesus. Não há entretanto, qualquer diferença, entre tais adoradores e os outros que se voltam para Buda, Confúcio e Maomé.”
“Nenhum adorador é capaz de dissociar a ideia de adorar, da de pedir. A razão é óbvia: adorar e pedir são duas muletas iguais, para uma só invalidez mental.”
O que de cristão existe no racionalismo?
Sem dúvida, de cristão só tem o nome, pois não é possível, à luz da Bíblia, igualar fundadores de religiões como o budismo (Buda), o confucionismo (Confúcio) e o islamismo (Maomé) com a pessoa augusta e divina de Jesus Cristo!
O evangelho de João começa com estas palavras:
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus(…) E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1: 1, 14)
É ignorância, segundo os espíritas racionalistas, admitir que Jesus tinha filiação divina.
No entanto, por duas vezes, o próprio Pai, do céu, proferiu palavras de reconhecimento de Jesus como Seu Filho, sendo a primeira no batismo de Jesus:
“E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” (Mateus 3:17)
A segunda ocorreu no Monte da Transfiguração, quando repetiu as mesmas palavras (Mateus 17:5).
Como ousam os racionalistas afirmar que crer na filiação divina de Jesus não passa de “demonstração de lamentável ignorância espiritual”?
Termina João o seu evangelho e dá a razão de tê-lo escrito:
“Jesus, pois, operou também em presença de seus discípulos muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.” (João 20:30-31)
Isso é ignorância?
Como vemos, Jesus não era simplesmente um grande espírito que baixou à Terra. Ele existia na condição de Deus (Filipenses 2:6) e se humilhou, tomando a forma de servo. E, encontrando-se na forma de servo, foi até à morte (…e morte de cruz, conforme Filipenses 2:7-8!) para salvar a humanidade através de seu sacrifício (Mateus 20:28).
Suas reivindicações o tornaram distinto de todos os demais reformadores religiosos:
  • Declarou ser o caminho, a verdade e a vida, fora de quem ninguém entrará no céu (João 14:6);
  • Durante sua vida terrena recebeu adoração de certas pessoas na condição de Deus-homem e não como homem simplesmente (João 20:28), inclusive dos seus discípulos, sem que em qualquer ocasião os tivesse repreendido por tal atitude (Mateus 14:33,28:9-17; João 9:35-38).
Como, racionalmente, alguém pode dizer que “adorar” e “pedir” “são duas muletas iguais para uma só invalidez mental”?
Adorar e orar são duas práticas que todos os seres humanos deveriam prestar a Jesus Cristo (Filipenses 2:9-11).
Uns hoje o fazem voluntariamente, outros, como os racionalistas, um dia terão que prostrar-se aos pés de Jesus para isso fazer, embora hoje entendam tais práticas como sendo “muletas por causa de invalidez mental”de quem assim o faz…
O QUE ELES DIZEM SOBRE MILAGRES
“Os deuses mitológicos, também fizeram milagres, na imaginação fantasista dos adoradores, e daí a autoridade e o prestígio que tiveram junto aos seus fiéis.”
“Não há diferença sensível, por isso, entre os deuses milagreiros da mitologia, e os não menos milagreiros das variadas religiões atuais.”
Admitir a existência de instituições religiosas falsas que fabricam milagres através de vários médiuns, que, a um só tempo, encarnam o Dr. Fritz fazendo curas espirituais e iludindo os incautos, isso é bem notório entre os brasileiros.
Não negamos que isso realmente dá muito prestígio aos espíritas, notadamente em Uberaba, onde Chico Xavier teve uma grande clientela que ia receber suas mensagens psicografadas como se fossem de parentes mortos. Isso sim é um milagre falso!
Isso, repetimos, não passa de imaginação fantasiosa dos adeptos do espiritismo Kardecista!
Paralelamente também se ouve falar muito dos milagres dos orixás dos cultos afro-brasileiros nos centros de terreiro.
Como exemplo de um culto sincretista é a entidade mitológica conhecida como Iemanjá, dos cultos de Umbanda, que rivaliza, no culto católico, com a Virgem Maria.
Isso, não negamos, traz um prestígio enorme aos pais e mães de santo espalhados por todo esse Brasil!
Concordamos plenamente com essa crítica racionalista, mas admitir que só existam falsos milagres e não existam verdadeiros? Com tal assertiva não concordamos.
Jesus, durante o seu ministério, realizou curas milagrosas em coxos, cegos, mancos, leprosos (Mateus 11:3-6)… e até ressuscitou mortos como, por exemplo, a filha de Jairo (Lucas 8:41-56), o filho da viúva de Naim (Lucas 7:11-17) e Lázaro, sepultado há quatro dias (João 11:40-45).
Não podemos nos esquecer que Jesus é eterno, sendo o mesmo ontem, hoje e eternamente (conforme Hebreus 13:8), podendo, pois, realizar através dos seus mensageiros, milagres iguais (Marcos 16:17; 1 Coríntios 12:7-11).
O QUE ELES DIZEM SOBRE CÉU E INFERNO
“Se as organizações religiosas revelassem a verdade aos seus adeptos, no tocante à fantasia dos perdões, da salvação eterna, da mansão celeste, do divino pai, do inferno, do diabo… e de tantas outras invencionices, nenhuma delas se manteria de pé.”
“Inúmeros daqueles que iludiram o semelhante com promessas do céu e ameaças do inferno, ali também se acham presentes. É o paraíso de todos os materialões e gozadores.”
Repetimos a pergunta: o que de cristão existe nesse tipo de espiritismo muito mal denominado de cristão?
Deveriam sim, seus adeptos, antes de se desligarem do espiritismo Kardecista, tomar uma nova posição religiosa e não repetir os absurdos de Allan Kardec com o título pomposo de Racionalismo e de Cristão, porque esse tipo de espiritismo não é nem uma coisa e muito menos outra!
Deveriam mudar de nome: não é possível adotar o nome de cristão e ser tão antagonicamente anticristão!
Tudo o que Jesus Cristo ensinou e que se acha exarado na Bíblia, é tido como fantasia… como resultado de deboche religioso de Jesus.
Jesus falou do perdão?
Sim: ensinou na oração dominical a pedirmos perdão por nossas dívidas ao Pai celestial (Mateus 6:9-10)
Jesus falou da salvação eterna?
Sim: em João 5:24 ele declarou que quem ouve sua palavra e crê naquele que o enviou tem a vida eterna, não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.
Jesus falou do céu como lugar de felicidade eterna?
Sim: disse que na casa do seu Pai há muitos lugares e avisou que ele mesmo é o caminho para lá! (João 14:2-3)
Jesus falou do seu Pai celestial?
Sim: logo na sua adolescência já se encontrava consciente da existência do seu Pai celestial, respondendo a Maria, sua mãe, que estava cuidando dos negócios dele (Lucas 2:49)
Jesus fez ameaças sobre o inferno?
Sim: disse que era melhor entrar na vida aleijado do que ter corpo perfeito e ir para o inferno, onde o seu bicho não morre e o fogo nunca se apaga (Marcos 9:43-45).
Jesus falou do diabo?
Sim: falou do diabo como o pai da mentira (João 8:44).
Sem dúvida nenhuma, o diabo é que tem colocado esses ensinos na cachola dos racionalistas cristãos, que falam inspirados por ele, pois todas as suas afirmações são de origem diabólica.
Tudo isso seria “invencionice” de Jesus?
Que atrevimento esse o dos racionalistas!
E depois falam de “materialões e gozadores”… Seria Jesus um deles?
Como dizer-se cristão e negar os ensinos de Jesus?
Cristão é apenas aquele que segue Cristo (Atos 11:26) e podemos afirmar que os racionalistas cristãos não são nem uma coisa nem outra: não passam de espíritas repetindo as heresias bem conhecidas de Allan Kardec!
CONCLUSÃO
Diante do exposto, fica patente que o Racionalismo Cristão não é nem uma coisa nem outra, ou seja, não tem nada de racional e muito menos de cristão!
Ser cristão e afirmar que Jesus é igual a Buda, Maomé, Confúcio?
Ser cristão é revelar completa ignorância acerca de quem é Jesus Cristo na declaração de Pedro:
“E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.”(Mateus 16:16)

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

IGREJA MESSIÂNICA MUNDIAL (JOHREI) – De Onde Vem?

Não são poucos os cristãos que confundem com uma Igreja Messiânica Mundial (IMM) com uma igreja evangélica das muitas que existem nenhuma Brasil em razão do nome “Messiânica” ser derivado do nome Messias.
Isso se tornou mais notório quando o signatário ministrava um estudo bíblico domiciliar: entre os participantes havia uma senhora que, indagada sobre a sua filiação religiosa, sem reservas, declarou “sou filha de pastor, neta de pastor, ex-organista de uma igreja evangélica e hoje sou membro da Igreja Messiânica Mundial”.
Naturalmente, isso chocou-me profundamente.
É possível que isso ainda esteja ocorrendo com muitos cristãos, pouco informados sobre a IMM, admitindo que ela seja uma Entidade evangélica, quando na verdade, não é.

Como sabemos, o nome Messias, proveniente da forma helenizada do hebraico Mashiach, é exclusivo do Senhor Jesus Cristo. Khristos, sua tradução grega e Ungido, é nome ou título exclusivo de Jesus.
Isaías, cognominado o profeta messiânico assim, falou a respeito do nascimento virginal de Jesus Cristo:
“Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que uma virgem conceberá, e dará a luz um filho, e será o seu nome EMANUEL” (Isaías 7:14)
Esse versículo é citado em Mateus 1:21-23 com uma respectiva tradução: “Deus conosco”.
Indagando Jesus os seus discípulos sobre sua identidade, Pedro tomou a palavra e disse:
“Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.” (Mateus 16:16b)
Afirmou Jesus que Pedro era abençoado, pois sua declaração tinha sido revelada por Deus.
MOKITI OKADA
É o seu Messias.
Ele não faz segredo dessa reivindicação pois declara:
“Não houve um outro caso semelhante a não ser Cristo que outorgou sua força aos seus 12 discípulos.”
(Apostila Para Aula de Iniciação, pág. 23, aula 4)
Mokiti Okada é também conhecido pelo título Meishu-Sama. Este título significa “portador de luz”.
Uma luz não verdadeira, sem dúvida, pois, a respeito de Jesus, escreveu João:
“Ali estava a verdadeira luz, que alumia a todo o homem que vem ao mundo.” (João 1:9)
Se Jesus é a luz verdadeira, qualquer um que alegue ser portador de luz só pode ser aceito como não verdadeiro!
Mokiti Okada, nasceu em Assakussa, Tóquio, no dia 23 de dezembro de 1881.
Quando estava com uma idade de 45 anos, isto em 1926, no mês de dezembro, teve sua experiência mística, ocasião em que afirma ter atingido o Estado de Kenshinjitsu (conhecimento total da verdade de todas as coisas e dos fenômenos do universo e do homem ). No alvorecer do dia 15 de junho de 1931, no alto do Monte Nokoguiri, Meishu-Sama “recebeu” a Iluminação Divina.
A respeito dele dizem:
“Meishu-Sama fundou a Igreja Messiânica Mundial com este propósito: a Realização do Céu na terra, com Verdade , Virtude e Beleza que trarão a Saúde, a paz e a prosperidade.”
(A Igreja Messiânica Mundial, 1971/72, pág. 13)
Faleceu no dia 10 de fevereiro de 1955.
Embora esteja morto, os seus os membros da IMM procuram conversar com Mokiti Okada. Certo membro da IMM assim se pronuncia:
“Fui ao altar, Conversei com Meishu-Sama e lhe manifestei o meu desejo.”
(Oferta de Gratidão, pág. 41)
Ora, até onde sabemos, a IMM não admite a ressurreição do seu fundador. Como podemos então, falar com ele depois de morto?
Naturalmente isso é um tipo de mediunidade, prática proibida por Deus! Vejamos o que diz a Palavra de Deus:
“Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, NEM QUEM CONSULTE OS MORTOS.”(Deuteronômio 18:10-11)
“Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles.” (Isaías 8:19-20)
Após a sua morte, foi sucedido pela sua esposa, Yoshi Okada, chamada pelos adeptos como Nidai-Sama.
Em junho de 1955 iniciaram os seus trabalhos messiânicos no Brasil.
Em julho 1965 foi fundada a Igreja Messiânica Mundial do Brasil, com sede na cidade de São Paulo, possuindo locais de reunião em outras cidades do Brasil.
Por ocasião do falecimento da segunda presidenta, a filha do casal, Itsuki Okada, assumiu a direção da IMM intitulando-se Yoshu-Sama.
Embora Mokiti Okada afirme ter realizado muitos milagres, ele se enquadra perfeitamente na advertência de Jesus:
“Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.” (Mateus 24:5)
Enquanto os cristãos são orientados a orar ao Pai celestial em nome de Jesus (João 14:13-14; 1 Coríntios 1:2), os messiânicos são orientados a orar a Deus e a Meishu Sama.
Distribuem um impresso para o pedido de oração com os dizeres:
“Peço a Deus e Meishu-Sama que me enviem Luz para aliviar este sofrimento, possibilitando que esta pessoa sirva na Obra Divina, o mais rápido possível.”
Naturalmente, tal forma de orar coloca o messiânico na condição de um idólatra ao orar a Deus e a Meishu-Sama. Isso é proibido biblicamente (Salmos 65:2; Isaías 45:20-22; Atos 4:12)
A IGREJA
A IMM teve várias alterações de nome.
Até 1950 chamava-se uma organização NIPON KANNON KYDAN (Igreja Kannon do Japão); Atualmente é conhecida como: SEKAI Kyusei-KYO – (Igreja Messiânica Mundial).
Um dos nomes antigos dados a ela era Empresa Construtora de um Novo Mundo. Reconhecendo que esse título poderia confudí-la com uma empresa construtora comum, resolveram adotar o nome atual (Alicerce do Paraíso, pág. 40 – volume 4).
O grande objetivo da IMM é criar o paraíso na terra: foram construídos os solos sagrados de Atami e Hakone, com muitos bosques, lagos e jardins projetados pelo próprio fundador.
Admitindo sua vocação divina declara:
“Logo virá o tempo em que a Igreja Messiânica Mundial será proclamada pelo mundo inteiro. É uma igreja que se caracteriza pelo espírito eclético ou Ecumênico.”
Sobre isso declara um membro da IMM: “Nossa Igreja é realmente liberal”.
(Alicerce do Paraíso, pág. 66 – volume 4)
FONTE DE AUTORIDADE RELIGIOSA
Os ensinamentos básicos da IMM são as revelações que Meishu-Sama recebeu supostamente de Deus.
Afirmam que são portadores de luz e dão testemunho de que milhares de pessoas obtiveram milagres extraordinários simplesmente através da leitura dos Ensinamentos de Meishu-Sama.
O respeito aos livros, com os ensinamentos do fundador, é tão grande que os messiânicos são aconselhados a colocá-los em locais altos e separados de outros objetos. Nunca devem pô-los numa cadeira ou no chão. Nenhum objeto DEVE ser posto acima dos ensinamentos.
(Recomendações Para os Messiânicos, págs. 26-27)
A FORÇA DE ATRAÇÃO
Os milagres são muito enfatizados pela IMM, pois eles declaram:
“Na nossa igreja incontáveis milagres surgem: são curadas doenças consideradas incuráveis pela medicina. Tornando-se messiânica, ela compreenderá, também, que uma das grandes características de nossa religião é a ocorrência de muitos milagres.”
(Alicerce do Paraíso, págs. 19 e 55, volume 4)
A Bíblia adverte que os milagres nem sempre provam a verdade de uma religião, principalmente quando seus Ensinos divergem das Escrituras.
Encontramos na Bíblia uma advertência sobre esse assunto:
“Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti, e te der um sinal ou prodígio, E suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los; Não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos; porquanto o Senhor vosso Deus vos prova, para saber se amais o SENHOR vosso Deus com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma.”(Deuteronômio 13:1-3)
Jesus também advertiu:
“Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.”(Mateus 24:24)
Esses milagres são atribuídos à prática conhecida como Johrei.
JOHREI
Surge então a seguinte pergunta: O que é o JOHREI?
É uma palavra de origem japonesa, formada por duas palavras: JOH que significa purificar; REI que significa espírito ou corpo espiritual.
Explicam nesse caso que:
“O Johrei foi revelado por Deus, concretizado pelo Mestre e permitido aos fiéis da Igreja Messiânica Mundial. O poder do Johrei emana do mundo de Deus, onde não se interpõe a ação da mente humana nem a força do homem.”
Ilustram o funcionamento dessa prática dizendo assim:
“… pode-se supor Deus como a estação de rádio, o Mestre um retransmissor, e o fiel o receptor. É pois (…) “o sagrado ato de purificação.”
(Igreja Messiânica Mundial, dezembro de 1980, pág. 63)
Para que os benefícios sejam alcançados , explicam:
“O Johrei é a Luz de Deus canalizada por Meishu-Sama para o ‘OHIKARI’.”
O Ohikari é uma medalha presa por um cordão colocado no peito do adepto.
O Ohikari é recebido pelo adepto no momento em que termina o curso e passa a ser aceito como membro da IMM.
Apregoam maravilhas como resultado dessa prática:
“A Igreja Messiânica é uma religião com poderes suficientes para eliminar os sofrimentos da humanidade. Sua atuação é uma ‘Obra de Salvação’ ultra religiosa. O Johrei é um dos pontos mais importantes da doutrina messiânica, podendo-se dizer que ele é a essência da mesma, o que melhor a caracteriza, não havendo nada que se lhe compare.”
(Alicerce do Paraíso, pág. 69, volume 4)
Como podemos perceber, essa prática é um dos pontos mais importantes da doutrina messiânica.
Se a prática do Johrei é o sagrado ato de purificação, seria razoável perguntar: purificar-se do quê?
MÁCULAS
Trata-se da purificação das máculas ou manchas humanas, o que nós cristãos denominamos pecado.
A Bíblia ensina que o pecado entrou no mundo pela desobediência de Adão e Eva:
“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” (Romanos 5:12)
Os messiânicos, contrariando os ensinamentos da Palavra de Deus, acreditam que as máculas ou manchas humanas são provenientes das seguintes causas:
  • Herança dos antepassados.
  • Resultado de encarnações anteriores.
  • Pensamentos, palavras ou atos de maldade (Redenção da Máculas atual).
  • Ingestão de Substâncias nocivas (produtos científicos ou medicinais adicionados na alimentação), que turvam o sangue (o sangue é o espírito materializado).
Ensinam então que as máculas mencionadas podem ser apagadas pela prática do Johrei. Esse ensino não é verdadeiro à luz da Bíblia.
Prosseguem, ainda, afirmando que a doação de dinheiro pode acelerar o processo de eliminação das máculas, do seguinte modo:
“A partir do instante em que doamos dinheiro, espontaneamente gratos a todas as bênçãos recebidas, muitas das nossas Máculas Serão eliminadas.”
(Ensinamentos de Nidai Sama, pág. 68, volume I)
Admitir que dinheiro elimine Máculas é inconcebível: é o conhecido pecado de Simonia, criticado pelo apóstolo Pedro:
“Mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro.” (Atos 8:20)
Existe somente um meio de purificação das máculas do pecado. A Bíblia declara com muita clareza:
“Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado.” (1 Pedro 1:18-19)
“Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.” (1 João 1:7)
“Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça.” (Efésios 1:7)
“Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo?” (Hebreus 9:14)
A prática do Johrei não passa de um tipo de arte mágica e, como tal está ligada ao ocultismo, proibida por Deus:
“Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti.” (Deuteronômio 18:10-12)
Como prova de conversão a Deus, os que praticavam tais artes mágicas, aprendidas em livros especializados tais, queimavam literaturas:
“Também muitos dos que seguiam artes mágicas trouxeram os seus livros, e os queimaram na presença de todos e, feita a conta do seu preço, acharam que montava a cinquenta mil peças de prata.” (Atos 19:19)
PANTEÍSMO E POLITEÍSMO
Disfarçadamente, a IMM declara sua missão:
“A Igreja Messiânica Mundial tem a missão de servir como principal veículo para comprovar ao mundo um Existência de Deus, Através da manifestação do seu poder.”
(Oferta de Gratidão, págs. 17 e 19)
Não obstante, seria oportuna uma observação: Qual Deus?
A pergunta é oportuna, pois os messiânicos professam um sincretismo religioso ensinando, ao mesmo tempo, conceitos panteístas e politeístas.
Como panteístas ensinam:
“Deus é a Fonte da vida. Tanto o corpo espiritual do homem quanto o material, são partes d’Ele. Deus e o homem indissoluvelmente estão relacionados como o estão pai e filho.”
(Ensinamentos por Nidai Sama, pág. 58, volume I)
Panteísmo é a identificação da divindade com o homem e a natureza, o que é uma aberração lógica, pois Deus é o Absoluto e tudo mais é relativo, limitado e passageiro.
Tal conceito da Divindade é completamente errôneo: Deus é eterno (Salmos 90:2); o homem é limitado e passou a existir depois de criado por Deus (Gênesis 1:26). Deus ironiza o homem, dizendo:
“Vós tudo perverteis, como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse do seu artífice: Não me fez; e o vaso formado dissesse do seu oleiro: Nada sabe.” (Isaías 29:16)
“Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar.” (Isaías 40:22)
Por outro lado, professam também o politeísmo ao afirmar:
“Jeová, Deus, Logos, Tentei, Amaterassu-Ookami, Kunitatitoko-no-Mikoto, Cristo, Shaka, Amida e Kannon constituem o alvo da adoração de diversas religiões. Além desses, que são os principais, poderíamos citar inúmeros outros, como Mikoto, Nyorai, Daishi etc. Sem dúvida alguma, não levando em conta Inari, Tengu, Ryujin etc., que pertencem a crenças inferiores, todas são divindades de alto nível.”
(Alicerce do Paraíso, pág. 108, volume 4)
Como podemos ver os messiânicos são politeístas, admitindo a existência de vários deuses e declarando-os divindades de alto nível.
Paulo afirma:
“Mas, quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são deuses.” (Gálatas 4:8)
Nivelar o Deus único e verdadeiro com deuses falsos é ato religioso condenado severamente por Deus:
“Não terás outros deuses diante de mim.” (Êxodo 20:3)
A NATUREZA HUMANA
Segundo a IMM, o homem é dotado de três espíritos:
O primeiro é o espírito guardião, um espírito de ancestral que protege o portador;
O segundo é o espírito animal, que se agrega após o nascimento. É o espírito secundário que pode ser o espírito da raposa, texugo, cão, gato, cavalo, boi, macaco, doninha, dragão, tengu.
Tengu é um ser misterioso: tem forma humana, com asas, rosto vermelho, nariz comprido, sendo portador de poderes extraordinários. É orgulhoso e amante de discussão e jogos.
O tengu de Mokiti Okada, segundo ele mesmo confessa, é KARASSU-tengu, que é Variedade de Tengu com cabeça de corvo
(Alicerce do Paraíso volume 3, págs. 70/71)
O terceiro é o espírito primordial, que é a consciência.
São muito estranhos esses espíritos de ancestrais que protegem os seus portadores. Mais estranho ainda é esse espírito animal que pode ser qualquer animal. O próprio Meishu-Sama porta um tengu com cabeça de corvo: como sabemos, o corvo era considerado um animal imundo, por se tratar de ave de rapina (Levítico 11:15). Que dizer de um líder religioso que admite ter em seu corpo um espírito de corvo?
Segundo a Bíblia, o homem é ser de natureza tríplice: corpo, espírito e alma (1 Tessalonicenses 5:23; Hebreus 4:12). Todos os mortos ressuscitarão para a ressurreição da vida ou para a condenação (João 5:28-29; Atos 24:15).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Todo cristão familiarizado com os ensinamentos bíblicos não pode concordar com a doutrina e ensinos de Meishu-Sama, entretanto, a IMM procura ganhar adeptos de outras Organizações Religiosas: adotam duas estratégias para uma expansão de seu sistema:
1º – Propagam o slogan: É proibido proibir.
É o que a Bíblia declara ser o caminho largo que conduz à perdição (Mateus 7:13-14). Que adianta uma religião dar uma ampla liberdade um seu adepto e por fim ele se perder eternamente? (Marcos 8:36-37).
2º – Procuram facilitar a adesão de adeptos proclamando que ninguém precisa abandonar sua religião para se tornar messiânico.
“Os membros de outras Igrejas não precisarão renunciar às suas religiões para unir-se à nossa igreja…”
(Igreja Messiânica Mundial, 1971/72, pág. 20)
Salomão no final de sua vida, admitiu que podia servir a Deus e cultuar os deuses de suas muitas esposas. Fez o que parecia mal aos olhos de Deus:
“Assim fez Salomão o que parecia mal aos olhos do Senhor; e não perseverou em seguir ao Senhor, como Davi, seu pai.” (1 Reis 11:6)
Elias expôs aos Israelitas que era impossível duplicidade de adoração:
“Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu.” (1 Reis 18:21)
Não nos enganemos: ninguém pode servir dois senhores. Somente Jesus é o Senhor (1 Coríntios 12:3).

1 comentário

Arquivado em Uncategorized

Adultério: Pecado que assusta as igrejas e destrói famílias

adulterio 150x150 Adultério: Pecado que assusta as igrejas e destrói famíliasO adultério, a infidelidade, não é um mal visto apenas no mundo. Entre o povo evangélico já é possível enumerar vários casais que viveram ou estão vivendo esse pecado. Uma pesquisa realizada em 10 países por uma escritora americana mostra que 12% da população do Brasil é infiel ao parceiro(a). A pesquisadora Carmita Abdo, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, traçou o perfil da sexualidade dos brasileiros e revelou que nada menos que 50% dos homens e 25% das mulheres já traíram pelo menos uma vez numa relação estável, de confiança.
Essa realidade de traição, infidelidade e até promiscuidade, assusta e atormenta inclusive casais cristãos, que cada vez mais têm se deparado com essas situações em suas vidas.
Mas o que leva uma pessoa casada a envolver-se com outra que não seja o seu cônjuge? As diferenças de pensamento, a insatisfação sexual, a falta de tempo para a família, as influências do mundo e, sobretudo, o esfriamento da dependência de Deus são algumas das causas apontadas. Vale destacar que homens e mulheres têm “fraquezas” diferentes: um é mais físico, o outro emocional. É nesse ponto que muitos casais não se entendem.
No livro “A Batalha de Toda Mulher”, a autora Shannon Ethridge aponta que os homens desejam intimidade física, dão amor para conseguir sexo, são estimulados pelo que vêem, o corpo pode desligar-se da mente, do coração e da alma, eles têm ciclos recorrentes de necessidades físicas e são vulneráveis à infidelidade na ausência de toque físico. Já as mulheres desejam intimidade emocional, fazem sexo para obter amor, são estimuladas pelo que ouvem, têm o corpo, mente, coração e alma interligados, têm ciclos recorrentes de necessidades emocionais e são vulneráveis à infidelidade na ausência de ligação emocional.
A pastora Norma Lucia Santos Raymundo, especializada em sexologia clínica, relata que no casamento é preciso sempre perguntar: “Estou fazendo meu marido/esposa feliz?”. “Este é o cuidado necessário. É preciso notar que há diferenças reais entre homens e mulheres. Para ela, a relação sexual é conseqüência de toda a vivência que envolve afetividade. Já o homem aprecia o envolvimento físico sexual, e a afetividade vem como conseqüência. Quando os cônjuges não suprem essas necessidades específicas, ficam vulneráveis a buscar este suprimento em outras pessoas, ou até mesmo em outros projetos de vida. Os casais precisam conversar sobre suas necessidades físicas e emocionais, assim como fazer investimentos para estarem mais juntos, criando afinidade e cumplicidade, afastando qualquer brecha para a quebra da aliança, como,por exemplo, a infidelidade”, relata.
Quando o limite é ultrapassado e uma traição é concretizada, os primeiros que sofrem são os membros da família. A relação entre marido e esposa piora, mesmo o pecado ainda não sendo revelado, e o trato com os filhos também é alterado. A mentira fica latente e cada vez mais freqüente. Os sentimentos de culpa e de desconfiança também são notados.
“Quando um casamento acaba por causa de um adultério, os filhos saem marcados, o cônjuge traído também. Se for cristão, o Evangelho é envergonhado e as perdas são irreparáveis. Nenhuma outra dor é maior. A traição é uma flecha que atravessa a alma”, declara o pastor Josué Gonçalves, terapeuta familiar e pastor sênior do Ministério Família Debaixo da Graça, da Assembléia de Deus em Bragança Paulista, São Paulo.

Causas da Infidelidade
Afastamento de Deus, da sua palavra e da igreja.
Imaturidade emocional
Insatisfação na vida sexual ou emocional
Influência do mundo
Internet e televisão
Dificuldades financeiras
Falta de investimento na relação
Problemas de relacionamento

e-infidelidade, a internet a favor da traição

Nas revistas, nos jornais, nos programas de TV e nas novelas a gama de material sensual, de conteúdo promíscuo, de culto ao corpo, de supervalorização do sexo, abrem brechas enormes para os primeiros passos do pecado da infidelidade. Um vilão mais recente é a internet, que divulga imagens de sexo e proporciona conversas desinibidas em salas de bate-papo, propiciando que aquelas frustrações com o marido/esposa sejam deixadas de lado por uma ilusão de que tudo pode ser diferente com o amigo ou amiga virtual.
Numa das palestras proferidas pelo reverendo Nivaldo Schneider, da Congregação Evangélica Luterana Paz, no Ibes, em Vila Velha, ele fala justamente sobre a “e-infidelidade” (a infidelidade que usa a internet como canal) e destaca uma frase que hoje já é muito ouvida: “Trair e teclar é só começar”. Para o pastor, a internet criou uma nova forma de infidelidade. “Começa com a troca de mensagens eletrônicas, o envolvimento vai crescendo e estabelece-se um vínculo íntimo. Tem todos os ingredientes de um caso extraconjugal. Em 60% dos casos a infidelidade sexual virtual termina em sexo real”, alerta.
Para o pastor Ashbell Simonton, “quem busca erotismo na internet maltrata o casamento, pois compara injustamente o cônjuge com aquele apresentado no material pornográfico, produzindo o desinteresse sexual dentro do casamento, levando conseqüentemente à traição.
Tenho ouvido muitas histórias reais de pessoas fiéis que destruíram o casamento por causa de uma sala de bate-papo, orkut e sites de relacionamentos”, relata.
Já o pastor Sandro Santoro, da Primeira Igreja Batista de Vila Batista, em Vila Velha, afirma que muitas vezes a simples pergunta “Como foi o seu dia?” pode fazer surgir um interesse na pessoa que inicia uma conversa em um chat quando em casa esse cônjuge não recebe a atenção que queria. “O conteúdo online traz à realidade sonhos virtuais e mentiras, e isso pode virar uma compulsão”, disse Santoro, que é mestrando em Terapia de Família.

Como a igreja aborda o assunto
Falar sobre traição nas igrejas é ainda um tabu e, enquanto casais destróem seus casamentos, líderes muitas vezes preferem fingir que nada está acontecendo. Muitas das vezes, por total falta de instrução. Faltam pastores e líderes de casais com maturidade espiritual e até conjugal para falar sobre o assunto. Essa é a análise do pastor americano Jaime Kemp, diretor da Sociedade Religiosa Lar Cristão, e um dos pioneiros no trabalho com casais e famílias no Brasil.
“O pastor tem que ser um detetive nesses problemas de casais. Ele precisa identificar a dificuldade, mas o grande mal é que não sabe fazer isso, porque no seminário aprendeu apenas a realizar casamento, mensagem, funeral. Quando se fala sobre traição, o pastor passa creme em cima do câncer, quando é preciso cirurgia para extirpar a doença. A falta de instrução impede a solução dos problemas, aliada ao fato de 50% dos pastores terem sérios problemas conjugais ou com os filhos. Infelizmente, essa é uma realidade, e estamos vivendo uma epidemia de divórcios nos púlpitos. Se os pastores estão com problemas graves, não são exemplo. E como a igreja vai caminhar?”, revela e questiona Jaime Kemp.
Ele contou que recebe dezenas de casais por semana em seu escritório, em São Paulo, e nas crises conjugais a infidelidade é um dos maiores problemas. Mas, buscando ajuda em um pastor, em um conselheiro familiar ou algum casal com casamento firme é possível conciliar. “Já recebi a esposa de um pastor que chegou desesperada contando que durante uma madrugada acordou e não viu o marido na cama. Ao procurá-lo pela casa, viu que ele estava na internet assistindo a vídeospornográficos. Isso é realidade e, mesmo que não tenha ocorrido contato físico, já é traição. A Bíblia diz ‘que qualquer que olhar com mente impura para uma mulher, já em seu coração cometeu adultério com ela’ (Mateus 5:28). A infidelidade é um problema terrível”, disse Kemp.
A igreja, em casos de traição, precisa ser um ponto de apoio, e não de inquisição. Assim como entre os cônjuges, a igreja deve tratar o assunto com carinho, diálogo, conciliação e perdão. A mulher e o homem precisam ser ajudados, e não rotulados, incluídos e não excluídos, amados e não discriminados. Segundo o reverendo Simonton, atualmente em apenas 27% das igrejas evangélicas há ministério específico para divorciados, solteiros e viúvos. “São necessárias ações mais profundas, que restaurem a dignidade humana e a capacidade de servir ao Senhor”, destacou.

Conseqüências da infidelidade
Sentimento de vingança
Baixa auto-estima
Culpa
Esfriamento sexual
Depressão
Dificuldades na criação dos filhos
Vergonha
Mentiras
Cobrança da igreja e da sociedade
Desespero
Inércia diante da situação
Perda da confiança nas pessoas
Problemas financeiros
Doenças sexualmente transmissíveis

Existe saída: o perdão, o amor e o diálogo
É pensando no perdão e na restauração do casamento que trabalha o Ministério Casados Para Sempre, que no Espírito Santo tem como coordenadores regionais o casal Ubiracy e Luzia Arnulfo da Fonseca, da Igreja Evangélica Batista de Vitória. São oferecidos cursos até mesmo para noivos, para mostrar a realidade vivida em um casamento e como enfrentar as dificuldades.
“Hoje a liberalidade da pornografia lida, vista e falada; a promiscuidade nos relacionamentos; e a televisão, a internet, as revistas, oferecendo condições, circunstâncias e oportunidades para a libertinagem, contribuem para a degradação do bem mais precioso para Deus, que é a família. Tem-se visto muitos casais, mesmo estando no meio cristão, praticando a traição. Dessa forma, o inimigo de Deus tem atacado muito ferozmente os casamentos e, por conseqüência, há muitas separações. Entretanto, nosso Senhor não desiste do homem, e tem dado ferramentas para utilização das igrejas. Satanás sabe que famílias fortes significam igrejas fortes e por isso tenta destruí-las”, afirma Ubiracy.
“O maior problema dos casamentos que terminam em divórcio é que não levaram em conta o que Deus fala sobre o assunto. O plano original de Deus para o casamento não incluía separação ou divórcio. Deus quer as famílias estruturadas”, destaca Luzia.
A pastora Norma, que é da Igreja Apostólica Brasileira, em Jardim Camburi, Vitória, aponta alguns passos para a restauração dos laços conjugais após um caso de infidelidade. É preciso primeiro perdoar, e o cônjuge que caiu em pecado deve pedir perdão a Deus, perdão ao companheiro(a) e a si mesmo. Em seguida, precisam decidir se há disposição para permanecer juntos e quais os investimentos necessários para a restauração deste casamento.
Além dessas análises e decisões, é preciso mudança de comportamento. O pecado confessado é perdoado, mas haverá as conseqüências deste erro, e o casal vai necessitar de acompanhamento, que pode ser realizado por seus líderes, ou por profissionais idôneos.
“O diálogo é imprescindível, por isso o casal não pode excluir Jesus do centro deste relacionamento. A rotina também não pode tomar conta. Casal precisa sair sozinho para passear, conversar. É claro que, mesmo havendo uma reconciliação, houve pecado, e Deus diz que há conseqüências. Cada caso deve ser analisado separadamente, mas a pessoa que traiu vai ser movida pelo Espírito Santo para expor a situação. Se não fizer, vai viver sob tensão, sob a sombra de um fantasma, sem paz”, afirma a sexóloga.
Ninguém deve se iludir achando que Deus vai deixar de lado esse pecado. Todo pecado tem conseqüência, assim como está escrito em Gálatas 5:19-21: “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.”
O pastor Jaime Kemp destaca a importância do acompanhamento de líderes de casais no momento da reconciliação, e diz que reconquistar a confiança da pessoa traída é o grande trabalho a ser feito. “Isso pode demorar de um a dois anos, por isso deve haver na igreja um ministério bem estruturado para casais, que se baseie profundamente no perdão e no relacionamento com Deus”, disse.
Mas o que acontece com uma pessoa que não consegue perdoar o cônjuge que a traiu? O perdão não é obrigatório, e muitos maridos e esposas não vão conseguir conviver com o outro sabendo de uma traição no passado. Nesses casos, é preciso avaliar a questão da separação, do divórcio. Segundo o pastor Sandro Santoro, a pessoa traída, se não exercer o perdão, pode sofrer conseqüências emocionais, além de espirituais.
“Ela vai ter complexo de inferioridade, porque, muitas vezes, acaba colocando a culpa em si própria, e será atacada por uma confusão de sentimentos, não mais conseguindo discernir o que é amor, carinho. Vai achar que todo mundo agora vai traí-la e por isso vai ter dificuldades em confiar novamente em alguém. O perdão é voluntário e a Bíblia diz que aquilo que você perdoar será perdoado”, disse o pastor.
Como é maravilhoso ver problemas que até então pareciam sem solução serem transformados e resolvidos, mas isso só é possível com a graça do Pai. Deus exige fidelidade no casamento e a colocou na lista dos frutos do Espírito: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, mansidão, domínio próprio e fidelidade. Há deveres conjugais a serem cumpridos, conforme o apóstolo Paulo descreve em Efésios capítulo 5, mas há também a promessa de que “o amor cobrirá a multidão de pecados” (I Pedro 4:8). Deus quer famílias firmes, casais que amem e saibam perdoar.
O diálogo, a constante doação, o respeito, o investimento no relacionamento, a confiança no Pai e a busca de forças para vencer as tentações, orando e estudando a Palavra de Deus, são ações preventivas que os casais devem adotar para evitar o pecado da infidelidade. É preciso lutar pelo casamento e terapeutas de casais já afirmam: “Casamento não é coisa para preguiçosos”. É um doar-se diário, buscando sempre a sua alegria na alegria do outro e exercendo o amor a todo tempo, como orienta a Bíblia.

Números da infidelidade no Brasil
Uma pesquisa do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo mostra que um dos menores índices de infidelidade é o do Paraná, mas é onde 43% dos homens já traíram. Em São Paulo, 44%. Em Minas Gerais, 52%. No Rio Grande do Sul, 60%. No Ceará, 61%. Os baianos são os campeões: 64% dos homens se dizem infiéis.
Freqüência de relacionamento extra (“caso”) entre 3.106 mulheres de diferentes estados brasileiros:
Paraná: 19,3%
Pará: 20,3%
Santa Catarina: 23,3%
Mato Grosso do Sul: 23,6%
São Paulo: 24,1%
Bahia: 25,2%
Pernambuco: 26,5%
Ceará: 26,7%
Goiás: 27,7%
Minas Gerais: 29,5%
Rio Grande do Norte: 30,2%
Rio Grande do Sul: 31,7%
Rio de Janeiro: 34,8%

Prevalência de “caso sexual” entre 6.846 participantes da pesquisa:
Homens que admitiram ter “caso sexual”: 50,6%
Mulheres que admitiram ter “caso sexual”: 25,7%


Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Fornicação: Negociando o corpo

Enviar para amigo

sexo imagem1 300x195 Fornicação: Negociando o corpo  Os estudantes dos dias de hoje têm, em muitos momentos, desprezado os significados das raízes de palavras bíblicas com o aviso de que estas idéias nunca se passaram pela cabeça dos cristãos do primeiro século. Eles nos dizem, por exemplo, que os discípulos primitivos jamais associaram a idéia de “chamados” com a palavra ekklesia (igreja), quando os apóstolos usaram este termo para denotar o povo de Deus. Eles pensavam em um “grupo”, “congregação” ou “assembléia”. O mesmo, dizem eles, pode ser dito da palavra “parábola” (“colocado ao lado de”) – uma narrativa de um evento da vida colocado ao lado de uma idéia ou verdade espiritual. Meramente pensavam em uma “ilustração” ou estória “desenhada”. Então, estou confiante, pode também dizer que não pensaram automaticamente nas origens de palavras traduzidas como “sinagoga” (“trazer”+”juntos”), despenseiro (“casa” + “lei”), “apóstolo” (“de” + “um enviado”), etc.

Até certo ponto podemos concordar com essas observações, mas precisamos acrescentar um aviso: aqueles que negligenciam o estudo das origens das palavras assim o fazem para seu próprio detrimento como estudantes da Bíblia. Estão roubando de si mesmas imagens e ilustrações que aumentam a compreensão destes conceitos bíblicos básicos. Aqueles que nos lembram que ekklesia nunca criou uma imagem de “chamados” nas mentes dos discípulos são rápidos em apontar nas Escrituras que a igreja consiste daqueles que foram “das trevas para a sua [de Deus] maravilhosa luz” (veja 1 Pedro 2:9-10). O conhecimento da origem de uma palavra e das utilizações antigas fornece aos evangelistas e professores materiais básicos com os quais podem trazer os estudantes da Bíblia de volta à essência da igreja do Senhor. E é assim com muitas outras palavras.

Uma verdade importante, por exemplo, está inculcada nas mentes dos nossos jovens na idéia original da palavra “fornicação”. O seu significado, neste caso, é mais que uma ilustração; é a base para a compreensão da natureza essencial deste pecado. Os termos “prostituta”, “fornicação”, “fornicar” e “fornicador” todos vêm de uma palavra que significava “vender” e é a base da palavra em português “pornografia”. Compreendemos a relação destas palavras a “prostituta”– uma pessoa que vende o seu corpo, um que negocia o corpo por dinheiro.

Sim, sabemos que as imagens de “negociar” ou “transação” de negócios nunca passou pela cabeça dos cristãos quando ouviram a palavra porneia (“fornicação”). Eles, certamente, pensaram em “imoralidade sexual” e imaginaram homens e mulheres unindo seus corpos sexualmente em relações fora do casamento. E eles, pela palavra em si, nunca pensaram em pessoas tendo relações sexuais por dinheiro. Tudo isso é claro. Mas o que não foi visto, ao negligenciar o significado da raiz da palavra, é que a fornicação é essencialmente uma venda do corpo; é uma negociação ou transação feita entre uma ou mais pessoas.

Para compreender isso, devemos pensar no plano original de Deus para o casamento. A mulher foi feita para o homem, e o seu corpo foi feito para se juntar ao dele para popular a terra e fornecer prazer físico e pessoal. Mas aquele relacionamento só poderia ser aproveitado como uma bênção e privilégio no casamento – depois que os dois tivessem decidido a “tornarem uma só carne” até a morte (Gênesis 2:24; Romanos 7:1-3; 1 Coríntios 7:39). Deus revela assim que o casamento é digno de honra e a cama ou a união de dois corpos é pura no santo matrimônio. O casamento não era um compromisso com o “corpo”, mas com a “pessoa inteira” – para toda a vida, inclusive em épocas de doença, pobreza, tristeza, como também em épocas de prosperidade, prazer e felicidade. A “fornicação”, a união dos corpos na ausência de um compromisso “pessoal” para sempre, é condenada por Deus, e ele julgará aqueles que a praticam (veja Hebreus 13:4). Tais pessoas, diz ele, não herdarão o reino de Deus (veja Gálatas 5:19-21; 1 Coríntios 6:9-10).

Portanto, o apóstolo Paulo lembra os cristãos que os seus corpos devem ser santuários do Espírito Santo – que não pertencem a eles. O corpo, portanto, não é para a prostituição, mas para o Senhor (veja 1 Coríntios 6:12-20). O que é, então, a “fornicação”, além da imoralidade sexual – a sua violação dos princípios morais e eternos de Deus? É, também, um “acordo” entre duas pessoas que envolve vender o corpo; não obviamente, nem necessariamente por dinheiro, mas por outras comodidades. Quando é vendido por dinheiro é chamado de “prostituição”, mas para outras coisas é julgada por muitos como inocente.

Por que os jovens, ou pessoas de qualquer idade, unem os seus corpos fora do casamento e fora de um compromisso à “pessoa” – corpo e alma – para sempre? Uma jovem oferece o seu corpo para um jovem como um negócio: para que ela possa ir a uma festa com um rapaz popular, para que ela possa se divertir ou ter prazer, que ele possa viver com ela e dividir o aluguel, para que ele possa comprar presentes para ela e levá-la a restaurantes chiques, para que ele possa deixá-la dirigir o seu carro esportivo, para que ele possa gostar dela e ser o seu namorado. O mesmo, para estas e talvez para outras razões, faz com que um jovem cometa fornicação com uma moça. Nenhum dos dois une o seu corpo a outro fora do casamento num vazio ou numa situação neutra. Há sempre na mente de um ou dos dois um acordo, uma transação, uma negociação do corpo.

Deus nunca planejou homens ou mulheres para venderem os seus corpos. Deus criou o homem para amar a sua esposa como o seu próprio corpo, exaltá-la e as suas necessidades acima de si mesmo, e “grudar nela como cola” (“unir-se” a ela). Ele planejou a mulher para mostrar afeição a seu marido, respeitá-lo, reverenciá-lo, e se submeter a ele e às suas necessidades (veja Efésios 5:22-33). Quando estão dispostos a se entregarem um ao outro – não usar ou negociar um ao outro pelos seus corpos – então podem se unir como uma só carne, um privilégio e um selo do seu comprometimento para toda a vida.

Qualquer outra coisa é meramente negociar os seus corpos para favores temporais; “prostituição”, como o Senhor chama. E disso, os cristãos devem “fugir”, como fez José, para que não cometam “tamanha maldade” e pecar contra Deus (veja Gênesis 39:9; 1 Coríntios 6:18).

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Igrejas Inclusivas: Conheça as igrejas gays que estão virando moda no Brasil

 

É notória a força e rapidez com que as chamadas igrejas inclusivas – que visam atender o grupo LGBTs – vêem crescendo cada vez mais no Brasil. Hoje dentre umas as mais destacadas estão a ‘Igreja para Todos’ , ‘Igreja Cristã Metropolitana’, ‘Comunidade Cidade Refúgio’ fundada por Lanna Holder e a ‘Igreja Contemporânea Cristã’ por Marcos Gladstone.

As igrejas que se auto-denominam como inclusivas seguem um movimento de vertente que não tratam e nem vêem a homossexualidade como doença a ser curada. Esta segmentação que existe pouco menos que uma década, foi objeto de pesquisa do antropólogo Marcelo Natividade em sua tese de doutorado no Instituto de Filosofia e Ciências (IFCS/UFRJ).

Natividade afirma após a conclusão de sua pesquisa de campo que “ser gay dentro de uma igreja conservadora é uma impossibilidade, não há lugar para essa pessoa, a menos que ela venha a aderir à norma e se torne ex-homossexual, por exemplo. A diferença do movimento inclusivo para as outras igrejas é que nele o poder eclesial é concedido às pessoas LGBT, já que há uma proposta política de desconstrução da homofobia religiosa”.

Em contrapartida a este movimento vertente do meio evangélico, existem muitos cristãos e líderes que acreditam que as igrejas “inclusivas” ignoram o Evangelho que liberta e transforma o homem (I CO 6:11) e alguns ainda dizem que em sua igreja o homossexual é bem recebido, mas não é aceito como membro, porque está em pecado.

Embora hajam infinitas opiniões controversas baseadas biblicamente contra a visão das tais igrejas inclusivas, seu crescimento continua ainda em grande fluxo e um dos fatores de colaboraçãoic para que este venha acontecendo, segundo opiniões dos membros destas, é justamente o fato de que as tradicionais igrejas não aceitarem e o receberem como são.

Em 2002 veio dos EUA a primeira igreja para grupos gays inaugurada no Brasil, a ‘Igreja da Comunidade Metropolitana’ (ICM), completando 10 anos de existência no próximo ano. A ICM tem várias igrejas espalhadas no Brasil, assim como a Igreja Cristã Contemporânea:

Igrejas Comunidades Metropolitanas

  • Belo Horizonte – MG;
  • São Paulo – SP;
  • ICM Betel Rio de Janeiro – RJ;
  • Vitória – ES;
  • Fortaleza – CE;
  • Pacatuba – CE;
  • Maringá – PR;
  • Divinópolis – MG

Igreja Cristã Contemporânea

  • ICC Rio de Janeiro – Madureira;
  • ICC Rio de Janeiro – Lapa;
  • ICC Campo Grande;
  • Nova Iguaçu- RJ;
  • Niterói – RJ;
  • Duque de Caxias – RJ;
  • Belo Horizonte – MG.

A Igreja Comunidade Cidade de Refúgio possui apenas uma sede em São Paulo.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* A “inevitabilidade” do mal chamado “casamento” gay e a batalha a favor do matrimônio e da liberdade religiosa.


É hora do “campo de batalha a favor do casamento” mudar para liberdade religiosa? Essa é a pergunta que um recente artigo da revista Christianity Today* está propondo depois que o Estado de Nova Iorque aprovou o “casamento” de mesmo sexo.

De acordo com Douglas Laycock, professor de direito na Universidade de Virginia, a resposta é “Sim”. Ele diz: “Os conservadores religiosos que defendem o casamento tradicional precisam mudar seu foco para lutar em favor da liberdade religiosa”.

O motivo disso é que Laycock e, lamentavelmente, muitos outros acreditam, de forma errônea, na inevitabilidade do “casamento” de mesmo sexo. Eles acham que o melhor que os cristãos podem fazer é assegurar que as leis de “casamento” gay pelo menos forneçam um pouquinho de proteção para as liberdades daqueles de nós que acreditamos no casamento tradicional.

Sim, o tão chamado “casamento” de mesmo sexo representa uma grave ameaça à liberdade religiosa.Estão ocorrendo casos em que fotógrafos e outros foram processados por se recusarem a participar de cerimônias de “casamento” de mesmo sexo. Entidades católicas que cuidam de órfãos estão sendo fechadas porque só entregam crianças em adoção para uma mãe e pai que são casados. Não se engane: proteger a liberdade religiosa é uma prioridade importante.

Mas é exatamente por isso que abandonar a batalha pelo casamento tradicional é tolice e perigoso. Meu colega Robert George, que é professor na Universidade de Princeton, resume isso de modo perfeito: “Se você perguntar”, disse ele, “‘O que se pode fazer para avançar, na nação inteira, a proteção à liberdade religiosa?’ a resposta é esta: Ganhar a luta para preservar a definição legal do casamento como a união conjugal de marido e esposa. Ponto final”.

Lembre-se: O que o Estado dá, o Estado pode também arrancar. A proteção à liberdade religiosa no projeto de lei de Nova Iorque, por exemplo, tinha uma redação fraca e vaga. O que ela protegerá? Quem ela protegerá? Por quanto tempo? Não podemos dizer nessa altura, e logo que a questão chegar aos tribunais — e chegará aí — fica ainda mais difícil predizer.

Segundo, mudar o debate para a liberdade religiosa tira o centro das atenções da importância do casamento. Como Tom Messner da Fundação Heritage disse para o National Review: “O debate do casamento é em primeiro lugar um debate sobre o sentido e propósito público do casamento, não um debate sobre liberdade religiosa… Mesmo que o casamento de mesmo sexo não representasse nenhuma ameaça à liberdade religiosa, as razões fundamentais para se apoiar o casamento como um homem e uma mulher permanecem de igual modo imprescindíveis e precisam ser lidadas”. Exatamente.

Terceiro, conforme aponta Messner, o casamento de mesmo sexo não é inevitável. “Aproximadamente 30 estados”, diz ele, “têm protegido o casamento em suas constituições estaduais. Aproximadamente 40 estados têm protegido o casamento em seus estatutos”.

E em Maine, depois que a Assembleia Legislativa aprovou o “casamento” de mesmo sexo, os eleitores derrubaram a lei. E embora a elite dos meios de comunicação não queira que você saiba, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública do Fundo de Defesa Aliança, a maioria dos americanos quer reservar o casamento para um homem e uma mulher.Desistir da luta pelo casamento agora depois de alguns reveses é loucura.

O debate sobre casamento nos Estados Unidos não terminou. Agora, mais do que nunca, os cristãos precisam se equipar para defender o casamento e viver na prática a verdade sobre casamento, sexo e família em nossas próprias vidas.Essa não é tempo para derrotismo ou batida em retirada, mas para ação.

Nota do Tradutor: Christianity Today é a mãe da revista em português Cristianismo Hoje.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* Amy Winehouse, mais uma vítima do vazio existencial dos nossos dias.

Nesses dias passados em que fomos bombardeados com notícias acerca da morte da cantora britânica Amy Winehouse, lembrei do trecho de uma música do Cazuza – que também morreu prematuramente – e percebi que posso reescrevê-la pelo avesso: “meus heróis não morreram de overdose!“

Mesmo sem o resultado da autópsia é bem provável que a morte de Amy tenha sido resultado direto ou indireto do abuso de drogas. Sei que uma das características marcantes do humano é a adoção, mais ou menos explícita, de modelos de identificação. Assim, o pai ou a mãe, um tio ou tia, professor, um avô ou avó ou mesmo alguma figura pública, parece encarnar alguns dos ideais que almejamos e se tornam assim modelos de identidade para nós.

Desde que não percamos o senso das nossas fronteiras pessoais, o que representaria uma fusão fantasiada com tais modelos, o fenômeno pode ser visto numa perspectiva positiva. Particularmente na juventude, quando se fala numa crise normal de identidade, a assunção de modelos pode ser saudável para o desenvolvimento. O preocupante é que esses modelos de identificação não são obras do além, mas são produtos sociais historicamente constituídos.

Quais são os modelos propostos atualmente?

Numa das muitas reportagens sobre a morte da cantora britânica, mais especificamente sobre o bairro londrino onde ela vivia, dava para perceber que o padrão vigente era não ter qualquer padrão: cabelos vermelhos, verdes, amarelos, longos ou espetados, piercings, tatuagens e roupas completamente disformes. Nada contra! É apenas uma constatação.

O curioso é que o repórter televisivo com uma gola pólo cinza é que parecia “esquisito”. Será que esse “visual despojado” não é um pequeno sinal de uma “existência despojada”? E como ela está na moda atualmente! Sem compromissos, sem ligações à causa nenhuma e, no mais das vezes, sem qualquer noção de sentido de vida, paradoxalmente cheia de vazio… É apenas uma hipótese!

Definitivamente meus heróis não morreram de overdose! O psiquiatra austríaco Viktor Frank teve uma grande penetração intuitiva quando no século passado diagnosticava que a nossa sociedade vivia uma profunda crise de sentido. Isso é ainda mais válido para o presente momento! A drogadicção pode não ser uma doença, mas um sintoma de uma doença que tem corroído os homens por dentro: “não há sentido na minha vida! Para que viver?” E nem queira uma solução pronta estilo fast-food: “passa um remédio aí doutor!” Sem compromissos duradouros, sem causas a defender, sem tradições religiosas que nos indiquem qualquer sentido… a existência tem caminhado à deriva. Antes de considerar Amy uma heroína a tenho como mais uma vítima do vazio existencial dos nossos dias.

Urge reencontrar um sentido prá viver e o bom é que ele existe!

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* Conceito superficial e decepções com igreja levam cinco milhões de evangélicos a serem apenas “crentes” genéricos.

Em seis anos, de 2003 a 2009, cinco milhões de evangélicos deixaram de ter vínculo com igreja. De 4%, esses evangélicos aumentaram para 14% em relação ao total dos crentes das diversas denominações — um salto e tanto. O levantamento, ainda preliminar, é da POF (Pesquisa de Orçamento Familiar), do IBGE. Ele foi feito com base em 56 mil entrevistas.

A antropóloga Regina Novaes disse que esses “evangélicos genéricos” assemelham-se aos católicos não praticantes. “Eles usufruem de rituais de serviços religiosos, mas se sentem livres para ir e vir (de uma igreja para outra)”, disse ela à Folha de S.Paulo.

O jogador Kaká e a sua mulher Carol são exemplos desse tipo de evangélicos. Nesse caso, eles não frequentam nenhuma igreja desde que saíram da Renascer ao final de 2010.

Carol, que chegou a ser ungida como pastora, tem dito que não precisa de igreja porque Jesus está dentro dela. “Por enquanto, não tenho sentido falta de rituais”, disse em recente entrevista.

Mas há casos de evangélicos que frequentam templo de sua crença e igreja católica, como Verônica de Oliveira, 31. “Não sei explicar direito. Acho que Deus é um só.”

O pesquisador Ricardo Mariano, da PUC-RS, recorreu a uma expressão criada pela socióloga britânica Grace Davie para explicar o fenômeno dos evangélicos sem pastor: believing without belonging (crer sem pertencer)

Segundo Mariano,  há uma tendência de as pessoas buscaram uma autonomia em relação a igrejas que defendem valores extemporâneos e pagamento de dízimo, entre outros custos. Ela chama esse comportamento de “desinstitucionalização”, que tem a ver com um individualismo cada vez mais forte.

O demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, do IBGE, entende que esses evangélicos fazem parte de um contexto maior, o da democratização religiosa. Por esse processo, quem mais perde, no Brasil, é a Igreja Católica, que ainda é hegemônica.

Ele afirmou que vai se manter o crescimento dos evangélicos porque eles fazem parte de um extrato da população que tem maior fecundidade.

Pela POF, as pessoas que se declaram “sem religião” (ateus, agnósticos e aqueles que creem em um pouco de várias crenças) aumentaram de 5,1% para 6,7%

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* “igrejas” inclusivas. Um evangelho “adaptado” que esvazia sua força transformadora.

É notória a força e rapidez com que as chamadas igrejas inclusivas – que visam atender o grupo LGBTs – vêem crescendo cada vez mais no Brasil. Hoje dentre umas as mais destacadas estão a ‘Igreja para Todos’ , ‘Igreja Cristã Metropolitana’, ‘Comunidade Cidade Refúgio’ fundada por Lanna Holder e a ‘Igreja Contemporânea Cristã’ por Marcos Gladstone.

As igrejas que se auto-denominam como inclusivas seguem um movimento de vertente que não tratam e nem vêem a homossexualidade como doença a ser curada. Esta segmentação que existe pouco menos que uma década, foi objeto de pesquisa do antropólogo Marcelo Natividade em sua tese de doutorado no Instituto de Filosofia e Ciências (IFCS/UFRJ).

Natividade afirma após a conclusão de sua pesquisa de campo que “ser gay dentro de uma igreja conservadora é uma impossibilidade, não há lugar para essa pessoa, a menos que ela venha a aderir à norma e se torne ex-homossexual, por exemplo. A diferença do movimento inclusivo para as outras igrejas é que nele o poder eclesial é concedido às pessoas LGBT, já que há uma proposta política de desconstrução da homofobia religiosa”.

Em contrapartida a este movimento vertente do meio evangélico, existem muitos cristãos e líderes que acreditam que as igrejas “inclusivas” ignoram o Evangelho que liberta e transforma o homem (I CO 6:11) e alguns ainda dizem que em sua igreja o homossexual é bem recebido, mas não é aceito como membro, porque está em pecado.

Embora hajam infinitas opiniões controversas baseadas biblicamente contra a visão das tais igrejas inclusivas, seu crescimento continua ainda em grande fluxo e um dos fatores de colaboraçãoic para que este venha acontecendo, segundo opiniões dos membros destas, é justamente o fato de que as tradicionais igrejas não aceitarem e o receberem como são.

Em 2002 veio dos EUA a primeira igreja para grupos gays inaugurada no Brasil, a ‘Igreja da Comunidade Metropolitana’ (ICM), completando 10 anos de existência no próximo ano. A ICM tem várias igrejas espalhadas no Brasil, assim como a Igreja Cristã Contemporânea:

Igrejas Comunidades Metropolitanas

  • Belo Horizonte – MG;
  • São Paulo – SP;
  • ICM Betel Rio de Janeiro – RJ;
  • Vitória – ES;
  • Fortaleza – CE;
  • Pacatuba – CE;
  • Maringá – PR;
  • Divinópolis – MG

Igreja Cristã Contemporânea

  • ICC Rio de Janeiro – Madureira;
  • ICC Rio de Janeiro – Lapa;
  • ICC Campo Grande;
  • Nova Iguaçu- RJ;
  • Niterói – RJ;
  • Duque de Caxias – RJ;
  • Belo Horizonte – MG.

A Igreja Comunidade Cidade de Refúgio possui apenas uma sede em São Paulo.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Lanna Holder debocha das igrejas Assembleias de Deus e Deus é Amor em pregação em sua igreja gay. Assista

Lanna Holder debocha das igrejas Assembleias de Deus e Deus é Amor em pregação em sua igreja gay. Assista

Foi divulgado no Youtube uma pregação de Lanna Holder – famosa missionária que assumiu ser homossexual e fundou uma igreja para GLBTS em São Paulo – em sua igreja chamada “Comunidade Cidade Refúgio”, na qual a pastora faz sátiras as igrejas Assembleias de Deus e Deus é Amor.

 

Lanna levou a platéia a loucura conseguindo muitas gargalhadas com sua pregação, ela aproveitou histórias da época em que congregava na Assembléia de Deus antes de assumir o homossexualismo, para questionar a respeito das doutrinas impostas por igrejas, satirizando os usos e costumes da denominação centenária, das vezes que foi repreendida por seu pastor ao levar jovens da congregação para passeios que não o agradaram, sem falar a brincadeira, classificada como desrespeitosa ainda mais no púlpito de uma igreja, por ela a respeito da higiene dos fiéis da igreja Deus é amor, dizendo que os que lá são membros não usam sabonete ao tomar banho.

No meio da ministração a pastora afirma não estar falando mau da Assembléia de Deus mas sim do “sistema opressor” imposto por doutrinas “eu me lembro que a maioria das igrejas que eu entrava tinha aquele versículo de fora a fora, em cuidado de ti e da doutrina (…) isso não é nada mais do que usos e costumes (…) a maioria das pessoas vive debaixo dessa opressão, desse julgo.” afirma Lana Holder.

O responsável pela postagem do vídeo diz que o que Lanna cospe no prato que comeu (por já ter pertencido a Assembléia) e completa lembrando de um versículo bíblico: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.” [2 TM 4:3-4].Vídeo: Pregação de Lanna Holder satirizando a Assembléia de Deus e Deus é Amor

Diversos foram os comentários em torno do vídeo. O usuário “fillcrente”  foi o único que expressou sua opinião de certa forma a favor da palavra ministrada por Lanna. “Sabe que sob certa ótica eu gostei? A “pregação” de Lanna Holder nos mostra o quão distantes muitas Igrejas Evangélicas estão distantes da autoridade Bíblica e estão a mercê da interpretação e da Palavra Profética do dito líder para entender a palavra. Já estes, detratores da Palavra de Deus, usam-se de termos vagos quando não explicados, ou muito amplos [unção, adoração…] e usam muitos versículos fora do contexto da Bíblia como um todo para incutir suas ideias perniciosas [vide Cerullo]” afirma o usuário do youtube.

Já os outros, postados até hoje se colocaram contra a forma escolhida pela pastora de expor sua opinião. “Isso que estar acontecendo não me escandaliza nem me surpreende, pois quando vejo tudo isso a luz da Biblia vejo mas um cumprimento das sagradas escrituras, (1 Timoteo 4.1-2). Jesus estar voltando povo de Deus guarda o que tens para que ninguém roube tua coroa.” Comenta o usuário jesussalva33.

“Vá se converter… quero ver você fazer graça quando Jesus vier e você ficar!!! Jesus te ama Lanna.. mas as suas atitudes são despresíveis… Você esqueceu que a biblia diz que os sodomitas não entrarão no reino dos céus, (1Cor.6:9). Ainda há uma esperança para você… Ainda há tempo!”, disse sergio23021976.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Igrejas Inclusivas: Conheça as igrejas gays que estão virando moda no Brasil

Igrejas Inclusivas: Conheça as igrejas gays que estão virando moda no Brasil

É notória a força e rapidez com que as chamadas igrejas inclusivas – que visam atender o grupo LGBTs – vêem crescendo cada vez mais no Brasil. Hoje dentre umas as mais destacadas estão a ‘Igreja para Todos’ , ‘Igreja Cristã Metropolitana’, ‘Comunidade Cidade Refúgio’ fundada por Lanna Holder , ‘Igreja Contemporânea Cristã’ por Marcos Gladstone e a ‘Comunidade Cristã Nova Esperança’ .

 

As igrejas que se auto-denominam como inclusivas seguem um movimento de vertente que não tratam e nem vêem a homossexualidade como doença a ser curada. Esta segmentação que existe pouco menos que uma década, foi objeto de pesquisa do antropólogo Marcelo Natividade em sua tese de doutorado no Instituto de Filosofia e Ciências (IFCS/UFRJ).

Natividade afirma após a conclusão de sua pesquisa de campo que “ser gay dentro de uma igreja conservadora é uma impossibilidade, não há lugar para essa pessoa, a menos que ela venha a aderir à norma e se torne ex-homossexual, por exemplo. A diferença do movimento inclusivo para as outras igrejas é que nele o poder eclesial é concedido às pessoas LGBT, já que há uma proposta política de desconstrução da homofobia religiosa”.

Em contrapartida a este movimento vertente do meio evangélico, existem muitos cristãos e líderes que acreditam que as igrejas “inclusivas” ignoram o Evangelho que liberta e transforma o homem (I CO 6:11) e alguns ainda dizem que em sua igreja o homossexual é bem recebido, mas não é aceito como membro, porque está em pecado.

Embora hajam infinitas opiniões controversas baseadas biblicamente contra a visão das tais igrejas inclusivas, seu crescimento continua ainda em grande fluxo e um dos fatores de colaboraçãoic para que este venha acontecendo, segundo opiniões dos membros destas, é justamente o fato de que as tradicionais igrejas não aceitarem e o receberem como são.

Em 2002 veio dos EUA a primeira igreja para grupos gays inaugurada no Brasil, a ‘Igreja da Comunidade Metropolitana’ (ICM), completando 10 anos de existência no próximo ano. A ICM tem várias igrejas espalhadas no Brasil, assim como a Igreja Cristã Contemporânea:

Igrejas Comunidades Metropolitanas

  • Belo Horizonte – MG;
  • São Paulo – SP;
  • ICM Betel Rio de Janeiro – RJ;
  • Vitória – ES;
  • Fortaleza – CE;
  • Pacatuba – CE;
  • Maringá – PR;
  • Divinópolis – MG

Igreja Cristã Contemporânea

  • ICC Rio de Janeiro – Madureira;
  • ICC Rio de Janeiro – Lapa;
  • ICC Campo Grande;
  • Nova Iguaçu- RJ;
  • Niterói – RJ;
  • Duque de Caxias – RJ;
  • Belo Horizonte – MG.

Comunidade Cristã Nova Esperança:

  • CNNE São Paulo – Sede Internacionals/MA
  • CNNE Fortaleza/CE
  • CNNE Guarulhos/SP
  • CNNE Maceio/ AL
  • CNNE Nata/ RN Regional Nordeste
  • CNNE Osasco/ SP
  • CNNE Recife/PE
  • CNNE Rio de Janeiro/ RJ
  • CNNE Santo André/SP
  • CNNE São Luis/MA

A Igreja Comunidade Cidade de Refúgio possui apenas uma sede em São Paulo.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Os Ativistas Gays Sabem Mesmo o Que São Direitos Humanos?

Muita gente ainda não sabe que o conceito internacional de direitos humanos também abarca a ideia de liberdade de pensamento e de expressão. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU), prevê o seguinte, em seu artigo 19º.: “Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”.

Segue-se que todos os seres humanos — dos gêneros masculino ou feminino, inclusive os homossexuais, que nasceram homens ou mulheres, mas têm todo o direito de serem o que quiserem ser — têm assegurada a liberdade para opinar e se expressar. Aliás, no Brasil, a Constituição Federal também nos dá essa garantia, e o Supremo Tribunal Federal, por sua vez, garante até mais que isso, visto que legitimou, recentemente, a manifestação em favor do uso de drogas ilegais.

Agora, preste atenção ao que escreveu certo bacharel em psicologia (não me pergunte o nome dele) em seu livro: “O homossexualismo, atualmente chamado de homossexualidade, é apenas uma expressão natural da sexualidade humana, e tudo o que se disser ao contrário é uma afronta aos direitos humanos universais. Ele não é uma doença, não é uma perversão e muito menos um pecado. Não acredite em religiosos fanáticos ou em estudos pseudocientíficos de cura ou conversão. Aceite seus desejos homossexuais e seja feliz”.
Bem, valendo-me da minha liberdade de expressão, garantida pela Constituição Federal e, sobretudo, pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, utilizarei a mesma construção frasal do aludido escritor para defender um pensamento: “A Bíblia, também chamada de a Palavra de Deus, é inerrante e infalível. Quem a lê é mais sábio do que os que não a leem. E tudo o que se disser contra isso é uma afronta aos direitos humanos universais. A Bíblia não é ultrapassada, muito menos preconceituosa. Não acredite em elegebetistas, que são homossexuais fanáticos, ou em estudos pseudocientíficos que se contrapõem às verdades irrefutáveis do Deus Eterno. Aceite que a Bíblia é a Palavra de Deus e seja feliz”.
Os elegebetistas podem ser o que eles quiserem, pois têm liberdade de opinião e expressão. Mas estão equivocados em sua luta inglória contra evangélicos e católicos. Afirmam eles que lutam contra o preconceito, a discriminação e a intolerância, mas fazem afirmações preconceituosas e discriminadoras, chamando de violadores dos direitos humanos e homofóbicos os que pensam de modo diferente. Agem com intolerância em relação aos religiosos, xingando-os publicamente em sites de relacionamento. E pedem respeito desrespeitando a fé da maioria dos brasileiros durante a Parada Gay.
Se os evangélicos e católicos pregam, em tese — e não de maneira ofensiva e depreciativa —, segundo a Bíblia, contra o pecado da homossexualidade, é porque eles amam a pessoa do homossexual e querem que ela conheça a vontade de Deus. Mas os ativistas gays preferem torcer os fatos. Tratam os pastores, padres e o povo cristão como verdadeiros fomentadores do ódio só porque estes não concordam com a ideologia elegebetista.
Na verdade, os ativistas gays precisam aprender a ser mais tolerantes e respeitosos, visto que pregam a tolerância e o respeito. Ou eles pensam que vão prevalecer na base do grito, discriminando e ridicularizando evangélicos e católicos em suas passeatas, nas redes sociais e com a ajuda da mídia gay e evangelicofóbica? Pensam eles que vão calar a voz dos pregadores, associando-os, de modo calunioso, ao ódio homofóbico?
O movimento LGBTUVWXYZ fala muito em Estado de direito e laico… Sabe o que os ativistas gays querem dizer com isso? Que a maioria cristã brasileira é um bando de ignorantes e fanáticos que deve calar a boca! Preconceituosos, eles pensam que somente os liberais, esquerdistas, defensores do aborto (isto é, assassinato de crianças) e ativistas gays têm capacidade para participar do governo… Todo religioso é fanático e ignorante? Democráticos os elegebetistas, hein?
Chego à conclusão de que os ativistas do homossexualismo não sabem o que é liberdade de opinião e expressão. “Mas, escritor, você usou o termo ‘homossexualismo’?” Isso mesmo. Qual é o problema? “Você não sabe que essa palavra é preconceituosa e foi retirada da língua portuguesa?” Vejam que petulância! O aludido termo ainda consta dos dicionários da língua portuguesa (inclusive depois do Acordo Ortográfico), a despeito de o movimento LGBTUVWXYZ, evocando os direitos “homanos”, afirmar o contrário.
Diante do exposto, qualquer projeto de lei (PLC 122, PEC 23, etc.) que tenha como proposta impedir a liberdade de opinião e de expressão é nulo, haja vista ser anticonstitucional e contrário à Declaração Universal dos Direitos Humanos. A grande contradição é que as pessoas que mais falam em direitos humanos no Brasil são as ativistas gays…

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Gay ou nao Gay? Eis a questão..

Em Gênesis 2 encontramos parte importante da fundamentação Bíblica do matrimônio. Deus criou o homem, viu que o homem estava só e classificou isso como não sendo bom, logo, o homem deveria ter uma companhia, então Deus cria a mulher: agora ele viu que era bom. Ao criar a mulher a partir da costela do homem, Deus evidencia que a relação entre ambos não deve ser exclusivamente para reprodução da espécie e sim, uma interdependência saudável, físico-psíquica e emocional. A conexão sentimental entre homem e mulher se expressa no texto de Gn 2 de maneira tão intensa a ponto de romper a dependência de ambos com seus respectivos pais para formarem uma só carne interdependente. Aqui se estabelece uma relação de pertinência da mulher ao homem e do homem à mulher que se traduz no matrimônio.

A PL 122 visa a criminalização da homofobia, e a igreja também. A Bíblia é bem clara em Tiago 2 “Proibida a Acepção de Pessoas”, nos versículos 8 e 9 lemos “Se vocês de fato obedecem à lei do Reino encontrada na Escritura que diz: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’, estarão agindo corretamente. Mas se tratarem os outros com parcialidade, estarão cometendo pecado e serão condenados pela Lei como transgressores”. A palavra de Deus abomina QUALQUER acepção de pessoas, ou seja, qualquer preconceito seja ele de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero; logo, a Bíblia NÃO É homofóbica. 

Apesar disso, não há embasamento bíblico para novas formas de viver a sexualidade nem a família. O homossexualismo e casamento homossexual podem até, em partes, proporcionar a conexão sentimental mas não correspondem à conexão física. Por mais que uma mulher queira se casar com outra mulher ou um homem com outro homem, haverá déficits relacionais tanto física como sentimentalmente – não preciso entrar em detalhes. Assim também ocorre com outras maneiras de deturpação da relação física aqui abordada: zoofilia, pedofilia, necrofilia, etc. Poderia um ser humano casar-se com um animal? Poderia uma pessoa adulta casar-se com um bebê? Poderia um humano vivo casar-se com um cadáver? Ou ainda, poderia uma união entre o mesmo sexo (homossexual)?

Na Bíblia, não encontramos um mandamento claro, como “Não matarás” (Dt 20:13), para o homossexualismo, do tipo: “Não serás homossexual”. Mas temos sim mandamentos contra a imoralidade sexual, as obras da carne: “Por isso digo: Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne. Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito; e o Espírito, o que é contrário à carne. Eles estão em conflito um com o outro (…). Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti: Aqueles que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus” (Gl 5:16-21). Esta palavra condena a prática das obras da carne e não o praticante, mas revela a consequência daquele que pratica, daquele que faz disso o seu programa de vida: não herdar o Reino de Deus.

A conexão física e sentimental estabelecida por Deus está bem clara: entre homem e mulher. O que Deus quer é a interdependência físico-psíquica, condenando assim o ato sexual ausente de sentimento e compromisso. Não precisamos ser tão extremistas condenando apenas os homossexuais, os pedófilos e os necrófilos por estarem fora da vontade de Deus se a própria relação sexual entre homem e mulher, como um mero ato de prazer, onde a outra pessoa se torna um meio que utiliza-se para o alcance do prazer, não é da vontade de Deus.

Desde 2001, leis referentes à PL 122 já estavam tramitando até que se chegou no que está agora. Assim como em assuntos do tipo aborto, eutanásia, clonagem, etc, para o homossexualismo a igreja também deve se posicionar. Mas onde eu quero chegar com tudo isso? Quero ressaltar que a igreja não condena o homossexual em si, e sim, a prática do homossexualismo, logo, o casamento homossexual.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* Belíssimo esposo, nossa razão para te amar é o teu invencível amor!

 

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* “STF” da Colômbia não aprova o mal chamado “matrimônio” gay.

A Corte Constitucional da Colômbia negou-se no dia 26 de julho a equiparar as uniões homossexuais ao matrimônio, ratificando a definição vigente desde 1887 que estabelece que esta instituição é a união entre um homem e uma mulher, mas deixou aberta a possibilidade de que o Congresso legisle sobre o tema em um prazo de dois anos.

Entretanto a decisão unânime da Corte também estabelece que os casais homossexuais têm “direito” a formar uma família.

Há poucos dias a Igreja Católica na Colômbia junto de 300 denominações cristãs solicitaram à Corte Constitucional que não equiparasse as uniões de pessoas do mesmo sexo ao matrimônio nem lhes desse a potestade de adotar menores, pois isso “afetaria as famílias colombianas e os valores éticos da pátria”.

Conforme assinala o jornal colombiano El Tiempo, o Tribunal pediu ao Congresso que legisle sobre o reconhecimento ou não das uniões homossexuais em um prazo de dois anos, após o qual “os casais homossexuais poderão ir a um escrivão para legalizar sua união”, disse o juiz Juan Carlos Henao, presidente do tribunal.

“Se em 20 de junho de 2013 o Congresso não tiver legislado, os casais homossexuais podem ir a um cartório e com a mesma solenidade do matrimônio heterossexual estabelecer um vínculo, com conseqüências similares ao de um casal heterossexual”, acrescentou.

Desta forma as uniões de pessoas do mesmo sexo teriam em 2013 a possibilidade de unir-se em uma figura similar à do matrimônio civil, com os mesmos deveres e direitos.

Atualmente os homossexuais declaram suas uniões livres perante escrivães para ter acesso à segurança social, a aposentadoria e a herança, faculdades que a Corte Constitucional reconhece desde ano 2007.

Na opinião do presidente do Partido Conservador, José Darío Salazar, “enviar ao Congresso uma mensagem para que legisle sobre o tema é uma maneira muito fácil de lavar as mãos. A impressão que eu tenho é que lá há magistrados que, como não podem modificar a Constituição, pressionam o Congresso para que se modifique o que eles devem guardar”.

Conforme informa a agência Efe, sobre a sentença da Corte Constitucional, o Secretário Geral da Conferência Episcopal da Colômbia, Dom Juan Vicente Córdoba, assinalou que existe uma “uma discreta satisfação”.

Do mesmo modo, recalcou que a Igreja Católica sempre defendeu que os homossexuais devem gozar de todos os direitos e jamais serem discriminados. “Nós não estamos contra eles, séria contraditório com o Evangelho”, precisou.

O Prelado também explicou que é falso o rumor que circulou sobre uma suposta ameaça da Igreja de excomungar os magistrados que se manifestassem a favor do mal chamado “matrimônio” homossexual. “Isso não é verdade. Nunca dissemos essa frase”, assinalou.

A doutrina católica não aprova o mal chamado “matrimônio” gay porque atenta contra a natureza, sentido e significado do verdadeiro matrimônio, constituído pela união entre um homem e uma mulher, sobre a qual se forma a família.

O Vaticano e os bispos em diversos países do mundo denunciaram que as legislações que pretendem apresentar “modelos alternativos” de vida familiar e conjugal atentam contra a célula básica da sociedade.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* Criar o Dia do Orgulho Hétero “não incentiva a homofobia”, afirma prefeito Gilberto Kassab, de São Paulo.

Criar o Dia do Orgulho Hétero em São Paulo não incentivaria a homofobia, na opinião do prefeito Gilberto Kassab (PSD). “É um projeto como outro qualquer”, afirma.

Em entrevista, Kassab disse que sua assessoria ainda está estudando o projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal, que prevê a data oficial em todos os terceiros domingos de setembro.

 

Andre Vicente/Folhapress
Prefeito Gilberto Kassab diz que a criação do Dia do Orgulho Hétero em São Paulo não incentivaria a homofobia
Prefeito Gilberto Kassab diz que a criação do Dia do Orgulho Hétero em São Paulo não incentivaria a homofobia

Mas ele afirmou que, em primeira análise, não há motivo para vetar a ideia de autoria do vereador Carlos Apolinário (DEM). “A abordagem inicial é que é um dia como qualquer dia. Tem dia do médico, dia do professor”, disse.

“Talvez não se encontre nenhuma ilegalidade e é possível que seja encaminhado para sanção. Em princípio, a Câmara tem todo o direito de estabelecer os dias que ela julgar adequados”, afirmou.

Questionado sobre a possibilidade de vetar o projeto por falta de interesse público, Kassab desconversou. “Por isso que vamos aguardar a ATL [assessoria técnico-legislativa]. Ela avalia justamente essas coisas”, disse Kassab.

O prefeito tem 15 dias para sancionar ou vetar o texto. A iniciativa já ganhou até repercussão internacional. Os sites das revistas “Forbes” e “Newsday” deram destaque ao “Straight Pride Day”.

A ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) pediu veto ao projeto.

O assunto chegou a ser um dos mais comentados do Twitter em todo o mundo. Um abaixo-assinado criado na internet por uma militante gay da Baixada Santista tinha, até ontem à noite, cerca de 2.500 apoiadores.

Para Kassab, “todas as manifestações são muito bem-vindas”. “A gestão, qualquer que seja ela, tem de ser a gestão do diálogo. A cidade é de 11 milhões de pessoas”, disse.

O projeto de autoria de Apolinário, membro da igreja Assembleia de Deus, é uma reação à Parada Gay.

O vereador do DEM critica o fato de a Parada poder ser realizada na avenida Paulista e a Marcha Para Jesus, não. Apolinário afirma ainda que sua ideia é “resguardar a moral e os bons costumes”.

O projeto de lei de Apolinário foi aprovado na terça com a presença de 50 vereadores e manifestação contrária de 19. Cinco parlamentares não registraram presença.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Pastor @CiroZibordi manda recado a Lana Holder: “De Deus não se zomba”

Ciro Sanches Zibordi é pastor, escritor, articulista, palestrante em escolas bíblicas. Autor dos best-sellers “Erros que os pregadores devem evitar” e “Erros que os adoradores devem evitar”das obras, além de “Mais erros que os pregadores devem evitar”, “Evangelhos que Paulo jamais pregaria”, “Adolescentes S/A”, “Perguntas intrigantes que os jovens costumam fazer” e “Teologia Sistemática Pentecostal”.
Colunista Convidado do The Christian Post, o pastor Ciro aproveitou o espaço para comentar sobre a “pregadora” Lana Holder e a trajetória de seu ministério e aproveita para mandar uma mensagem:Que Saibam as Fundadoras da Comunidade Cidade de Refúgio: “De Deus não se zomba”
Leia o texto na íntegra:
Há alguns anos, eu ganhei de um gerente de loja evangélica uma fita de vídeo de uma famosa pregadora. O irmão me disse: “Os vídeos dessa irmã estão vendendo muito. Ela prega demais”. Desejoso de ouvir uma mensagem cristocêntrica, acabei me decepcionando…
    * Ciro
Assustei-me com o que vi logo no primeiro minuto da “pregação” e nem assisti ao vídeo todo. A pregadora (pregadora?) imitava os trejeitos de famosos animadores de auditório e quase punha as entranhas para fora, ao pronunciar o aleluia final. E a sua exposição não tinha começo, meio e fim. Não sabendo aplicar bem a simbologia bíblica, ela atrelou o precioso sangue de Cristo a uma inundação de poder: “Receeeba o rio de sangue”.
Gosto muito de ouvir pregadoras que mantêm a feminilidade. Deus fez as mulheres sensíveis, delicadas, detalhistas, singularmente inteligentes e cativantes. Mas, assim como é estranho ver um pregador desmunhecando e rebolando, causa espanto assistir a uma pregadora que emprega gesticulação masculina e possui voz grossa, masculinizada.
Sem paciência para assistir ao vídeo, fui avançando, até chegar à parte pior… Depois gritar muito e empregar técnicas de manipulação de plateia do tipo olhe-para-o-seu-irmão-e-diga-isso-e-aquilo, a “pregadora” começou o testemunho que – como todos sabem – era o “carro-chefe” do seu ministério.
Com todos os trejeitos mencionados, a “avivalista” chama à frente o seu marido – ao som de muitas glórias a Deus – e diz que Jesus Cristo havia transformado a sua vida por completo, libertando-a da homossexualidade e dando-lhe uma linda família. Alguns anos depois, no entanto, a “pregadora” teve uma recaída…
Há pouco tempo, ela resolveu assumir a sua “orientação sexual” e fundar, junto com a sua companheira, a Comunidade Cidade de Refúgio, em São Paulo. Agora, ela, que visitou várias igrejas brasileiras e usou o nome do Senhor – em vão, é evidente – para contar o testemunho de que fora liberta do lesbianismo, está afirmando que o “sistema evangélico” a obrigava ser contrária à sua “orientação sexual”.
Ela passou rapidamente da condição de ex-homossexual para a de ex-heterossexual! Antes, uma pecadora arrependida, teve coragem de pedir perdão em público por ter tido uma recaída. Agora, dizendo-se vítima dos próprios evangélicos, funda uma “igreja inclusiva” para ajudar todas as pessoas, inclusive as que sofrem preconceito no meio evangélico…
Em resumo, a tal “pregadora” enganou o seu esposo, o povo de Deus e a si mesma. Mas nunca enganará o Espírito Santo! “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7).

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Vamos falar um pouco sobre homossexualidade? Dois textos esclarecedores!

Sem Meias Palavras: Homossexualismo é Pecado!

Nada tem sido tão debatido nos dias atuais no meio evangélico do que as questões relacionadas ao homossexualismo, homossexualidade, homoafetividade ou qualquer outro termo que você conheça ou escolha para definir ou nomear o assunto. O que quero dizer é que na realidade atual da igreja brasileira nada tem ocupado tanto o nosso tempo quanto o debate do tema referente à opção sexualdas pessoas. Se partirmos do ponto de vista nacional temos duas situações dignas de atenção:

1.    A aprovação por parte do STF da união estável entre pessoas do mesmo sexo e o concessão de mais de 40 direitos, até então possíveis apenas a casais heterossexuais, aos casais homossexuais. Inclusive a abertura para a adoção de crianças.
2.    A corrente briga política, na Comissão de Direitos Humanos do Senado, o envolvimento das frentes LBGT, da bancada evangélica do Senado e Câmara, e o último caso, a mobilização popular em posicionamento contra e a favor da chamada PL-122/2006. Ela é chamada de Lei da Homofobia, mas entre os cristãos já recebeu denominações como Lei do Silêncio e Lei da Mordaça.
Se olharmos do ponto de vista religioso, falando como presbiteriano, temos dois golpes extremamente dolorosos que foram noticiados nos últimos tempos.

1.    A Igreja Presbiteriana do EUA (PCUSA) resolveu em sua última Assembleia Geral que ordenará ministros homossexuais, bem como conceder-lhes qualquer direito eclesiástico que qualquer outra pessoa. Em caráter de informação gostaria de dizer que esta é a igreja que enviou missionários em 1859 para o Brasil, ou seja, são nossos pais, os presbiterianos que plantaram a Igreja Presbiteriana do Brasil, porém, preciso afirmar que hoje em dia eles são a chamada linha liberal,enquanto a PCA é a linha conservadora do presbiterianismo dos EUA, sendo esta última bastante similar aos presbiterianos brasileiros.
2.    Seguindo os passos dos americanos, a Igreja Escocesa (Igreja Presbiteriana da Escócia) tomou a mesma atitude, a saber, ordenar ministros homossexuais. Daí temos mais uma estreita ligação, pois foi esta a Igreja Mãe do Presbiterianismo, com John Knox, discípulo de Calvino que fundou a Igreja Presbiteriana, ou Escocesa, se assim preferir.
Frente aos fatos preciso falar uma coisa. Sou contra a corrente posição global de apoio, aceitação e em alguns lugares até de exaltação ao homossexualismo, pois homossexualismo é pecado. Isso mesmo: HOMOSSEXUALISMO É PECADO E OS GAYS QUE NÃO SE ARREPENDEREM VÃO PARA O INFERNO! O texto bíblico é claro:
1 Coríntios 6:9:  Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas.

Romanos 1.24-28: Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém! Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro. E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, opróprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes.
Não há o que discutir. A Bíblia reprova, repugna e rejeita veementemente a relação entre pessoas do mesmo sexo. Se pensarmos na realidade atual a afirmação é em alto e bom som: A BÍBLIA É UM LIVRO HOMOFÓBICO! E por isso, a balela daqueles dois pseudo-pastores da Igreja Cristã Contemporânea – que diga-se de passagem não tem nada de cristã – de que a Bíblia não trata, e muito menos reprova as práticas homossexuais é rejeitável, ridícula e totalmente tendenciosa. Não passa de uma absurda adequação do texto sagrada para servir a uma causa. É o contrário do que se deve fazer, pois o que fazemos é retirar princípios de vida do texto bíblico e não enfiarmos os nossos princípios no texto e obriga-lo a concordar com nossas idéias.

Agora, depois de vermos a realidade de nossa época, tanto no âmbito político quanto no âmbito eclesiástico eu gostaria de lhe falar sobre uma única coisa que tem me intrigado no meio da conversa toda. De uns tempos para cá só o homossexualismo é pecado. Têm-se preocupado tanto em falar que os gays são pecadores e que vão para o inferno que acabou-se por esquecer de algumas outras coisas. Dêem uma olhada comigo neste texto de Apocalipse:
Apocalipse 21.8Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.

Este texto trata de uma coisa muito séria. Para a sua surpresa meu amigo, não é só gay que vai para o inferno, mas quem é medroso, ateu, sujo, macumbeiro, quem beija pé de santo, larga Jesus por causa do futebol ou da novela, quem adultera… VAI TODO MUNDO PARA O INFERNO! Agora vem você, SUPER CRENTÃO, e me diz que nunca caiu em nenhum destes pecados? Vem com esta conversinha mole de que os gays são pecadores? Tenha dó, brother! Confesse seus pecados pra Deus, pois você também está cheio deles! E se não se arrepender sinceramente e cair de joelhos quebrantado agora mesmo você é pior do que qualquer homossexual, travesti, prostituta, adúltero, macumbeiro, idólatra ou qualquer outra “casta” que você já chamou de pecador na sua vida. SE CONTINUAR ASSIM VOCÊ NÃO PASSA DE UM FARISEU SAFADO! Daqueles que Jesus brigou, humilhou e “perseguiu” enquanto esteve na Terra. Gente que se pregava de santarrão, mas eram sepulcros caiados, segundo o Mestre, com uma pintura linda por fora, mas cheios de podridão por dentro.
Por isso, tenho dito: GAYS VÃO PARA O INFERNO, ASSIM COMO MENTIROSOS, GULOSOS, IDÓLATRAS, PREGUIÇOSOS, APÁTICOS, FEITICEIROS, LINGUARUDOS, IMORAIS, IMPUROS, LADRÕES, ASSASSINOS E TODO O TIPO DE PECADOR QUE VOCÊ CONSEGUIR LISTAR OU IMAGINAR!

Mas não poderia encerrar este texto com a dureza da acusação, por isso, trago a doçura do perdão, o sacrifício da redenção e a grandiosidade do amor de Deus. Ele concedeu Jesus, na cruz, para que todo o que Nele creia possa ter a vida eterna. O que você que é gay, mentiroso ou ladrão precisa fazer AGORA é reconhecer que é pecador, precisa de perdão e falar isso a Jesus, pois ele nos purifica de toda a nossa injustiça e nos dá uma vida nova quando sinceramente nos prostramos diante dele, reconhecemos quem somos e que não conseguiremos nada se não for pelo poder do sangue que Ele mesmo derramou na cruz do Calvário.

Que a mensagem de Isaias seja verdade para você hoje:

Busque ao Senhor enquanto ainda pode encontrá-lo. Chame por Ele enquanto está por perto!
Que Deus nos abençoe e perdoe, pois necessitamos diariamente de sua graça.

No nosso Redentor, Jesus Cristo,

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Isaías 53 – O Libertador desfigurado

Enviar para amigo

cristo desfigurado 300x264 Isaías 53   O Libertador desfiguradoO último e mais constrangedor dos “Cânticos do Servo” começa em 52:13 e leva sua visão messiânica a um grande, mas surpreendente, clímax. Agora as sugestões obsessivas de sofrimento que têm se insinuado no meio de declarações do poder do Servo se tornam uma afirmação graficamente minuciosa. Na verdade, é tão vívida a descrição do profeta que do nosso ponto de vista torna-se quase impossível imaginar que ele viveu 750 anos antes da representação destes eventos memoráveis.

Isaías apresenta sua notável descrição do “Servo sofredor” (capítulo 53) dando uma breve, mas poderosa, visão geral de sua história (52:13-15). Deus declara pelo profeta que seu “servo procederá com prudência”; que ele finalmente “será exaltado e elevado e será mui sublime” (versículo 13). Mas se era assim que as coisas seriam finalmente, não era assim que começariam. Esta figura profética sobre quem toda a História estava destinada a depender tinha primeiro que assombrar o mundo com o grotesco de seu aparecimento: uma forma tão desfigurada que não mais parecia humana. E então, tanto quanto eles estavam chocados e repelidos por sua desolação, as nações teriam que ficar ainda mais admiradas pela sua exaltação. De tal degradação era para vir uma tal glória que atordoasse o mundo até o silêncio. Era para ser uma eventualidade nunca ouvida e inimaginável mesmo entre os homens mais poderosos.

Tendo predito claramente o destino definitivo do Servo de Deus, Isaías volta-se para os tristes pormenores da recepção do Messias em Israel. “Quem creu em nossa pregação?” ele lamenta, “e a quem foi revelado o braço do SENHOR?”  (53:1). Isaías estava, sem dúvida, aflito pela pertinaz obstinação do povo de seu próprio tempo. Como Deus o tinha advertido, sua pregação, destinada a trazer arrependimento, tenderia mais a endurecer seus teimosos corações até que ficassem como pedra espiritual (6:9-10). Mas o cumprimento final da .profecia de Isaías esperaria a vinda do Messias (João 12:37-40; Mateus 13:13-15). Homens que reverenciam o poder bruto dificilmente conseguem reconhecer a força insuperável (“braço do Senhor”) de um Deus justo e santo cujo intento é, não devastar, mas redimir e transformar. Assim, o Servo do Senhor estava destinado a vir a um mundo despreparado para reconhecê-lo ou recebê-lo.

Isaías continua agora a explicar as razões e a extensão da rejeição do Messias. “Porque foi subindo como um renovo perante ele e como raiz duma terra seca…” (53:2). Ele tinha que ser o broto verde que levantaria maravilhosamente do tronco aparentemente morto da casa de Davi (Isaías 11:1). Ele cresceria e floresceria em um Israel que quatro impérios invasores tinham transformado em deserto, numa região da terra onde a corrupção gentia tinha feito inconcebível qualquer grande acontecimento espiritual (Isaías 9:1-2; João 1:46). Era um lugar muito estranho para o Rei do universo surgir.

Mas nem sua origem nem sua aparência seriam achadas minimamente atraentes. “…não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse” (53:2). Estas palavras, cremos, não se referem principalmente à aparência corporal do Servo. A forma física de Jesus tão pouco preocupou os escritores dos evangelhos que eles não nos dão sequer uma única descrição dela; nenhuma palavra nos diz como ele se parecia, sua altura, ou constituição, ou cor de cabelo ou olhos. Isto é absolutamente notável em biógrafos, especialmente quando dois deles conheciam seu biografado intimamente. Mas isto não seria surpreendente num Deus que disse há muito tempo que ele “olha o coração” (1 Samuel 16:7). Isso só surpreende aqueles que continuam fascinados pelas aparências.

Não foi alguma feiura repulsiva da carne, mas a inesperada e inaceitável humildade de suas circunstâncias, que fizeram com que Israel achasse seu Messias sem atrativos. Ele nasceu, não de óbvia realeza ou posição, mas de uma pequena moça camponesa judia, cuja pobreza tornou impossível, no nascimento de seu filho, até mesmo o sacrifício normal de purificação (Lucas 2:22-24; Levítico 12:6-8). E as circunstâncias de seu nascimento foram espantosas –não num palácio, no meio de multidões adoradoras, mas num estábulo, onde o odor dos animais permanecia, e assistido somente por alguns pastores insignificantes.

Teria sido diferente se seu humilde nascimento tivesse levado a algo mais palpavelmente real. Mas seu humilde nascimento levou a uma vida humilde: o filho de um carpinteiro (Marcos 6:2-3) que não tinha nenhum dinheiro (Mateus 8:20), nenhum, treinamento rabínico (João 7:15), e nenhuma posição social (João 7:48). Ele foi tudo o que os seres humanos comuns temem ser, e não tinha nenhuma daquelas coisas que eles entesouram. Ele era destituído daqueles adornos de riqueza, poder, e sabedoria mundana pelos quais estamos acostumados a reconhecer a importância. Na verdade, ele “não tinha aparência nem formosura” e “nenhuma beleza que nos agradasse”. Como poderiam homens que amam o dinheiro, a fama e o poder carnal ter reconhecido que este era Deus feito carne? Ele pediu aos homens que não o julgassem “segundo a aparência” (João 7:24), mas eles não tinham olhos para ver a beleza de sua graça e santidade, nem ouvidos para ouvir a insuperável sabedoria de suas palavras.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Mulher dá à luz cobra de sete cabeças após passar por exorcismo

Enviar para amigo

Cobra 300x225 Mulher dá à luz cobra de sete cabeças após passar por exorcismo
Uma mulher de 27 anos, chamada Patience Tsabedze, jura que pariu uma cobra de sete cabeças e – como se isso não bastasse – ainda vomitou uma estrela do mar vivinha da silva. Ela é de Suazilândia, na África, e é casada com um policial.
Segundo o marido de Patience, a mulher tinha parte com o diabo, mas, há dois meses, passou pela mão do pastor Muzi Manana, o maior exorcista da Suazilândia, e largou dessa vida.
O problema foi que, logo depois do exorcismo, coisas estranhas começaram a acontecer. Ela diz que chegou a vomitar animais – como aranhas, minhocas, peixes e estrelas do mar – todos banhados em sangue. Patience começou a reclamar de dores que, segundo ela, pareciam dores de parto.
No dia 7 de julho, as dores ficaram tão insuportáveis que o marido de Patience disse a ela que se sentasse no vaso sanitário e tentasse expelir aquilo que estava entalado nela – fosse o que fosse. Depois de muito esforço, uma serpente de sete cabeças saiu de dentro dela. O marido, Constable MfanzileMalaza, não botou .
– Foi a pri9meira vez que eu vi uma coisa dessas: uma cobra de sete cabeças e olhos brilhantes. Eu tentei matá-la, mas ela se escondeu no fundo do vaso e a gente decidiu puxar a descarga.
Para Patience, no entanto, o pesadelo ainda não acabou.
– Uns dias atrás, eu vomitei uns vermes vivos e puxei a descarga depois.

 

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

5 coisas que aprendi com o STF na legalização da marcha da maconha

 

STF, legalização da marcha da maconha, Opinião

O STF (Supremo Tribunal Federal) legalizou ontem (15/05) a realização de uma marcha em favor da legalização do uso da maconha em nosso país. O assunto é bastante polêmico e divide opiniões em todo país. Essa decisão do STF, em minha opinião, ensina 5 coisas muito importantes:

1- Que os líderes do povo refletem aquilo que o povo é. A posição do STF, em minha opinião extremamente prejudicial ao país e ao povo, é o reflexo do que a sociedade está se tornando. Imagine que um grande grupo de pessoas faz uma marcha para poder destruir suas vidas (e a de outros) com as drogas. Absurdo, não? O pior de tudo são as lideranças do povo aprovarem tais praticas. “Não havendo sábia direção, cai o povo…” (Pv 11. 14).

2- Que o mundo sem Jesus Cristo e a Palavra de Deus caminha sem rumo a um caminho de ruína. Quando o homem age apenas pautado pelo seu coração, caminha em direção a ruína, pois o coração do homem é mau ao extremo. “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jr 17. 9)

- Dica: Invista em você: Conheça o Curso 24 horas, clique aqui

3- Que as profecias bíblicas estão se cumprindo dia após dia, pois os homens se recusam a dar ouvidos ao seu Criador. “Vivem no meio da falsidade; pela falsidade recusam conhecer-me, diz o SENHOR.” (Jr 9. 6). Leis legalizando coisas más indicam a falta de amor como guia do coração dos homens. “E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos.” (Mt 24. 12)

4- Que vem mais por aí. Não há limite para a maldade do ser humano. Longe de Deus, o homem é como um barco à deriva. Não me surpreenderei se daqui a poucos anos coisas terríveis como a pedofilia, o aborto, a corrupção, e coisas semelhantes, também tenham suas marchas e sejam legalizadas e consideradas “dentro da lei”. Quem conhece o limite do coração dos homens? “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jr 17. 9)

5- Que os homens são responsáveis pelas suas decisões e darão conta delas ao Soberano Senhor que vê todas as coisas. “E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas.” (Hb 4. 13). E: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Is 5. 20).

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* Tragédia na Noruega “revolve” fé adormecida ou morta dos noruegueses.

 

A população da Noruega está se voltando para Deus tentando encontrar respostas para os ataques terroristas que aconteceram no país na última sexta-feira matando quase 100 pessoas sendo em sua maioria adolescentes entre 14 e 18 anos.

Os repórteres no local dizem da sensação de descrença na sequência dos atentados que tiraram a vida de tantas pessoas. Os assassinatos em massa deixaram o país em estado de choque e consternação.

“Esta é uma tragédia nacional”, um bispo disse a jornalistas no sábado.

Em entrevista coletiva, o primeiro-ministro Jens Stoltenberg disse que a Noruega é uma calma nação de 4,8 milhões.
“Uma ilha paradisíaca, foi transformada em um inferno”, disse ele aos jornalistas.

Um jornal local noticiou que o bispo Laila Riksaasen Dahl da diocese da Igreja da Noruega em Tunsberg, juntamente com outros clérigos, reuniu-se com sobreviventes e parentes dos mortos pelo atirador.

No sábado muitas igrejas do país permaneceram abertas durante todo o dia para oferecer orações e conforto para a população que ficou fortemente abalada com a tragédia. Durante todo o dia também foram feitas muitas orações pela rádio norueguesa. Oslo que sempre foi considerada como a terra da paz, hoje é lembrada por ter sido palco de uma dos piores atentados terroristas da Europa.

O principal suspeito de ter cometido os ataques é um homem de 32 anos, o norueguês chamado Anders Behring Breivik que se revoltou contra funcionários do governo e contra crianças associadas ao governo do Partido Trabalhista é considerado um cristão direitista com visão anti-islã.

Brevik se vestiu de policial e disse ao grupo de jovens que estava reunido em uma ilha próxima a capital que ele havia chegado ali como parte de um detalhe de segurança para protegê-los. Minutos depois ele reuniu os jovens a sua volta e começou a disparar.

A polícia disse aos jornalistas que o suspeito nunca tinha sido um membro da força policial, mas havia cumprido pena no exército. Em Oslo um carro-bomba explodiu em frente ao escritório do primeiro-ministro.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* 55% dos brasileiros é contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a união estável entre pessoas do mesmo sexo, afirma IBOPE.

 

Estado de São Paulo

Uma maioria de 55% dos brasileiros é contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Mas o tema divide a população: 52% das mulheres são a favor e 63% dos homens são contra. As opiniões variam muito em função da religião, idade e escolaridade.

A pesquisa, à qual o Estado teve acesso, foi feita pelo Ibope Inteligência entre 14 e 18 de julho. Foram entrevistados pessoalmente 2 mil brasileiros de todas as regiões, seguindo as cotas de distribuição por idade, sexo e classe de consumo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. Os resultados podem ser extrapolados para toda a população.

 

Uma maioria de 55% dos brasileiros é contrária à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Mas o tema divide a população: 52% das mulheres são a favor enquanto 63% dos homens são contra. As opiniões variam muito em função da religião, idade e escolaridade dos entrevistados.

A pesquisa foi feita pelo Ibope Inteligência entre 14 e 18 de julho. Foram entrevistados pessoalmente 2 mil brasileiros de todas as regiões do país, seguindo as quotas de distribuição da população por idade, sexo e classe de consumo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. Os resultados podem ser extrapolados para toda a população brasileira.

A decisão do STF vai ao encontro do que pensam os brasileiros com menos de 40 anos, e contraria os mais velhos. O apoio à união gay varia de 60% entre os jovens de 16 a 24 anos a apenas 27% entre aqueles com 50 anos ou mais.
Não há pesquisas anteriores que revelem a tendência histórica, mas se a maioria dos jovens mantiver seus pontos de vista quando envelhecer, é possível que a opinião da maioria mude no médio prazo.
Isso também pode ocorrer se aumentar o grau de educação da população.

A tolerância ao casamento de pessoas do mesmo sexo cresce com a escolaridade. A aceitação da união entre homossexuais é praticamente a metade entre quem só cursou até a 4ª série do fundamental (32%) em comparação a quem fez faculdade (60%).

O mesmo ocorre com as classes de consumo. Nas classes D/E, 62% são contra à oficialização da união gay. A taxa de rejeição cai para 56% nos emergentes da classe C, e fica em 51% na soma das classes A/B. Isso se reflete nas diferenças geográficas.
Entre os brasileiros do Nordeste e Norte, onde a renda e escolaridade são menores, 60% são contra a união gay. Mas nada divide mais a opinião dos brasileiros sobre esse assunto do que a religião de cada um. Entre os 60% de brasileiros católicos (50% a 50%) e entre os 12% de ateus/agnósticos (51% de apoio) há um racha de iguais proporções.
Entre espíritas e adeptos de outras religiões não-cristãs, o apoio ao casamento de pessoas do mesmo sexo chega a 60%. Quem desequilibra as opiniões contra a união estável homossexual são os evangélicos/protestantes. Com peso de 23% no total da população em idade de votar, eles são esmagadoramente contrários à decisão do STF: 77%. Apenas 23% concordam com os ministros.
As tendências apresentadas acima se mantêm quando a pergunta é: “Você é a favor ou contra a adoção de crianças por casais do mesmo sexo?”. Praticamente os mesmos 55% são contrários, contra 45% que são a favor. A ideia tem oposição de 62% dos homens, mas só de 49% das mulheres.
O apoio à adoção por casais gays é maior entre os mais jovens (60% entre pessoas de 16 a 24 anos) e mais escolarizados (58% no nível superior). A oposição é muito maior entre os mais pobres (62% nas classes D/E) e, principalmente, entre os evangélicos (72%).
Não opinião de Laure Castelnau, diretora-executiva de marketing do Ibope Inteligência, “o brasileiro não tem restrições em lidar com homossexuais no seu dia-a-dia, mas ainda se mostra resistente a medidas que possam denotar algum tipo de apoio da sociedade a essa questão”. Isso porque o instituto perguntou qual seria a reação do brasileiro caso seu melhor amigo revelasse ser homossexual. A grande maioria, 73%, respondeu que a revelação não afastaria um do outro. Mas 14% disseram que se afastariam um pouco do amigo gay, e 10%, que se afastariam muito. Os mais incomodados seriam os mais pobres, os mais velhos e os evangélicos.
O Ibope investigou também a opinião dos brasileiros sobre o exercício de carreiras do serviços público por homossexuais, a saber: médicos, policiais e professores do Ensino Fundamental. Embora a grande maioria não tenha restrições, o preconceito é maior contra policiais e professores gays. Os brasileiros totalmente a favor que homossexuais trabalhem como policias são 59% da população. Outros 15% são “parcialmente a favor” (o que não deixa de ser uma forma branda de ser contra), 9% são “parcialmente contra” e 15% são totalmente contra. A maior oposição vem dos homens, dos evangélicos, dos mais pobres e dos menos escolarizados.
No caso de um homossexual dar aulas da 1º à 9º série, o apoio incondicional fica em 61% dos brasileiros. São “totalmente contra” 15%, “parcialmente contra” 9% e “parcialmente a favor” 15%. Os que sem opõem são os mesmos contrários a que haja policias gays. Já a contrariedade a médicos homossexuais no serviço público é menor, em comparação às outras profissões. Dois em cada três brasileiros são “totalmente a favor”. Apenas 15% se declaram contra (8% totalmente, 6% parcialmente), e 17% “parcialmente a favor”. Mais uma vez, o apoio a que os gays exerçam a carreira de médico é sensivelmente maior entre as mulheres (73%), entre os mais jovens (73% até 29 anos), entre quem fez faculdade (75%), no Sudeste (74%) entre os católicos (70%) e adeptos de religiões não-cristãs (80%).

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Liberdade de expressão!

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato” (inciso IV) e “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença” (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença”.

Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da “argumentação”, ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Estrelas errantes: A decadência de alguns líderes

Em Judas 13 encontramos uma sentença contundente:
“Estes homens são estrelas errantes, para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas”.


A figura “estrelas errantes” faz-nos pensar em algo que deixou de funcionar adequadamente, ou seja, algo que saiu da rota. Portanto, a sentença “Para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas” refere-se àqueles que não permaneceram sob a ordenança de Deus, ou seja, saíram da trajetória santa estabelecida pelas Escrituras.

As estrelas errantes são líderes liberais, amigos dos deleites e que mudaram a glória de Deus em corrupção, simplesmente para agradar aos homens e seus prazeres. Esses líderes, estrelas errantes, não tomam posição, não só com medo de serem criticados e perseguidos, mas, principalmente, para poderem mudar de lado, quando algo lhe for conveniente. Vivem no “cinza”, pois, não querem ser “preto” e nem “branco”.

Os seus sermões é uma tentativa de dizer “sim” e “não” sobre o mesmo assunto. Estão engolfados no pragmatismo relativista maligno, portanto, são pedras de tropeços para o cristianismo teológico autêntico. O ufanismo pelo crescimento numérico, o apetite por promoção pessoal, a preocupação em construir impérios, a politicagem, os conchaves, a bajulação e o nepotismo tomaram conta das almas desses líderes. Essas estrelas errantes passam para o povo uma imagem deturpada do Espírito Santo como se Ele fosse um palhaço, um tolo, um bobão, um moleque.

Nos cultos promovidos por esses agentes de satanás, a Santa reverência é perdida, pois a adoração se resume em gritos de molecagem, assobios e vaias, e para induzir nas pessoas um estado de excitação e expectativa usam o chavão: “Deus é tremendo”. Além disso, Alguns promovem a doutrina pagã no ambiente de culto: tomam figuras do Antigo e Novo Testamento e as espiritualizam, transformando-as em “proteções” semelhantes às usadas pelas magias pagãs.

Como conseqüência, constatamos muitos crentes com fitinha no braço, com medalhas de símbolos bíblicos, ungindo chaves, portas e janelas com óleo, colocando sal grosso ao redor da casa para impedir a entrada de maus espíritos; outros bebem copos de água “abençoada”, usam azeite de oliva consagrado em Jerusalém, ungem toalhas; enfim, utilizam toda espécie de estrambotismo.

O apóstolo Judas caracteriza a horrenda prática de pessoas que andam qual uma estrela errante “Andam segundo as suas concupiscências, e cuja boca diz coisas mui arrogantes admirando as pessoas por causa do interesse”. A decadência da igreja é real. A imposição do pensamento moderno está bem diante de nossos olhos. O “cristianismo moderno” que se infiltrou nas igrejas tem como base a vontade do homem e a ética contextualizada. Esse cristianismo fez desaparecer das igrejas as verdades sagradas e implantou blasfêmias abolindo os padrões e diretrizes absolutos de Deus.

Nesse contexto, nos chamados “louvorzão” ou “encontrão apimentado” abraçam a música “culturalmente relevante” tal como rock, rap, samba e forró regados com coreografias dançantes, tudo no melhor estilo de casas noturnas. Ademais, usam e abusam da vestimenta imodesta: shorts, camisetas no estilo Havaiano, mini-saias e vestidos decotados e transparentes. Qual o resultado dessa técnica? Igreja lotada e orçamento gordo!

O apóstolo Paulo diz em Efésios 5:11 “Não comuniqueis com as obras infrutuosas das treva, mas antes condenai-as”. Jesus descreve a salvação como entrar numa porta estreita e num caminho apertado. A conclusão do sermão do monte pode ser resumida na frase: Seja diferente do mundo. Portanto, a pessoa realmente nascida de novo, deve andar em novidade de vida, isto implica em renúncia, tomada de posição clara contra o mau, o erro e o pecado.

As estrelas errantes têm o dom de marqueteiro e são especialistas em construir monstruosas igrejas, ou seja, igrejas-shoping onde se oferece estacionamento, pessoas pomposas a prestar assistência, poltronas, central de ar-condicionado, recreação, restaurante, apresentação de teatro, berçários, play ground e salão de jogos. Enfim, o Evangelho já não representa o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crer, mas representa o poder do homem para a obtenção de tudo aquilo que quer.

As igrejas dos pastores-shoping são especificamente projetadas para fabricar convertidos. Não é uma comunidade de fé, ou seja, as pessoas que lá estão não são envolvidas em uma koinonia cristã. As igrejas das estrelas errantes assemelham-se a uma estação rodoviária ou a um aeroporto em período de alta estação onde as pessoas são clientes que se cruzam sem se conhecerem à procura de tomar seu ônibus ou avião. É cada um por si, cada um para resolver seu problema e cuidar de sua vida. Isto não cristianismo.

A função da igreja não é fabricar convertidos, mas pregar a sã doutrina e deixar que o Espírito Santo regenere as pessoas de sua condição de pecadores impenitentes condenados ao inferno eterno. A igreja não é apenas ajuntamento, ele deve conhecer profundamente o que é ter uma só alma, deve ser unida de pensamento, desfrutar da comunhão do Espírito Santo e trescalar o perfume de Cristo.

É preciso resgatar a mensagem bíblica como regra de fé e prática, mesmo que a igreja seja impopular e não agregue multidões, pois a degeneração doutrinária é pior que a perseguição externa. Que o Senhor nos livre de um sacerdócio decaído que agrada o homem e não repreende o pecado!

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Deputado Jean Wyllys compara cristãos do Brasil com atirador da Noruega

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), que notoriamente já tem se mostrado real inimigos dos “cristãos fundamentalistas”, como sempre ressalta ele, postou um texto em sua coluna para Carta Capital, trançando um paralelo entre a atual situação do Brasil de embrolhos políticos com o massacre praticado na Noruega.

Jean Wyllys, destaca em seu texto o fato do terrorista ‘Anders Behring Breivik’ se declarar cristão e afirma que este não é apenas um problema norueguês. “Em todo o Ocidente, a direita religiosa tem ganhado força e se expressado da maneira mais assustadora possível, ao menos para pessoas pautadas por princípios humanistas e minimamente a par das conquistas da ciência no último século”, diz ele.
Na visão de Jean Wyllys, quanto maior a ligação do Estado com a religião, mais este terá problemas em sua gestão.
Segundo ele, a Noruega está entre as sociedades menos religiosas do mundo e em contrapartida, indicadores da ONU a apontam como uma das mais saudáveis (em expectativa de vida, renda per capta, igualdade entre sexos, etc). O Deputado completa sua análise ressaltando que se nesta sociedade de bem estar-social, o cristianismo fundamentalista levou a Andres Behring Breivik praticar o massacre em Oslo, imagina o que poderá acontecer no Brasil, que segundo ele hoje as crenças dos cristãos conservadores tem exercido grande influência sobre o discurso público.
Algo disso já podem ser observados por aqui, como no recente massacre perpetrado por um cristão fanático na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, subúrbio do Rio de Janeiro, no qual a velha mídia optou por não dar ênfase ao seu fanatismo cristão. Também está presente nas campanhas difamatórias orquestradas e tocadas por cristãos fundamentalistas nas redes sociais contra aqueles que defendem os direitos dos homossexuais e dos adeptos da umbanda e do candomblé, a legalização do aborto e a laicidade do Estado brasileiro. (Deputado Jean Wyllys – Carta Capital)
Em sua coluna compartilha que além das campanhas que segundo ele buscam o difamar, também recebe ameaças de morte de pessoas que se identificam como “transformadas por Cristo”  justificando sua intolerância com versículos bíblicos.
O texto publicado nesta quinta-feira (27/07/2011) é mais uma exposição da revolta que o deputado tem contra o cristianismo. Ao final faz um apelo a cristãos para unirem-se as religiões minoritárias e aos ateus para agirem contra os atos e convicções da então nomeada direita cristã fundamentalista.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

ESPECIAL LANNA HOLDER: A MUDANÇA NO TESTEMUNHO DE LANNA.

 

ATENÇÃO: A terceira parte deste post é a parte que Lanna apresenta uma nova forma de pensar a questão sobre a homossexualidade na igreja, caso já conheça o testemunho de Lanna siga até o final do post e leia diretamente a partir da terceira parte. 
Lanna Holder é uma missionária evangélica que no inicio dos anos 2000 ganhou fama internacional ao contar seus testemunhos de libertação e dizer que era “ex-gay”. Foi a primeira mulher a pregar no maior congresso pentecostal brasileiro, os gideões e já vendeu mais de 1 milhão de DVDs.
Casou-se, teve um filho mas não conseguiu resistir as pressões e “caiu” novamente tendo um relacionamento extra conjugal com uma ministra de louvor de sua igreja.
Hoje divorciada, Lanna voltou ao ministério missionário adotando um tom mais inclusivo em suas pregações apesar de parecer ainda defender a reversão.
Pesquisando entrevistas passadas e atuais, inclusive do site oficial de Lanna, onde tem uma seção de perguntas e respostas, podemos perceber que Lanna já entende e aceita melhor sua sexualidade e caminha para um evangelho mais inclusivo. Será que um dia teremos Lanna numa igreja inclusiva?

Veja algumas resposta de Lanna antes, durante e após o divórcio:
ANTES DO DIVÓRCIO EM ENTREVISTA AO PORTAL ELNET

ELNET – Quando você teve contato com o homossexualismo?
Lanna Holder – Com apenas 12 anos de idade conheci o lesbianismo. Aos 17, fui a uma boate gay e tive a minha primeira intimidade sexual com mulher. Logo depois desse acontecimento, saí de casa para morar com uma mulher 12 anos mais velha do que eu.
ELNET – E como foi a sua conversão?
Lanna – Sempre dizia que nem Deus poderia mudar a minha opção sexual. E a gente não pode mexer com Deus! Minha mãe, que era prostituta, se converteu e comecei a notar a diferença. Ela me evangelizava, mas me sentia pecadora demais pra Deus ouvir as minhas orações. Além disso, eu sempre dizia que só iria me converter quando ficasse velha. Um diácono da igreja da minha mãe me mostrou a passagem Apocalipse 22.15. “Ficarão de fora os cães, e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira”;. Eu pedi para que ele parasse de ler porque eu não agüentava. Pedi para que ele orasse por mim, porque eu queria aceitar Jesus.
ELNET – Quando isso aconteceu?
Lanna – Foi no dia 12 de dezembro de 1995, aos meus 21 anos. Larguei todas as minhas práticas imediatamente. Pedi à minha mãe, que ligasse para a minha ex-companheira e avisasse que eu não iria mais voltar, pois havia me convertido. Milagrosamente o álcool, as drogas e o homossexualismo ficaram para trás.
ELNET – Como foi a transição física, antes com trejeitos masculinos e agora, com trejeitos e caráter femininos?
Lanna – A primeira mudança foi a roupa. Eu não usava somente calça jeans. Comprava roupas sempre na seção masculina das lojas. Atualmente não uso mais calças pelo fato de querer diferenciar isso. Fiz uma campanha de jejum, acordava de madrugada para orar e louvar, pedindo sempre a Deus que me libertasse dos trejeitos masculinos. Deixei também o meu cabelo crescer e a tatuagem que tenho já está ficando desbotada e tenha a certeza que Deus vai tirar, como Ele já me prometeu.
ELNET – Como uma mulher pregadora, você já sofreu algum preconceito?
Lanna – Assim que me converti, seis meses depois já comecei a pregar. Uma vez fui pregar em Pernambuco e logo depois um pastor me disse que era muito nova .” Você é mulher, então vai sentar no banco, vai estudar a Bíblia, porque o que você está fazendo não é pra você, não
agora, só depois de muito tempo de experiência com Deus e pregação”, dizia ele. Eu fui pra casa chorando muito e perguntei a Deus o porquê daquilo. E Ele me respondeu através daquele versículo que diz que Deus usa as coisas loucas deste mundo pra confundir as sábias. Deus me mandou pregar e tem me usado e a palavra dele tem se cumprido.
ELNET – O seu esposo é pastor e deixou o púlpito pra se dedicar ao seu ministério. Geralmente é o contrário: a mulher é quem se dedica ao ministério do marido. Como é isso?
Lanna – O Samuel tem o maior prazer de estar junto comigo neste ministério. Como viajo muito, ele percebeu que era importante estar sempre ao meu lado. O Samuel sempre diz que é muito realizado. Eu não vivo sem o meu marido porque ele administra o meu ministério. Ele também escreve e tem algumas mensagens também. Trabalhamos em conjunto, nos complementamos.
ELNET – Quando o seu filho crescer e souber de todo o seu passado, como vai ser? Você tem algum receio?
Lanna – Não! No testemunho de Gideões levantei o meu filho, que se chama Samuel também, para as pessoas verem o que Deus fez na minha vida. É claro que não é o meu filho e o meu marido que vão provar a minha libertação. O que liberta é o conhecimento do Sangue de Jesus, a comunhão com Deus, mas eles foram um presente. Tenho muito prazer de mostrar o meu marido e o meu filho.
ELNET – Alguns dizem que o homossexualismo tem uma origem genética. O que acha?
Lanna – Em todos os casos acredito que há influência maligna. No meu caso, especificamente, foi uma maldição hereditária. Meu pai queria que eu fosse homem e isso inconscientemente afetou.
ENTREVISTA DADA A REVISTA ECLÉSIA DURANTE O DIVÓRCIO
A Igreja Evangélica foi sacudida por um escândalo envolvendo a missionária pernambucana Lanna Holder, 29 anos. Ligada ao ministério da World Revival Church – Igreja do Avivamento Mundial, nos Estados Unidos, Presidida pelo Pr. Ouriel de Jesus, a igreja freqüentada por brasileiros que vivem na região, Lannateve um caso homossexual com a dirigente do louvor daquela comunidade.
Logo, o ti-ti-ti e a boataria correram soltos. Dizia-se que ela fora presa e deportada, após ser surpreendida pelo marido com a parceira dentro de um carro.
A coisa teria chegado ao ponto de ela ter levado uma surra do marido….
O episódio só tomou tal proporção devido à ausência de informações e, claro, à popularidade de Lanna no segmento pentecostal. Pregadora itinerante, ela ficou famosa ao percorrer igrejas, no Brasil e no exterior, contando seu testemunho de conversão que inclui, justamente, a libertação de uma vida promíscua, marcada pelo uso de drogas e pelo homossexualismo.
Confira a entrevista concedida ao repórter Marcelo Dutra da revista Eclésia feita por telefone de sua casa em Boston:
ECLÉSIA – A senhora realmente deixou de ser homossexual quando aceitou a Cristo?
Lanna – Eu fui curada por Jesus e não tenho dúvidas quanto a isso. Fico triste quando vejo gente por aí dizendo: “A Lanna caiu porque não era liberta de verdade”. Isso é coisa de quem não conhece a Bíblia. As Escrituras narram que vários personagens que viviam segundo os desígnios do Senhor caíram – isso é do homem. Vemos gente que saiu do adultério voltar a adulterar; alcoólatras libertos que um dia caem e tomam a beber. A pessoa que tem um passado negro como o meu está sempre sujeita e suscetível a uma queda.
ECLÉSIA – Na época de sua conversão, a senhora submeteu-se a alguma terapia espiritual para suprimir suas inclinações homossexuais?
Lanna – Não me submeti a nenhum trabalho específico voltado para essa área. Eu me converti na Assembléia de Deus e lá eles não têm esse tipo de atendimento.
ECLÉSIA – A Igreja é mais radical quando o pecado atinge a área sexual?
Lanna – Sem dúvida. Os pecados da área sexual são tratados pelas igrejas de maneira muito mais severa. Um irmão ou pastor que rouba o dinheiro da tesouraria e que administra a verba ao seu bel-prazer, ou aquele que difama os outros, por exemplo, é visto como um “pecador normal” – às vezes, nem são observados. Não é o que acontece com quem comete erros sexuais. Há uma fixação da Igreja por essa área.
ECLÉSIA – Por que?
Lanna – É simples – a Igreja, principalmente a brasileira, está mais doente que o mundo. Sabe por quê? Porque ela conhece a verdade mas age como se não a conhecesse. A Igreja conhece a graça de Deus, mas a despreza. Só para você ter uma idéia: quando eu caí em pecado, estava nos Estados Unidos. Voltei para o Brasil na tentativa de me afastar da outra mulher e de restaurar meu ministério. Mas vários pastores da América ligaram para o Brasil para relatar o que acontecera. Quando você está bem, é respeitado. Mas quando se está à beira do precipício, algumas pessoas que estão dentro da Casa de Deus não socorrem. Empurram.
ECLÉSIA – Ao longo de seu ministério, a senhora tomou conhecimento de homossexuais, homens ou mulheres, que vivem dentro das igrejas sem resolver esta situação?
Lanna – Só não posso te falar que em todas as igrejas encontrei pessoas assim porque não quero mentir. Mas sem medo de errar, em 90% das igrejas existem pessoas com problemas relacionados ao homossexualismo. Sempre que eu dava meu testemunho, as pessoas me procuravam para contar seu drama e pedir conselhos. Elas se abriam comigo — mas não faziam o mesmo com seus pastores, pois tinham muito medo. Eles diziam que não confiavam em ninguém. Então, eu falava para eles tomarem como exemplo o milagre que Deus fez na minha vida e que abandonassem o pecado.
ECLÉSIA – O que de fato aconteceu com a senhora neste caso?
Lanna – Eu me apaixonei por uma mulher, fui tentada e caí em pecado. Houve um envolvimento sentimental muito forte que, infelizmente, mexeu com meu passado de homossexualismo. Mas fico triste quando alguém diz que eu nunca mudei de fato e que enganava as igrejas. Isso é mentira. Jesus realmente me libertou de uma gaiola até há alguns meses, mas eu fui presa lá de novo.
ECLÉSIA – Se voltou ao Brasil para restaurar sua vida, por que, então, está vivendo agora nos EUA?
Lanna – Porque eu preciso juntar dinheiro suficiente para quitar uma divida que ultrapassa os R$ 100 mil. Trabalhando no Brasil, eu jamais conseguiria pagar tudo isso.
ECLÉSIA – Qual a origem de tamanho prejuízo?
Lanna – Muitas pessoas que haviam comprado meu material para vender nas igrejas sustaram os cheques, assim que o escândalo estourou.
ECLÉSIA – Quais foram os pastores que lhe deram calote?
Lanna – Não gostaria de citar nomes. São pastores de grandes igrejas e de igrejas da periferia, também.
ECLÉSIA – Mas o que aconteceu com todos os recursos arrecadados pela venda de suas fitas e vídeos durante tanto tempo?
Lanna – Meu ex-marido cuidava disso para mim. Ele administrava toda essa questão de dinheiro. Eu mesmo nem sei ao certo quanto arrecadava com a venda dos produtos. Só sei que agora devo e muito.
ECLÉSIA – Seu casamento foi influenciado por pressões da igreja, como uma forma de provar que não era mais lésbica?
Lanna – Não, de forma alguma. Eu me casei porque quis.
ECLÉSIA – E por que seu casamento naufragou?
Lanna – Nós não conseguimos resolver as coisas de uma maneira melhor por causa dos vários compromissos que eu tinha com o ministério. Meu casamento foi abaixo também por causa disso. Meu ritmo de vida era alucinante, chegava a pregar três vezes ao dia em locais diferentes. Havia também as viagens. Isso proporcionou que a gente se afastasse. Nós passamos por graves crises em nosso casamento, principalmente na área sexual. Chegamos a ficar quase um ano sem manter relações sexuais. Dá para acreditar? Eu cheguei a cobrar do meu marido um compromisso sexual comigo. Dizia para ele que, devido ao meu passado, eu tinha que ser plenamente saciada por um homem nesta área. Mas nada mudava. Ele só me dizia que eu não podia deixar de pensar no ministério. Nosso casamento não tinha mais jeito.
 ECLÉSIA – Vocês já estão divorciados?
 Lanna – Ainda não, pois estamos sem dinheiro. Mas vamos usar um serviço social americano para resolver essa questão o mais rápido possível. Meu sonho neste momento, mais do que voltar a ter algum ministério, é ter uma família. Peço a Deus um marido. Um homem que realmente me faça feliz e me dê pelo menos mais dois ou três filhos.
ECLÉSIA – Após a divulgação do escândalo, alguns dos setores que antes a solicitavam têm apoiado a senhora?
Lanna – Não, ninguém me procurou. A única pessoa que realmente tenta me apoiar – aliás, eu me emociono pela maneira como faz isso — é meu pastor [Manoel Antonio Ribeiro, da Assembléia de Deus do Monte, no Rio de Janeiro]. E olha que nós sequer nos falamos depois de tudo que me aconteceu. Eu tento poupá-lo do constrangimento. Mas aquele é um servo de Deus, um homem de bem. Para não ser injusta, a pastora Zilmar, esposa do pastor Jabes de Alencar [líder da Assembléia de Deus do Bom Retiro, igreja paulistana], foi me visitar em São Paulo, assim que soube que eu tinha caído em pecado. Ela veio em nome da igreja e ofereceu ajuda para o que eu estivesse precisando. Levaram até uma cesta básica para mim.
ECLÉSIA – O que mudou no tratamento recebido pela senhora nas igrejas, antes e depois de sua queda?
Lanna – Eu sempre tive a graça de Deus na minha vida. Onde eu chegava, independente de local, era recebida com carinho. Isso é interessante, porque por mais que existam pessoas que saíram do homossexualismo, poucas têm coragem de dizer por causa do preconceito, do medo de ser apontada, criticada. Mas eu me expus e meu passado nunca pesou para mim quando entrava na casa dos pastores, por exemplo. Sempre fui tratada com respeito e até hoje muitos crentes me perguntam como estou, se estou em dificuldades, quando por acaso esbarro com algum deles pela rua. Eu acreditava que receberia apoio espiritual dos grandes pastores, dos grandes homens de Deus que sempre estavam perto de mim, mas foi o povo, os irmãos das igrejas que me apoiaram e têm demonstrado amor por mim.
ECLÉSIA – A senhora saiu do Brasil dizendo que recebeu um chamado missionário. Quanto a Igreja de Boston lhe pagava?
Lanna – Nós nunca falamos numa verba fixa. O convite aconteceu, mas acabou não se concretizando por causa da minha queda. Ou seja, eu nunca fui missionária daquele ministério. No início de 2003, eu recebi a proposta de uma igreja americana para ir morai nos EUA, já que eu estava viajando sempre para lá. Eu disse isso ao pastor Ouriel de Jesus, que imediatamente me fez uma proposta para ficar como missionária de sua igreja. Eu iria ficar pregando nas dezenas de igrejas dele no mundo inteiro e venderia meus produtos, mas não ganharia uma oferta fixa. Mas logo depois tudo aconteceu e achei que a proximidade com a mulher com quem tive o caso seria muito pior para mim.
ECLÉSIA – Qual foi a postura do pastor Ouriel diante do escândalo?
Lanna – No dia em que eu sentei com o pastor Ouriel para confessar o meu pecado, ele falou que, diante do ocorrido, não poderia cumprir o que havia sido combinado. Ele disse que iria nos ajudar até que superássemos o problema. Até me aconselhou a voltar para o Brasil e a me submeter à disciplina de meu pastor. Quanto à outra pessoa envolvida, o próprio Ouriel a disciplinou.
ECLÉSIA – E quanto à outra mulher – a senhora nunca mais a viu?
Lanna – Não temos mais contato algum. Ela é proibida pela igreja de falar comigo, mesmo que nos víssemos na rua. Não é possível qualquer tipo de aproximação. Além disso, o marido dela não superou a crise e mantém uma mágoa muito grande de mim.
ECLÉSIA – Quais são seus planos, agora?
Lanna – Gosto das igrejas daqui. Embora eu passe um momento de cobrança, as pessoas me perguntam quando vou voltar. Dizem que sentem saudades de me ver diante do púlpito, pregando… Conversei com vários pastores aqui que dizem o mesmo. Mas eu não posso voltar só para matar a saudade das pessoas. Eu não deixei de ser crente, mas não posso pregar o que não vivo. Portanto, não sei quando e nem mesmo se voltarei
ECLÉSIA – Como a senhora define a sua situação espiritual?
Lanna – Eu me lembro de que, quando aceitei a Cristo, não conseguia mais deixar de falar de Deus. Até hoje o Senhor me dá mensagens. Você acredita? Mas é verdade. Não consigo viver sem pregar. Eu gosto, está no meu sangue. Sei que nasci para pregar. Mas eu não sei o que o Senhor vai fazer comigo ou como vai me usar no futuro. Hoje, não sei se vou ou não voltar ao ministério — só posso dizer que estou em processo de restauração e creio que Deus tem algo maravilhoso preparado para mim. Sei que estou em pecado, mas sei também que Jesus me ama e estou trabalhando minha restauração. Não quero ir para o inferno!
VEJAM AGORA ALGUMAS RESPOSTAS DADA EM SEU SITE OFICIAL APÓS O DIVÓRCIO:

 

Missionária, já se livrou do homossexualismo? Como está sendo este recomeço?
Na realidade, minha sexualidade não pode jamais definir meu relacionamento com Deus e tão pouco limitar o ministério dEle em minha vida. O que hoje eu sou, é fruto do amor do Pai e não uma definição chula como homossexual ou ex-homossexual. Aliás são palavras taxativas por demais.
Minha identidade de filha me isenta de qualquer rótulo inferior, por isso meu recomeço tem sido firmado no que o Pai me tornou e não naquilo que a sociedade ao meu redor me rotulou.

 

Gostaria muito de comprar o seu material, como consigo? Minha irmã é homossexual e eu gostaria que ela assistisse ao seu testemunho.
Em breve haverá no site uma loja virtual com todas as mensagens destes onze anos de ministério. O qual sem dúvida, lhe dará a possibilidade de adquirir o DVD com o testemunho.
Enquanto isso não acontece, me permita ser objetiva quanto a sua irmã. Mediante o que ela está vivendo, se você realmente deseja ganhar a alma dela para Cristo, apenas pregue a palavra e não exija midanças precoces, deixe que o Espírito Santo realize o trabalho dele em tempo oportuno e determinado. Ao passo que isso acontecer, apenas a ame, afinal o amor é o resultado da graça.
Missionária, gostaria de voltar o relacionamento com seu ex-marido?
Estas perguntas são frequentes e profecias também… (risos)
Minha resposta é não minha irmã, estamos vem dessa maneira!

Na realidade, meu relacionamento com meu ex-marido já está bem mais que definido. Estamos divorciados à quatro anos (pela lei americana) e já oficializamos o divórcio no Brasil. Ao passo que ele já está casado novamente e acredito que feliz. Assim, no momento o que nos une como amigos é o nosso filho.
Como indentificar se é um espírito de homossexualidade ou uma deficiência na alma por carência infantil?

 

 

Na realidade a deficiência está mais na igreja ou na instituição que tenta definir a raíz da homossexualidade do que nos indivíduos que lutam em meio as próprias dúvidas. A falta de preparo das igrejas e seus centros de reabilitação impõe a essas pessoas que já carregam um julgo pesado, um fardo ainda mais grosseiro. Que estes definam a base da Bíblia a origem e natureza da homossexualidade, porque ela nada diz como sendo de origem malígna ou como doença. O mais eu creio que possa sim ter sido por influência de abuso na infância, mas e quanto aqueles que nunca forão molestados? Assim eu deixo para Deus as respostas que nem eu, e nem ninguém tem!

 

A paz missionária! Aceitei a Cristo recentemente. Fui homossexual antes. Agora tento mudar tudo o que fazia e muitos me criticam e me aconselham. Quero que tudo em minha vida mude repentinamente. O que faço?
Nosso anseio de agradar a Deus nos leva a desejar prontamente alcançar o alvo.
Nesses quase quatorze anos de conversão aprendi que somos muito conduzidos por aquilo que as pessoas pensam a respeito de Deus e tentam impor a nós mesmos como verdades espirituais absolutas, quando na realidade nosso relacionamento com Ele é que definirá a base da nossa intimidade.
Não vamos agradá-Lo só porque acertamos, mas simplesmente porque não desistimos de tentar, mesmo que falhemos em muitas das vezes.
O problema é quando procedemos olhando para os lados, preocupados em como agradar a todos, e como humano não suportaremos de forma alguma a pressão, e arrebentaremos em revolta até mesmo contra Deus.
Querido tenha calma, Ele finalizará a obra, e se todas as mudanças que você deseja NÃO ocorra, todavia o amor Dele por você se fará imutável.
Viva com Ele um relacionamento não uma permuta diária!

Me mostre biblicamente que no relacionamento homossexual, não há influências malignas.
Minha querida suas perguntas são um reflexo latente das ansiedades da sua alma, mas irei prontamente lhe responder, sabendo que algumas perguntas são como laço para mim, mas as respondo no intuito que o Senhor sonde entre meu alvo e o alvo dos demais.
Não estou aqui para defender a crise existencial ou homossexual de alguns, ou o movimento gay, estou aqui para pregar o Evangelho e, diga-se de passagem, a toda alma moribunda, das quais não me excluo.Biblicamente falando não temos nenhum exemplo de relacionamentos homossexuais para nos basearmos, mas quando em uma das respostas eu convidei os interessados no assunto a sondarem as Escrituras para definirem biblicamente a questão eu estava expondo uma triste realidade: sempre espiritualizamos ou atribuímos ao diabo o que não dominamos em completo conhecimento,e ao Pai cabe dizer onde há ação maligna, ou deficiência de alma e não a mim.

Gosto muito de você e sempre acreditei na sua volta. Quando vinham criticar, eu não gostava e sempre dizia o cair e do homem e o levantar de Deus! Tenho um desejo de te conhecer pessoalmente. Estou passando pelo deserto e as vezes penso que não vou sair mais. Vendo você firme e forte, creio no milagre. Desejo de coração toda benção do mundo pra você e seu filhoComo conseguiu sair do deserto em que se encontrava. Alguém lhe ajudou? Você agora esta em alguma igreja? Qual? Qual a sua opinião sobre aqueles que vêem seus irmãos caídos e não lhes é dado apoio?
Qualquer questão que eu possa suscitar a respeito desse assunto pode parecer uma autodefesa a tudo quanto eu mesma enfrentei em todo o processo de queda e desolação, mas não é.Certa vez eu li uma frase do Rev. Caio Fábio que dizia que a igreja é o único exército que mata os seus soldados feridos. Sem dúvida só podemos definir isso como verdade quando passamos por crises e fracassos no meio do rebanho e somos mutilados dia após dia pela indiferença e falta de amor de todo o sistema e quanto a isso somente o avivamento genuíno pode mudar este caos, trazendo o amor ao seio da igreja.

Graças a Deus que na época a Pastora Márcia Cunha resolveu fazer diferença na minha história, e me ajudar mesmo que estivesse sofrendo muitas afrontas por isso, me ajudando e me pastoreando por três anos.

Missionária Lanna, tenho um problema com homossexualismo, tento me conter até mesmo me privar de tudo e de todos. No momento estou afastada da igreja, mas toda vez que tento reconciliar com a igreja, a opressão maligna é muito forte junto com os pratos do maligno. Já tentei pedir auxílio mas é aquela coisa, ninguém sabe como lidar com essa situação! Como lidar com homossexualismo?
É normal que essas perguntas sejam freqüentes aqui no site, devido ao meu passado e a fatores ainda assim recentes que causaram o meu divórcio e minha parada ministerial por quatro anos.
Na realidade não existe, ao contrário do que muitos afirmam, uma formula mágica ou um roteiro de rituais religiosos nem mesmo de exorcismo para se resolver esta questão na vida dos que vivem tal dilema.
Particularmente e por experiência própria eu lhe aconselho a servir a Deus ainda que sinta que sua natureza não possa ser mudada, embora acredito que o crescimento na graça lhe conduzirá a um estágio de domínio próprio sobre essa circunstância. (Comentário do Blog: Reparem que aqui ela fala em domínio próprio, ou seja manter uma vida sexualmanete Inativa, e não em mudança ou reversão para heterosexualidade)
Todavia lhe peço que não desista afinal quem poderá lhe separar do amor de Cristo? Mediante a uma imensa lista de fatores externos que jamais poderiam afastar o apóstolo Paulo dessa grande descoberta do amor Ágape, eventualmente ele mesmo descobriu que nem mesmo um espinho na carne o separaria Dele e senão separou ao pobre Paulo,  tão pouco a nós.
Missonária Lanna, primeiramente quero agradecer a Deus por sua vida determinada mesmo em meio a tantas pedradas recebidas. Deus é contigo! Você atualmente esta debaixo de alguma liderança espiritual ou está dizimando em alguma igreja. Se sim, qual?

Meu amado irmão sou membro da igreja Assembléia de Deus em Cidade Nova no Rio de Janeiro, isso referente ao Brasil. Quanto a America estou ligada ao ministério El Shekkinah, como estou ligada a ambos os ministérios sei que meu compromisso é com ambos!

Sou lésbica desde meus cinco anos, hoje tenho quarenta e seis. Como posso me livrar dessa maldição?
Primeiramente, desejo saber qual é a base que lhe leva a crer que seja consequência de uma maldição em sua vida? Em outras respostas relacionadas ao assunto, falo sobre o fato de pessoas que nasceram no evangelho sem possibilidade de estarem sendo visitadas por maldições passadas e que tiveram pais e avós cristãos e no entanto sofrem com tal inclinação. Sendo assim, você deve ter um motivo específico que te leve a crer piamente que em seu caso se trate de uma maldição por alguma prova cabal!
De outra forma, diria que você está dentre tantos casos reincidentes de pessoas que desde a infância sentem essa tendência à atração pelo mesmo sexo, por isso está incluída no rol dos que teem maior dificuldade em mudar sua inclinação e referência de identidade sexual.
Por isso lhe aconselho a continuar servindo ao Senhor ainda que não consiga mudar sua sexualidade. Essa insistência pode ser extremamente desgastante, por isso mantenha seu alvo na sua intimidade com o pai.
Missionária Lanna, foi fácil sair do homossexualismo? Fui homossexual e ainda tenho algumas coisas que me perseguem.
Definindo a homossexualidade em três classes, das quais está inclusa nas respostas dadas as diversas perguntas sobre esse assunto, Diria que depende em qual delas você esteja incluído.
Para muitos isso é um absurdo, mas não lido com espiritualidade abusiva fingindo ter resposta para o que não tenho e intentando ser a bússola na vida de tantos que se sentem perdidos quanto a essa questão. Me despojei do peso dessa responsabilidade quando vi alguns dos meus próprios conceitos e critérios teóricos caírem diante de mim em plena prática.
Prefiro admitir que nem todos conseguem mudar essa inclinação, sei que é inadmissível tal resposta visto que o Senhor cura todas as enfermidades (considerando a opinião daqueles que definem a homossexualidade como doença). Por que então, nem todos os que creem são curados de câncer ou de qualquer outra mazela? É porque eu acredito que o Senhor trabalha diferente com cada indivíduo, da mesma forma creio que cada pessoa que sofre com essa situação tem uma resposta diferente de outros.
Resumindo, talvez você nunca consiga ser como os demais homens, mas poderá ser como qualquer outro adorador, ou qualquer outro filho dentre tantos distintos! Nele que nos ama!

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

O que diz a Bíblia a respeito da homossexualidade? A homossexualidade é pecado?

Enviar para amigo

homossexual 300x225 O que diz a Bíblia a respeito da homossexualidade? A homossexualidade é pecado?
Pergunta: “O que diz a Bíblia a respeito da homossexualidade?A homossexualidade é pecado?”
Resposta: A Bíblia nos diz de forma consistente que a atividade homossexual é pecado (Gênesis 19:1-13; Levítico 18:22; Romanos 1:26-27; I Coríntios 6:9). Romanos 1:26-27 ensina especificamente que a homossexualidade é resultado de negar e desobedecer a Deus. Quando a pessoa continua em pecado e incredulidade, a Bíblia nos diz que Deus “a abandona” a pecado ainda mais perverso e depravado para mostrar-lhe a futilidade e desesperança da vida longe de Deus.I Coríntios 6:9 proclama que os “transgressores” homossexuais não herdarão o reino de Deus.
Deus não cria a pessoa com desejos homossexuais. A Bíblia nos diz que a pessoa se torna homossexual por causa do pecado (Romanos 1:24-27), e definitivamente por sua própria escolha. A pessoa pode nascer com grande tendência à homossexualidade, da mesma forma como algumas pessoas nascem com tendências à violência e outros pecados. Mas isto não é desculpa para escolher o pecado, cedendo aos próprios desejos pecaminosos. Se uma pessoa nasce com grande tendência à ira, isto faz com que seja certo que, então, ceda a esses desejos? Claro que não! O mesmo é verdade com relaçãoà homossexualidade.
Entretanto, a Bíblia não descreve a homossexualidade como um pecado “maior” do que qualquer outro. Todos os pecados são ofensivos a Deus. A homossexualidade é somente uma das muitas coisas enumeradas em I Coríntios 6:9-10, coisas que vão manter a pessoa afastada do reino de Deus. De acordo com a Bíblia, o perdão de Deus está disponível ao homossexual da mesma forma como está disponível a um adúltero, adorador de ídolos, assassino, ladrão, etc. Deus também promete força para conquistar a vitória sobre o pecado, incluindo homossexualidade, a todos quantos crerem em Jesus Cristo para salvação (I Coríntios 6:11; II Coríntios 5:17).

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Lanna Holder e Silas Malafaia falam sobre homossexualidade

Enviar para amigo

malafaia e lanna holder Lanna Holder e Silas Malafaia falam sobre homossexualidadeLanna Holder voltou ao noticiário gospel e secular, mais uma vez, para estarrecer os evangélicos que se regozijaram com o seu testemunho de libertação do lesbianismo na década de 90. Em 2002, ela já foi alvo de polêmica ao ter uma recaída – envolveu-se com uma mulher do grupo de louvor de uma igreja nos EUA, ambas eram casadas. Agora, quase dez anos depois, Lanna volta à cena “sem máscaras”, com uma iniciativa e um discurso que escandaliza quem a viu pregar: ela assumiu publicamente o seu relacionamento com a pastora Rosania Rocha – com quem havia se envolvido nos Estados Unidos -, abriu uma igreja em São Paulo, na qual afirma que homossexualidade não é pecado, e admite que o seu testemunho era enganoso até para ela mesma. “Quando me converti, aprendi que a homossexualidade era uma possessão demoníaca. Isso sempre foi uma luta pessoal, eu não entendia porque, mesmo selada pelo Espírito Santo e

lanna holder 200x300 Lanna Holder e Silas Malafaia falam sobre homossexualidade“Quando me converti, aprendi que a homossexualidade era uma possessão demoníaca. Isso sempre foi uma luta pessoal, eu não entendia porque, mesmo selada pelo Espírito Santo e abençoada com o dom da Palavra, eu continuava sentindo desejos homossexuais

abençoada com o dom da Palavra, eu continuava sentindo desejos homossexuais”.

Lanna desistiu de lutar contra os seus desejos e sentimentos e fundou uma igreja que ela chama de inclusiva, e não de “gays”. Trata-se da Comunidade Cidade de Refúgio, inaugurada em junho em um bairro central de São Paulo. Lá a pregação é bem diferente daquelas que Lanna fazia quando era membro da Assembleia de Deus. Ele fala de libertação para prostitutas, drogados, alcoólatras, mas não para os homossexuais: “Com uma prostituta, alcoólatra ou drogado, iremos acolhê-lo, mas vamos tentar ajudá-lo a mudar a sua conduta de vida. Com o homossexual, entendemos que não é uma opção, mas sim uma orientação, que, na maioria dos casos, é irreversível, principalmente se for de nascença. Se eu pudesse escolher, jamais seria lésbica”.

Os defensores do Evangelho consideram essa posição uma heresia. Já para a ciência, ainda não há consenso sobre os fatores específicos que levam um indivíduo a tornar-se heterossexual, homossexual ou bissexual, incluindo possíveis efeitos biológicos, psicológicos ou sociais da orientação sexual dos pais. Ao lado da companheira, Lanna mostra firmeza ao defender a nova doutrina, alegando que está pregando o amor e que Deus não faz acepção de pessoas.

Ao referir a inexperiência de muitos ministérios ao tratar de sexualidade, ela acrescenta que o homossexual se diz discriminado pelos evangélicos e que eles se tornaram resistentes à Palavra de Deus. “Eles pensam: ‘Se Deus não me aceita, se vou para o inferno, então vou ‘zuar’ de vez’. É aí que se lançam na promiscuidade, nas drogas e na prostituição”, explica. No meio das discussões acaloradas sobre a PL 122 e kit gay, Lanna virou alvo da mídia como caso inusitado. Muito bem articulada, ela cita versículos bíblicos de Gênesis a Apocalipse que apontam a homossexualidade como pecado e faz uma interpretação diferente, buscando referências nos textos originais, escritos em grego, nas quais as palavras teriam um sentido diferente dos descritoshoje. Com base nessa releitura, ela argumenta que não há na Bíblia condenação para a homossexualidade: “Existe um contexto em que não posso retirar um texto para fazer um pretexto”.

malafaia 225x300 Lanna Holder e Silas Malafaia falam sobre homossexualidadeSobre os argumentos de Lanna Holder, Malafaia diz que ela está “teologicamente errada e confusa”, porque Jesus ama todos, mas não consente que se continue no pecado. “À mulher adúltera ele disse ‘Vem, mas, agora, não peque mais’

“Homossexualidade na Bíblia é pecado, pode tentar, forçar, mas é pecado”

Um dos maiores articuladores dos protestos contra a PL 122, o pastor Silas Malafaia falou à reportagem da revista Exibir Gospel a respeito da iniciativa de igrejas que se dizem evangélicas, mas defendem que a homossexualidade não é pecado. Em São Paulo, a novidade é a Igreja Comunidade de Refúgio, de Lanna Holder (veja acima). No Rio de Janeiro, contudo, já existe a Igreja Contemporânea, que tem até filiais pelo Brasil. Tais instituições estão na contramão dos movimentos evangélicos, que pregam o que está escrito na Bíblia: que os homossexuais não herdarão o Reino dos Céus. “O apóstolo Paulo diz em I Co 6-9: ‘Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas ´. Sodomitas, aqui, refere-se a homens que se envolvem em atos sexuais com outros homens ”, observou Malafaia, nos bastidores da Marcha para Jesus de São Paulo.

A nova doutrina das igrejas voltadas para homossexuais também ignora o Evangelho que liberta e transforma o homem, conforme aponta o pastor, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Apesar de seu discurso, ele enfatiza que os evangélicos não são homofóbicos, apenas defendem a Palavra de Deus: “Como qualquer organização, a igreja tem regras. O homossexual é bem recebido, mas ele não será membro, porque está no pecado”. Ainda em I Co 6, no versículo 11 o pastor cita: ‘E é o que alguns de vós têm sido (referência aos impuros, idólatras, sodomitas); mas haveis sido lavados, santificados, justificados em nome do Senhor Jesus pelo Espírito do nosso Deus`. Então como é que a pessoa vem para a igreja e continua homossexual?”, questiona.

Sobre os argumentos de Lanna Holder, Malafaia diz que ela está “teologicamente errada e confusa”, porque Jesus ama todos, mas não consente que se continue no pecado. “À mulher adúltera ele disse ‘Vem, mas, agora, não peque mais’. O texto áureo da Bíblia fala do amor (João 3-16), mas os versículos 17 e 18 dizem: ‘Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele’”, acrescenta.

O pastor acrescenta que a Bíblia fala de salvação e de condenação, de amor, misericórdia, mas também de justiça e juízo: “Homossexualidade na Bíblia é pecado, pode tentar, forçar, mas é pecado”. A respeito da afirmação de que se nasce homossexual, Malafaia fala como psicólogo clínico, uma de suas formações: “Não existe ordem cromossômica homossexual. O cromossomo de um homem hetero é igual ao de um homem homossexual, assim como o cromossomo da mulher hetero é como o da mulher homossexual. Homossexualidade é preferência, aprendida ou imposta, é comportamental”. O pastor reconhece, porém, que é necessário que as igrejas tenham uma atenção especial com os homossexuais. “Tem que ajudar, amar e integrá-lo. Muita gente não entende isso. No entanto, se quer ser membro, tem de se submeter às regras. Há salvação para o homossexual, bandido e até para os que se acham politicamente correto. Mas se não aceitar a Cristo, não será transformado, não será perdoado e vai para o inferno. Isso vale para mim e para qualquer um”, conclui.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Beijaço LGBTT nesse domingo promoveu debate sobre homofobia em Pernambuco

Quem esteve no Bairro do Recife na tarde deste domingo (31) pode presenciar dois atos públicos legítimos e necessários. Um em defesa do próprio Bairro e outro contra a homofobia e o machismo. O segundo, que aconteceu na Praça do Arsenal, tinha como objetivo principal o combate ao preconceito e a defesa da livre manifestação de afeto por quem quer que seja, independente de orientação sexual.

Para chamar atenção para as bandeira que defendiam, os manifestantes do movimento LGBTT,além de confeccionarem faixas e cartazes, promoveram um Beijaço. Isto é, de tempos em tempos, e sob palavras de ordem, os que se sentiam à vontade começavam a se beijar,  todos ao mesmo tempo.

O estudante Thiago Gomes, uma das lideranças do Beijaço idealizado pela Assembléia Nacional dos Estudantes Livres (ANEL), garante que a importância do ato não está nele mesmo, mas nos debates que promove.

“Esclarecemos as mais diversas dúvidas sobre o PLC 122, Kit Anti-Homofobia nas escolas,a importância da Parada Gay para o fortalecimento do movimento, além de salientar sempre que possível os tristes dados que apontam o Brasil como o país em que mais se mata homossexuais no mundo”.

Segundo os organizadores, Pernambuco é um dos estados que mais mata e agride homossexuais no país, o que atribuem à falta de políticas públicas e a “polícia repressora”. No ano de 2010, foram mortos cerca de 260 gays no estado.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Jair Bolsonaro denuncia 180 propostas de leis pró-gay para escolas

A II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais foi destaque no pronunciamento do Deputado Jair Bolsonaro (PP/RJ) nesta quinta (07/04). Para Bolsonaro, o evento que será realizada no mês de dezembro em Brasília, custeado com dinheiro público, será utilizado para disseminar um novo Kit Gay nas escolas.

Segundo o deputado o encontro vai reunir aproximadamente 800 gays para debaterem 180 itens, entre eles; a inserção nos livros didáticos da temática das famílias LGBT, cota para professor homossexual em escolas públicas, distribuição de livros para bibliotecas escolares com a temática “diversidade sexual” para o público infanto-juvenil, criação de bolsas de estudo para qualificar profissionais travestis e transexuais, incluir recomendações sobre diversidade sexual no Programa Nacional do Livro Didático para alfabetização de jovens e adultos, criar cursos de pós-graduação sobre diversidade sexual, criar cursos para valorização dos movimentos culturais de LGBTs, classificar como impróprias para crianças obras que não contenham um casal homossexual como modelo de família.

Bolsonaro prometeu mobilizar os deputados e a população para que as pautas não sejam aprovadas. “O bicho vai pegar mais grave agora. Esta é mais uma briga que vamos assumir”, relatou. O congresso acontece de 15 a 18 de dezembro em Brasília e tem o tema “Por um país livre da pobreza e da discriminação: promovendo a cidadania LGBT”. As despesas para a realização do evento serão pagas pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

PLC 122 – Novo texto criado junto com senadores evangélicos – Veja como ficou…

Após PL 122 ser´engavetado`, é apresentado novo texto elaborado junto com evangélicos. Na nova proposta, discursos contra a homossexualidade não são condenados – esse era o maior impasse, já que fere a Constituição.-Confira o novo texto…

O PLC 122, Projeto de Lei que criminalizava a “homofobia” no Brasil, foi “paralisado”. A senadora Marta Suplicy explicou que “não se trata de arquivar o PLC 122, mas preparar um substitutivo para ele”.

O novo texto foi criado pelos senadores Demóstenes Torres, Marcelo Crivella e pela própria Marta Suplicy. Apesar de não assinar como um dos autores, o senador evangélico Magno Malta também participou de reuniões sobre o projeto de lei que será apresentado nos próximos dias ao Senado. Representantes da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros) também integraram reuniões.

Nesta nova proposta, discursos que condenam a homossexualidade não entraram no texto – esse era o maior impasse, já que fere a Constituição brasileira quanto às liberdades religiosa e de expressão. O texto atual condena crimes homofóbicos violentos, discriminação no trabalho, em ambientes comerciais ou repartições públicas e violência doméstica. O mesmo também penaliza com maior rigor gangues que pratiquem ou incitem a violência contra homossexuais e transexuais. Porém, o artigo 3 ainda causa alguma polêmica, pois condena a um a três anos de prisão quem “deixar de contratar alguém ou dificultar a sua contratação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero”.

Leia o novo texto na íntegra:

Emenda CDH (Substitutivo)

Projeto de Lei da Câmara 122, de 2006

Criminaliza condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal para punir, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.

O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Esta Lei define crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.

Art. 2º Para efeito desta Lei, o termo sexo é utilizado para distinguir homens e mulheres, o termo orientação sexual refere-se à heterossexualidade, à homossexualidade e à bissexualidade, e o termo identidade de gênero a transexualidade e travestilidade.

Discriminação no mercado de trabalho

Art. 3º Deixar de contratar alguém ou dificultar a sua contratação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:

Pena – reclusão, de um a três anos.

§ 1º A pena é aumentada de um terço se a discriminação se dá no acesso aos cargos, funções e contratos da Administração Pública.

§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Discriminação nas relações de consumo

Art. 4º Recusar ou impedir o acesso de alguém a estabelecimento comercial de qualquer natureza ou negar-lhe atendimento, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:

Pena – reclusão, de um a três anos.

Indução à violência

Art. 5º Induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:

Pena – reclusão, de um a três anos, além da pena aplicada à violência.

Art. 6º O Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 61……………………………………………………………………….
II…………………………………………………………………………………
m) motivado por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”

Art. 121……………………………………………………………………………..

§ 2º……………………………………………………………………………………

…………………………………………………………………………………………

VI – em decorrência de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)

Art. 129……………………………………………………………………………

……………………………………………………………………………………….

§ 9o Se a lesão for praticada contra ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, ou com quem conviva ou tenha convivido, ou, ainda, prevalecendo-se o agente das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade ou em motivada por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)

Art. 140……………………………………………………………………………..

“§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:

………………………………………………………” (NR)

“Art. 288……………………………………………………………………………

…………………………………………………………………………………………

Parágrafo único – A pena aplica-se em dobro, se a quadrilha ou bando é armado ou se a associação destina-se a cometer crimes por motivo de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Art. 7º Suprima-se o nomem iuris violência doméstica que antecede o § 9º, do art. 129, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal.

Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Sala da Comissão,
Presidente

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Entrevista do juiz Jeronymo Pedro Villas Boas; ou: Aula para os ministros do STF

O juiz Jeronymo Pedro Villas Boas esteve no centro das atenções do Brasil por causa da polêmica decisão de anular uma união estável entre doi shomens. Segundo ele, a medida foi adotada por causa da falta de previsão constitucional para este tipo de situação. Para o magistrado, o Supremo Tribunal Federal não pode modificar a Constituição, tarefa que cabe ao Poder Legislativo. Admite que, caso a lei seja alterada, pode rever a forma de atuar nessa situação.

Ele provocou polêmica em nível nacional quando decidiu anular a união civil selada por um casal homossexual em Goiânia – a primeira no País, depois que o Supremo Tribunal Federal decidiu sobre a questão. O juiz Jeronymo Pedro Villas Boas garante que não se trata de decisão pessoal ou baseada em princípios religiosos, já que é pastor evangélico e frequenta cultos: “Ato de casamento entre pessoas do mesmo sexo não é apto a gerar família, no conceito natural e constitucional atual. Amanhã, mudando a lei, eu, como juiz, vou me submeter à Constituição”, argumenta. Ele insiste na valorização do Poder Legislativo constituído no Congresso Nacional, nas assembleias legislativas e nas câmaras de vereadores como agentes do debate e da transformação.

PERFIL:

Jeronymo Pedro Villas Boas

Jeronymo Pedro Villas Boas , de 45 anos. Exerce a magistratura há quase 20 anos. É atual vice-presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) em Goiás e diretor de assuntos institucionais da Associação dos Magistrados de Goiás (Asmego). Antes de assumir a 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal de Goiânia, atuou na Vara da Família e também na Auditoria Militar.

Laisa Cristina – O magistrado acha que anulando a união estável de casais gays vai mudar alguma coisa realmente? Acha que isso vai diminuir a quantidade de homossexuais no mundo?

Não se trata de achar que uma decisão judicial pode mudar comportamentos. O juiz decide de acordo com a sua livre consciência e sob o aspecto, o foco do caso concreto. A decisão é uma decisão individualizada, para um caso singular, que chegou ao meu conhecimento pela imprens. A partir desse momento, como juiz de registro público, eu avoquei o ato, para controle do ato concreto e não de todos os atos que tenham sido praticados. Por um simples fator: porque esse ato, como a mídia divulgou, teria tido a forma de um casamento; houve um reconhecimento de união com os contornos de formação de família. Como pessoas do mesmo sexo não formam família, segundo o que está ordenado no sistema legal brasileiro, eu pedi cópia do ato ao tabelião para fazer o controle de legalidade. Não se trata, então, de decidir para impactar a sociedade a favor ou contra esse tipo de relacionamento, porque, na vida privada, as pessoas são livres para se determinarem na forma que entenderem.

Demerval Junior – A Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), da qual o senhor é vice-presidente em Goiás, poderia tomar alguma atitude concreta – como a que o senhor sabiamente tomou – a fim de chamar a atenção da população para o absurdo que foi, na prática, o Supremo Tribunal Federal (STF) como que declarar inconstitucional um item da própria Constituição Federal e, por isso, agir como o Legislativo? Caso afirmativo, quais seriam essas atitudes? O senhor pretende sugei-las àquele organismo?

A AMB não é parte no processo que está em curso no Supremo. Não se trata de uma ação iniciada como reclamação de descumprimento de preceito fundamental. Nestes autos, a AMB não participa, não tem interesse processual para fazer recursos ou intervir. A AMB não se envolve nesse tipo de questão enquanto entidade, porque ela envolve (um conjunto de) juízes. Não há interesse da AMB. Pelo que soube, a AMB emitiu uma nota, reforçando a autonomia do juiz de julgar conforme suas convicções. É isso o que regime democrático garante. A intenção da AMB é, portanto, garantir que cada juiz, independentemente do tipo de decisão que ele dê, tenha liberdade e o faça na sua esfera de conhecimento, desde que de acordo com a Constituição e as leis. O juiz é mero aplicador de leis constitucionais.

Marco Aurelio Alves Vicente – Gostaria de saber a opinião do magistrado em relação ao Projeto de Lei nº 122, que trata, segundo os seus idealizadores, do combate a homofobia.

Antes de tudo, eu digo que a homofobia é um conceito dúbio. Tem apenas o sentido de rotular pessoas que pensam diferente daqueles que pretendem uma liberalização dos comportamentos morais. No Brasil, não há o discurso do ódio, não há discurso contra aquelas pessoas que têm comportamento homossexual. Tanto que há uma liberdade muito grande para que essas pessoas frequentem locais, participem de reuniões, estejam inseridas na sociedade, trabalhem em órgãos públicos e empresas privadas, sem qualquer discriminação. Ontem (na quarta-feira), por exemplo, eu saí do Senado e pude observar uma pessoa travestida de mulher entrando no Senado para trabalhar; é funcionária do Senado e não tem o seu acesso, ali, vedado, por quem quer que seja, porque as pessoas, no Brasil, são livres. Agora, esse não é o foco da discussão. O que existe é a discussão se a relação entre duas pessoas do mesmo sexo – que é fática, pois ela existe -, se essa entidade é ou não família. Na minha concepção, a família só se forma a partir de um núcleio básico, formado entre homem e mulher, e somente a relação entre homem e mulher é capaz de gerar filhos ou prole. E o Estado protege a família porque, ao proteger a família, garante a sua subsistência como Estado. Porque o Estado não foi constituído, não foi construído para durar apenas uma geração. Se o for, não há problema alguma em trabalhar o conceito de família para qualquer outro tipo de relação (que não a relação entre homem e mulher).

Armando Acioli – Em dois sucessivos artigos publicados na segunda quinzena de maio em O POPULAR, intitulados Decisão Arbitrária e Imoral e Legalizar o Descaramento?!, analisei, com argumentos constitucionais, jurídicos, éticos, morais e bíblicos, o procedimento avesso e contraditório do Supremo Tribunal Federal. Entendo que V. S. foi até generoso com o Supremo, que vem agindo na contramão da honra nacional e da respeitabilidade da família brasileira. Como a maioria do Congresso está alugada ao Executivo centralizador, V.S. não acha que as instituições sérias do País, inclusive a Associação dos Magistrados do Brasil, devem se mobilizar para recorrer ao Tribunal Internacional de Haia, a fim de anular a espúria comparação do Supremo?

Há, hoje, uma mobilização do Congresso para discutrir a PEC 3211, de proposta de um deputado federal, que pretende ampliar o controle de atos normativos pelo Senado para alcançar o Poder Judiciário. Embora eu veja com reservas essa PEC, porque ela pode vir a ferir a autonomia do Poder Judiciário, não entendo que o Senado ou a Câmara dos Deputados estejam sem atitude quanto à questão. O problema é que há um ponto de sensibilidade muito forte, porque nós não temos claro na Constituição ou na prática constitucional até onde vai a autonomia, o limite de cada poder. Os poderes, como são constituídos no sistema brasileiro, não mantêm funções puras, eles são híbridos. O Executivo tem o poder de lançar medida provisória, o Legislativo baixa decreto, o Judiciário, além de julgar, baixa atos normativos… Então, há uma miscelânea de funções que cada poder exerce dentro da sua competência. O STF não está dentro do conceito de soberania nacional, submetido à Corte de Haia, de modo que não há como levar essa questão a um tribunal internacional. Há como, ainda, essa questão voltar à pauta do Supremo, porque o acórdão não foi ainda publicado. E creio que, assim que ele seja publicado, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que está habilitada nos autos como assistente e que tem interesse recursal, deva exercer um recurso de embargos naquele processo. Se ele vai ser admitido ou não, é uma questão do Tribunal, que tem autonomia para analisá-lo.

Boadyr Veloso Júnior – Segundo o ministro relator Ayres Brito “as normas constitucionais não distinguem o gênero masculino e feminino”, razão pela qual somente estaria vedado o reconhecimento da união estável homoafetiva como entidade familiar se a Constituição expressamente o proibisse. No silêncio reside o consentimento sistemático da ordem constitucional. Tal fundamentação não cria um precedente, no mínimo, problemático? Ora, se as normas constitucionais não distinguem “por gênero”, também não o fazem “por número” de parceiros. Sob este prisma, a decisão do STF também abre a via para o reconhecimento do núcleo poligâmico (um homem e várias mulheres ou vice-versa) como entidade familiar. O senhor não acha que, para evitar imbróglios judiciais desta envergadura, a palavra final sobre o assunto deveria ser entregue – via plebiscito – nas mãos do povo brasileiro, ao invés de delegada aos nobres Congressistas e Ministros do STF?

Tenho dito que, onde passa um boi, passa uma boiada. A decisão do STF tem um foco imediato de ampliar o conceito de família instituído pelo artigo 226 da Constituição Federal para alcançar os núcleos de convivência entre pessoas do mesmo sexo. E com fundamentação um pouco eclética, porque, pelo que eu li dos votos declarados, além do voto do relator, a fundamentação que o STF busca é de garantir a dignidade da pessoa humana e de igualdade de todos perante a lei. Parece que o Supremo não se atentou (para o fato de) que o Brasil recepcionou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que, no seu artigo 16, expressa que núcleo familiar é aquele constituído por homem e mulher, e que este núcleo é a célula-base da sociedade. Este é o teor daquela norma. A partir da emenda constitucional 45, de 2004, nós temos hoje, no sistema jurídico nacional, a expressão forte e firme de que a família só pode se constituir a partir de um homem e de uma mulher. Quando você dilata o conceito, evidentemente que está possibilitando que outras maneiras de se formar núcleos de convivência possam ter o mesmo alcance de proteção do Estado, como se família fosse. Não só a família poligâmica, como também a poliândrica. Esses tipos de relacionamento, dentro da nossa cultura cristã e da nossa cultura fundamentada na moral que a sociedade brasileira, ao longo de sua existência, sedimentou, não constituem família, mas, dentro de um conceito que se amplia, um dia, quem sabe, isso possa ser incluído, a partir de decisões judiciais. O que tenho afirmado é que o Poder Judiciário não pode legislar, isso é tarefa eminentemente legislativa. Por que falo isso? Porque a forma de acesso de um juiz no Brasil à magistratura é feita por meio de concurso público. E ele é aferido por uma série de provas e avaliações que buscam saber se ele conhece o Direito. O parlamentar tem uma outra forma de acesso, que é via voto popular. Ele tem de ter um partido político, esse partido político tem de ter um programa, ele tem de se submeter a um processo de candidatura, precisa ser votado, essa votação tem de ser legítima para que ele seja diplomado, para que, só aí, possa assumir o cargo de deputado. No Congresso, deputados e senadores vão discutir as propostas, vão debater as propostas, vão formar comissões técnicas, vão fazer audiências públicas, vão ouvir pessoas, vão ouvir seus eleitores, até o momento em que um projeto seja votado, aprovado, promulgado, publicado e, de fato, vire lei. O processo é diferente daquele em que um juiz, monocraticamente, ou um grupo de juízes, num tribunal, decide ou decidem uma questão para valer para todos. No sistema democrático, a lei vale quando ela advém do Parlamento. O Judiciário não pode legislar, não pode acrescer ponto nem vírgula na Constituição. A constituição é aquilo que ela é. E a constituição é uma constituição formal, que foi escrita, e material, porque há um conjunto de valores que determinou que aquela constituição fosse escrita daquela maneira.

O senhor, então, não é favorável ao plebiscito para decidir esse tipo de questão…

A população decide questões como essa com o voto em seus deputados e senadores. O Parlamento é o órgão que deve debater, discutir e formular leis para resguardar ou não direitos não só desse teor, como também relacionados a outras questões, como, por exemplo, o aborto e a eutanásia, que são questões que estão surgindo no Brasil e estão em debate no mundo todo. Eu creio que o Judiciário pode vir e agir nos casos concretos, pode fazer a discussão de preceitos, de aplicabilidade, de constitucionalidade ou não de alguns preceitos, mas nunca como legislador. Não cabe referendo nem plebiscito nesse caso. Isso sim, geraria um discurso, um debate discriminatório. A minoria formada por homossexuais tem representates eleitos, que estão discutindo democraticamente esses direitos no Parlamento. E isso é muito bom para a democracia, porque esse debate vai produzir as condições para o Congresso legislar. Por isso, volto a afirmar: chegou o momento, na história do Brasil, de o Congresso Nacional, de as Assembleias Legislativas, de as Câmaras de Vereadores serem valorizados como órgãos que ditam e que fazem leis. Porque a sua formação é plural, é democrática, ali há essência de democracia. Dentro do Parlamento é que essas questões surgem e são discutidas.

Carolina Pereira – Levando em consideração a teoria tridimensional do direito, do jusfilósofo Miguel Reale, em que todo fato que passa a ser valorizado na sociedade deverá ser normatizado, o senhor considera que a união homoafetiva necessita de urgente normatização, mesmo que através de pronunciamento judicial para suprir lacuna legal, ou o senhor considera desnecessário tal posicionamento legal acerca do tema?

Há um integrante da Suprema Corte Argentina que faz um comparativo importante na sua obra de direito penal. O legislador vê, primeiro, os fatos. Valora esses fatos, para saber se aqueles fatos todos que estão no meio social são dignos ou não da sua apreciação para se tornar lei, e, como lei, ter eficácia para toda a sociedade. A tarefa do legislador é justamente essa: saber se esses fatos do cotidiano, se essas relações, a maneira como elas ocorrem, estão necessitando que sejam disciplinadas. O olhar do juiz é inverso: ele, primeiro, olha para a lei, que foi feita pelo parlamentar. Depois, ele avalia a sua normatividade e, depois, dá aplicação concreta a essa lei, segundo os fatos. Um juiz não pode olhar, primeiro, os fatos. A quantidade de litígios envolvendo esse tipo de caso é muita pequena no Brasil. Estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), segundo o próprio ministro Fucs, diz que não chega a 60 mil o número de casais homossexuais no Brasil. O Código Civil já confere segurança, por meio da escrituração, para que (esses casais) estejam resguardados em caso de eventual separação, de dissolução da sociedade ou de morte, sendo que alguns autores até recomendam que esses parceiros façam testamento para evitar problemas futuros de cunho hereditário. Eu tive a oportunidade de julgar um caso desses, como juiz de família, assegurando a uma parceira o direito de meação no inventário. Talvez tenha sido uma das primeiras decisões no Brasil, nesse sentido, quando eu era juiz em Morrinhos, em 1997 ou 1998. Garanti a ela o direito de participar na herança. As duas tinham um comércio, uma microempresa, e todo o patrimônio estava em nome da que falecera. De modo que não é uma questão de negar os direitos das pessoas homossexuais, mas, sim, de dizer que a relação entre dois homens e duas mulheres não forma uma família, porque não há condição natural de este núcleo gerar filhos.

Carolina Pereira – Um dos princípios norteadores do Direito de Família é o da Liberdade ou não intervenção, constante do artigo 1.513 do Código Civil. O senhor não vê a sua decisão como uma afronta à esse princípio, fundamentando-se em impossibilidade de formação de prole? Qual o fundamento para a decisão ex officio neste caso?

Há muito o direito civil foi constitucionalizado no Brasil. A visão antiga de que as normas que regulam o direito civil estavam acima da Constituição já se perdeu no tempo. O nosso sistema jurídico é um sistema constitucional. O intérprete, ou o juiz que aplica uma lei, não aplica com o olho apenas naquele preceito, ele tem de ver o conjunto do ordenamento jurídico e, principalmente, os princípios que determinam a existência da quela norma ou daquele preceito. O juiz, ao concretizar a aplicação da lei, deve fazer uma ponderação para saber qual princípio, naquele momento histórico, deve atuar com maior força, e ter como base um princípio da Economia que se chama princípio da taxatividade negativa. Ele determina que o princípio de menor força recue para que que aquele que tem uma maior força atue. Só que, aquele que recua, condiciona o princípio de maior força… É nesse balanço, na razoabilidade de aplicação do preceito, que um juiz deve manter a sua decisão, formar a sua opinião e concretizar a aplicação da lei. Neste aspecto, não é a norma de autonomia de vontade que determina o que forma a família no Brasil. O que determina a formação da família no Brasil é a norma constitucional, que, taxativamente, diz quais os tipos de relação formam família e merecem proteção do Estado, e, também, o núcleo moral da sociedade, a constituição material. A liberdade e a autonomia absolutas de comportamento encontram limites no sistema brasileiro. Nós sabemos, e isso é básico, que a liberdade de um termina onde começa a liberdade de outro. Há um equilíbrio.

Josiane Coutinho – O senhor esta a serviço de um estado laico, ou que pelo menos deveria ser. Se o senhor é pastor evangélico como afirmar que sua decisão não possui fundamentalismo religioso?

As pessoas têm de compreender que o Estado não é um ente figurativo. O Estado Brasileiro, de modo algum, é laico; o Estado Brasileiro é aconfessional. Num primeiro momento da história brasileira, com a Constituição escrita em 1823 e promulgada em 1824, a Constituição do Império, o Brasil se tornou um estado confessional. A Igreja Católica Apostólica Romana era a igreja oficial no Brasil. Vivíamos um momento em que o Estado e a Igreja formavam um bloco administrativo. A partir de 1836, quando o Império começa a se degradar no Brasil, aquele Estado escravocrata, que não admitia a liberdade religiosa, que não admitia cultos em locais privados e com aspecto de templo, porque a Igreja oficial existia, começa a se diluir e inicia-se um movimento no Brasil para estabelecer-se a República, que vem em 1889, e muda o regime político brasileiro. Nós saímos do Império e entramos na República com uma concepção diferente de relação entre Estado e Igreja. Rui Barbosa, que era senador, mas, antes disso, funcionava como consultor de um governo provisório de Deodoro da Fonseca, escreve um decreto chamado 119-A, que estabelece a separação entre Estado e Igreja e admite a possibilidade de as religiões se organizarem como entidades privadas. Ao fazer isso, a República não laicisiza o Estado, ela torna o estado aconfessional. O que acontece hoje, sob a ótica da atual Constituição, é que o Estado não pode intervir na autonomia privada das entidades religiosas, não pode ditar normas para o culto e não pode subvencionar as igrejas. Mas não existe essa separação imaginária entre a Igreja e o Estado. O Estado tem uma relação muito próxima com a Igreja ainda, e com todas as religiões. Há uma participação intensa entre os governos e as diversas religiões que se formam. Porque a sociedade brasileira é religiosa. Se você buscar os censos do IBGE, vai ver que a maioria do povo declara uma crença, uma fé, uma religião. A Constituição da República é uma constituição da sociedade; se a sociedade é religiosa, a República possui, na sua formação, princípios religiosos. De modo que esta visão de um Estado laico, que acha que um juiz não pode ser pastor ou membro de um centro espírita, é algo muito pequeno. A convicção de fé em um Deus, um Ser Inteligente e Criador, é algo natural e algo da essência humana, ressavaldo o direito daqueles de não crer Nesse Deus. Não fico constrangido de ser juiz e pastor. Eu fico honrado em ser pastor e honro a magistratura. Não julgo sob preceitos religiosos; minhas decisões são jurídicas e fundamentadas na Constituição. Estão dizendo que afrontei o STF. Eu admito que não afrontei a Constituição.

Robson Jaime de Matos (via e-mail) – Lendo a reportagem sobre o juiz Jeronymo Villas Boas, no aspecto que ele diz que casais homoafetivos não formam uma família pois não podem gerar prole, reflito: um casal formado por homem e mulher, se um deles for estéril, também não formam uma família? O juiz irá cancelar este tipo de casamento?

Isto é um sofisma. É evidente que tenho a consciência de que existem casais que, por problemas de infertilidade ou por opção de não conceber, não geram filhos. O que estou dizendo, e isso é muito claro, é que somente esse tipo de relação (entre homem e mulher) gera a condição natural de procriação. E que o Estado tem interesse em proteger a família formada entre homem e mulher porque o Estado, como resultado da organização da sociedade, tem a intenção de perenidade. O fato de um casal heterossexual não gerar filhos não descredencia ou desfaz o argumento. O que estou dizendo é que somente a relação entre homem e mulher forma uma família, e que dela é que advém a prole que perpetua a existência do Estado. Aliás, o conceito não é meu, é de George Del Vecchio, uma aula em 1920, na Univversidade de Roma. É um dos maiores filósofos do Direito do século passado, que estudou na sua essência a genesis do Estado.

João Camargo Neto – O senhor tem alguma filiação partidária? Se candidataria a algum cargo público caso fosse convidado por alguma liderança política? Se fosse detentor de mandato, qual seria sua principal bandeira?

Ao juiz é vedado, na Constituição e eu obedeço a Constituição, a atividade político-partidária. Eu não tenho filiação partidária. Tive, antes de adentrar na magistratura. Não tenho pretensão nenhuma de candidatura, porque fiz uma opção pela magistratura, por vocação. Eu não sou magistrado por interesse, por … , por não ter competência para ter outro emprego, eu sou magistrado porque optei por isso. Ao mesmo tempo em que passei neste concurso, passei para também em outros concursos, inclusive do Ministério Público do Distrito Federal, e optei por seer juiz enm Gouiás. Creio que bandeiras, sonhos, o homem deve ter. Construir uma sociedade fraterna, onde as pessoas se respeitem e tolerem umas às outras, onde as premissas do amor se sobreponham ao ódio, é um dos meus sonhos. Porque tenho filhos, e espero que as gerações futuras tenham capacidade de resolver melhor os problemas sociais, principalmente os relacionados às drogas, contra a degradação da família, contra a degradação dos valores que norteiam uma sociedade sadia. As pessoas que t~em uma orientação sexual diferente, que optam pela homossexualidade, têm os mesmos direitos de viver em sociedade e em fraternidade com os demais membfros dessa sociedade. O que eu estou dizendo, nas minhas decisões, é que ato de casamento entre pessoas do mesmo sexo não é apto a gerar família, no conceito natural e constitucional atual. Amanhã, mudando a lei, o legislador constitucional alterando a Constituição, eu, como juiz, vou me submeter à Constituição.

Mazukielves E Kleber Morais – O direito à vida e à liberdade é somente para pessoas heterossexuais? Somos iguais perante a lei dos homens, visto que, perante o entendimento do magistrado, não somos iguais perante a Lei de Deus?

A questão não é relacionada à igualdade, mas até onde vai o direito da minoria ou das minorias, compreendendo minorias como grupos sociais que têm interesses comuns e que se pautam por comportamentos que não são o da maioria da sociedade. Acredito, em minha formação jurídica, que o Estado não deve se colocar ao lado da minoria, como afirmou o ministro Fucs. O Estado é árbitro de conflitos e deve se pautar pela neutralidade quando trata de questões que envolvem grupos minoritários em conflito com grupos majoritários. É preciso valorizar o Parlamento como local de debate dessas questões. Não é o Judiciário que dita esse tipo de norma, é a sociedade, elegendo os seus representantes. É o Parlamento que vai criar as condições para que algo torne-se ou não constitucional, torne-se ou não legal, e, como lei, se torne algo que seja exigido de toda a sociedade.

Edilberto De Castro Dias – Quais as razões jurídicas e competência da Vara Municipal para a anulação de oficio do Contrato particular entabulado pelas partes e porque não foi oportunizado prazo para apresentação de defesa para os mesmos assegurando a ampla defesa e o contraditório ?

Um juiz de registro público faz controle de legalidade de ato notorial, individualizado. Porque? Para que estes registros se pautem pela segurança dos próprios interessados. A relação não se faz entre o juiz e aquele que fez a escritura, a relação se faz entre o juiz e o tabelião que praticou o ato, porque o tabelião pode se negar a fazê-lo. Quando ele faz, o ato está sujeito a controle do juiz de registro público. O juiz faz o controle e notifica o tabelião, e o tabelião é quem notifica os interessados naquele ato que foi revogado ou não, para que os interessados usem dos instrumentos jurídicos nas ações jurídicas que têm interesse. Vale, aqui, explicar algo: um casal heterossexual, para ter uma união estável reconhecida, declarada, não basta ir a um cartório e registrar uma escritura. O casal tem de buscar o Judiciário, fazer uma ação de declaração de existência de sociedade de fato, passar por um período de prova, levar testemunhas para serem ouvidas pelo juiz, o Ministério Público precisa atuar como fiscal dos requisitos necessários, para por fim, vir uma declaração de um juiz afirmando que aquela união constitui uma união estável de fato. Eu fui juiz de família muito tempo em Goiânia. Só depois dessa sentença é que esse casal, heterossexual, pode abstrair do seu relacionamento todos os direitros, inclusive para converter essa união em casamento. Não é ir lá no cartório e declarar. Então, o ato, nesse sentido, padece de legalidade. A minha interpretação não faz discriminação nenhuma.

Eduardo Valderramas (via Twitter) – Por que o interesse em agir de ofício? Quantos processos tem sob gestão? Age de oficio nos demais processos?

Um juiz tem de agir de ofício. Se tiver notícia de outros atos, vou agir de ofício. E não se trata de volume ou de quantidade de processos que tenho em curso. Tenho cerca de 80 mil processos em curso, a minha vara está razoavelmente em dia, eu sou um juiz que trabalha, que leva trabalho para a casa. Cuido dos meus deveres, sou representante de classe. E exerço outras atividades na minha vida privada. Acordo 5 horas da manhã todos os dias e vou dormir às 2 horas da manhã, trabalhando, dignificando o cargo que exerço. De modo que eu não tenho constrangimento nenhum de pedir uma escritura de ofício e fazer o registro dela. Não fiz isso para aparecer. Não ia divulgar isso para a imprensa. A notícia vazou porque uma jornalista tirou cópia do ato no cartório. Não sou um juiz que vou para a mídia, nunca fui. Poucas notícias existem sobre mim e já decidi muitas questões polêmicas.

Macilene Oliveira – Repetem à exaustão que ninguém pode ser diminuído ou discriminado em função da sua “orientação” sexual. Dr. Jerônymo, não corremos o risco de a “modernidade” exigir o reconhecimento da união entre um homem e um animal?

De modo algum. Enganam-se aqueles que acham que o STF não é um órgão sério. O Supremo é um órgão sério, consciente dos seus deveres, decidiu uma questão por unanimidade, com balizas jurídicas. Respeito o discurso, a decisão, o voto de cada um, embora divirja na minha esfera de jurisdição da orientação do Supremo, porque penso e tenho uma compreensão de família diferente e não acredito que a Constituição proteja esse tipo de relacionamento. A esse ponto não chegaremos no Brasil, porque o Brasil é um país de sociedade cristã.

Como é que o senhor avalia a adoção de uma criança por casais homossexuais?

Esse interesse é ilegítimo. Se a pessoa quer constituir prole, quer criar uma família natural, ela tem de buscar um relacionamento heterossexual.

Não foi, mesmo, uma decisão pessoal?

A minha decisão não tem cunho discriminatório, ela não se deu por critérios pessoais, não é contra a relação que os dois declarantes possuem e que, independentemente dessa minha decisão vai continuar existindo e que eu respeito. Essa é a maneira que eles determinaram para viverem juntos. Não faço isso de forma íntima, contrária aos princípios deles; não é a minha maneira de existir. Se eu tivesse esse sentimentos, não julgaria.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Cristão entrega panfleto evangelístico a Lady Gaga e cantora responde dizendo que levará todos “ao inferno”

Cristão entrega panfleto evangelístico a Lady Gaga e cantora responde dizendo que levará todos “ao inferno”

A cantora Lady Gaga já é conhecida por suas polêmicas, mas não por isso ela se afasta delas, na verdade para alguns chega até a lidar bem com elas, pois para a grande maioria dos artistas isso é normal. Na última quinta-feira também não foi diferente.

 

Lady Gaga discutiu com um jovem cristão que panfletava em frente aos portões de um de seus shows em um estádio em Anaheim, Califórnia. Quando estava entrando no local para realizar o show a cantora encontrou o jovem entregando o panfleto evangelístico “Passe livre para sair do inferno” e se indignou tomando para si o termo “inferno”.

Para Lady Gaga não tinha porque o cristão estar ali em frente ao show, já que para “sair do inferno” só seria preciso imprimir o panfleto, então quem quisesse que o faça. Segundo a cantora o jovem retrucou irritado afirmando que ela iria para o inferno, a cantora respondeu apontando para o público do lado de fora e afirmando: “Então abram os portões, pois todos eles irão comigo”.

Não contente com a polêmica, minutos depois a cantora parou o show no estádio para ironizar e contar aos milhares de espectadores a discussão com o cristão que tentou evangeliza-la.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Lady Gaga afirma que se tornará pastora para celebrar casamento gay

Lady Gaga afirma que se tornará pastora para celebrar casamento gay

Lady Gaga revelou que quer ser ordenada pastora para poder casar duas amigas lésbicas.

A cantora disse que tomou a decisão depois da lei dos casamentos homossexuais ter sido aprovada no estado de Nova Iorque, no passado dia 24 de Junho.

Em entrevista a uma estação de rádio, Gaga explicou: “A minha instrutora de yoga, a Trisha, que é lésbica, vive com a sua companheira há vários anos e têm uma filha linda. Elas pediram-me para casa-las. Portanto sim, vou faze-lo.”

A cantora disse ainda que o casal “já tinha esperado demasiado tempo para poder legitimar o seu amor”.

Gaga, que esteve a semana passada no Nebraska a gravar o próximo videoclip, “You And I”, acrescentou ainda: «Acho que, para mim, enquanto activista, o mais importante é ser positiva e ficar feliz com os pequenos passos que vamos dando ao encontro da igualdade. (…) Vou continuar a lutar pelos nossos direitos.»

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Globo e SBT cortaram afeto entre gays para evitar “exaltação”

As decisões das emissoras causaram surpresa e decepção entre defensores dos direitos dos homossexuais, especialmente no caso de “Insensato Coração”, que foi considerada um marco pela denúncia da homofobia.

O próprio Ministério da Justiça, órgão responsável pela classificação indicativa, decidiu mantê-la como “não recomendada para menores de 12 anos” (ao invés de 14 anos).

A decisão, publicada no “Diário Oficial” nesta semana, cita que a novela tem “conteúdos de natureza educativa e relevância social, com reflexos positivos e respeito à diversidade”.

BEIJO PROIBIDO

A cautela na exibição de afeto entre homossexuais é antiga na Globo. Em 20 de dezembro de 1998, o cinegrafista Hugo Sá Peixoto e seu chefe, Amaury Trolize, foram demitidos após a exibição de um beijo entre homens em imagens que entraram ao vivo no “Fantástico”.

A emissora explicou, em nota, que as demissões ocorreram na época porque eles desrespeitaram “uma recomendação”. Ambos, porém, dizem que “foi um acidente”.

” O proibido de ontem não é mais o de hoje”, ressente-se Peixoto, que trabalhou por 26 anos na Globo.

Quase 13 anos após sua saída, a mesma emissora exibiu, no “Jornal Nacional”, em horário nobre, um selinho entre dois homens em reportagem sobre a última Parada Gay de São Paulo.

Especialistas ouvidos pela Folha destacaram a importância de dar visibilidade a cenas de afeto entre gays.

Deixando o politicamente correto de lado, no entanto, o que parece consensual adquire contornos controversos quando o assunto é a veiculação de imagens de beijos e carinhos entre dois homens ou duas mulheres.

Para o ator Daniel Barcelos, que beijou Raí Alves na minissérie “Mãe de Santo” (1990) da extinta TV Manchete, a polêmica é um retrocesso. “Não entendo por que dar esse passo atrás.”


Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* Escrivã de Nova Iorque se demite por causa do “casamento” gay: Governador Cuomo responde: “A lei é a lei.”

 

Notícias Pró Família

Reagindo às notícias de que a primeira escrivã de uma cidade do Estado de Nova Iorque se demitiu em vez de assinar seu nome numa licença de “casamento” de mesmo sexo, o governador Andrew Cuomo insistiu na terça-feira em que “a lei é a lei”.

“Quando nós impomos a obediência às leis do nosso estado, não temos a permissão de decidir quais leis escolher”, disse ele, de acordo com o jornal NY Daily News. “Não temos permissão de dizer ‘Gosto desta lei e imporei a obediência a ela, ou não gosto dessa lei e não imporei obediência a ela’ não podemos fazer isso”.“Portanto, se você não pode impor a obediência à lei, então você não deve estar nesse cargo”, disse ele.

Laura Fotusky, escrivã na cidade de Barker, anunciou sua demissão na segunda-feira no site New Yorkers for Constitutional Freedoms (Nova-Iorquinos a favor das Liberdades Constitucionais). “Não posso colocar minha assinatura em algo que é contra Deus”, ela escreveu em sua carta de demissão. “A Bíblia ensina claramente que Deus criou o casamento entre homem e mulher como um presente divino que preserva as famílias e as culturas”.“Eu estaria abrindo mão da minha consciência moral se participasse dos procedimentos de licenciamento [dos “casamentos” gays]”, acrescentou ela.

Fotusky, que foi nomeada a primeira vez em 2007, disse que se demitirá na data de 21 de julho, três dias antes de a lei entrar em vigor. “Tive de escolher entre meu Deus e meu emprego”, ela disse para o jornal PressConnects.

O Rev. Jason J. McGuire, diretor-executivo de Nova-Iorquinos a favor das Liberdades Constitucionais, disse: “É lamentável que quando os senadores estaduais estavam ocupados protegendo os interesses especiais dos esquerdistas e enchendo suas contas de campanhas, que eles tivessem cometido negligência ao não protegerem as pessoas religiosas e boas”.

A assembleia legislativa aprovou a Lei de Igualdade do Casamento em 24 de junho, tornando-o o sexto estado dos EUA a reconhecer o “casamento” homossexual, além do Distrito de Colúmbia.

Dentro de dias, uma escrivã da cidade de Volney, perto da cidade de Syracuse, anunciou que estava lutando para proteger seu direito de não assinar as licenças. “Se há qualquer jeito possível de não fazer isso legalmente, então sim, eu não ia querer colocar meu nome em nenhuma dessas certidões ou documentos”, Barbara MacEwen disse para o site Politico. “Essa é a vida deles, eles podem fazer isso, mas não sinto que eu deva ser forçada a fazer algo que é contra meus valores morais e contra meu Deus”.

Contudo, como resultado do esforço de MacEwen o promotor público do Condado de Nassau enviou uma carta para os escrivães da cidade na semana passada avisando que eles enfrentariam processos criminais se recusassem a assinar as licenças.

A Lei de Igualdade do Casamento “não concede nenhuma liberdade de escolha para os funcionários públicos encarregados de dar licenças de casamento”, escreveu Kathleen Rice.“As isenções religiosas na Lei de Igualdade do Casamento não se aplicam aos escrivães municipais que trabalham em seus papéis de dar licenças”, continuou ela, “e a recusa intencional de um funcionário público de dar licenças de casamento para duplas homossexuais qualificadas pode constituir em má conduta, uma contravenção de primeira categoria conforme vem definida na seção 195.00 da Lei Penal do Estado de Nova Iorque”.

O governador Cuomo disse aos jornalistas na terça-feira que a lei tem prioridade sobre as convicções religiosas dos funcionários públicos. “Se você está dizendo que vai agir de acordo com suas convicções religiosas e não de acordo com a lei do estado, então você não pode trabalhar num cargo em que você tem a obrigação de impor a obediência à lei, certo?” disse ele, de acordo com o NY Daily News. “Pois as leis têm de estar acima de tudo, e têm de estar acima de suas convicções religiosas”.

Os direitos de liberdade de consciência dos funcionários públicos que lidam com licenças de casamento estão rotineiramente sendo pisados em jurisdições em que se permitem os “casamentos” de mesmo sexo.Quando o “casamento” gay foi introduzido na Califórnia em 2008, vários municípios fecharam suas repartições que faziam cerimônias de casamento em vez de enfrentarem repercussões legais por recusarem agradar às duplas homossexuais.

Na Inglaterra, uma escrivã sofreu derrota após anos de processos, depois que seu empregador ameaçou demiti-la por reorganizar sua escala a fim de não participar da concessão de licenças de casamento para homossexuais.No começo deste ano em Saskatchewan, no Canadá, o governo provincial decidiu não recorrer de uma decisão de tribunal que disse que os comissários de casamento na província não tinham permissão de escolher não participar da realização de “casamentos” gays.

O tribunal havia dito que permitir que comissários recusem realizar “casamentos” de mesmo sexo envia “uma mensagem forte e sinistra” de que “os gays e as lésbicas são menos dignos de proteção como indivíduos na sociedade canadense”.

Num distrito de Amsterdã, onde o “casamento” gay é legalmente reconhecido desde 2007, comissários de casamento são denunciados e obrigados a passar por uma avaliação anual para garantir total cooperação com a mudança da lei, depois que houve suspeita de que duas funcionárias haviam mostrado resistência

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* Nova PLC 122 será apresentada e votada em breve, afirma Marta suplicy.

 

Deputados e senadores que integram a Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT se reuniram nesta terça-feira, dia 12, para discutir os últimos acontecimentos envolvendo o PLC 122 e o seu possível substituto.

A longa reunião começou com a fala da senadora Marta Suplicy, que preside a Frente LGBT no Senado (na Câmara é Jean Wyllys). Ela apresentou aos parlamentares presentes (Manuella Dávilla, Jean, Janete Pietá e representantes de outros membros da Frente) todos os detalhes da série de encontros e negociações que teve com os senadores Marcelo Crivella, Demóstenes Torres e Magno Malta ( da bancada evangélica)

Em seguida os parlamentares discutiram ponto a ponto aquela que pode ser a nova lei anti-homofobia, elaborada a quatro mãos pela senadora junto ao presidente da ABGLT, Toni Reis; e os senadores Marcelo Crivella e Demóstenes Torres. Após a discussão, alguns parlamentares, entre eles o deputado Jean Wyllys e a deputada Manuela D’Ávila, apresentaram uma lista de sugestões com o objetivo de aperfeiçoar o novo texto.

Os demais membros da Frente Parlamentar também se comprometeram a lançar outras sugestões. Elas serão compiladas em um único documento que será debatido após o recesso parlamentar, na primeira semana de agosto. Depois de aprovado pela Frente Parlamentar, o texto será levado pelos deputados Jean Wyllys e Manuela D’Ávila para a Câmara, onde buscarão apoio de outros parlamentares.

Enquanto isso, a senadora Marta Suplicy levará a proposta para discussão e aval dos primeiros elaboradores: Toni Reis, Marcelo Crivella e Demóstenes Torres. Passando pelo crivo, Marta vai correr atrás de mais senadores para que eles possam subscrever o projeto, que será apensado ao PLC 122.

“Se conseguirmos avançar com esse texto, tenho certeza que poderemos aprovar um projeto contra a homofobia, porque significa que terá acordo. Paciência e determinação levarão à boa negociação. Conseguimos avançar as conversas no Senado. Tenho certeza que Manuela e Jean vão conseguir acordo desse texto embrionário na Câmara”, declarou a senadora Marta Suplicy.

Se tudo ocorrer como o previsto, deputados e senadores da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT pretendem levar a votação a lei anti-homofobia ainda no mês de agosto.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* Grupo gay anarquista invade igreja evangélica durante culto e causa grande confusão.

 

O Tribunal Federal Regional de Michigan, EUA, concedeu vitória a uma igreja evangélica em Lansing, Michigan, depois que ela entrou com uma ação contra um grupo gay que se proclama como “anarquista”, chamado Bash Back!, por causa de sua manifestação e desordem num culto de domingo.

De acordo com o blog de Bash Back!, em 9 de novembro de 2008, 30 membros da organização provocaram desordem durante o culto de domingo, que estava bem cheio, na Igreja Monte Esperança.

“Ao meio dia, um pequeno grupo de pessoas vestidas de rosa e preto, equipadas com um megafone, bandeiras negras, placas de protesto e uma cruz invertida rosa começou a fazer uma manifestação do lado de fora da igreja”, escreveram eles. “O grupo estava extremamente barulhento e selvagemente ofensivo”.

Depois que o grupo enganou e atraiu os funcionários de segurança para fora da igreja, uns 15 membros da organização que já haviam se infiltrado na congregação se prepararam para ação.

“Um grupo se levantou, se declarou gays e começou a gritar alto. Ao ouvir a desordem e os gritos, outros grupos semelhantes entraram em ação. Uma equipe que estava escondida debaixo dos bancos na galeria exclusiva estendeu uma bandeira e abriu as cortinas para revelar as palavras ‘É NORMAL SER GAY! BASH BACK!’ Outro grupo atirou mil panfletos para a congregação inteira. O alarme contra incêndio foi acionado. Os homossexuais começaram a fazer encenações na frente do pastor. E dentro de uma questão de minutos, todos haviam se esquivado dos guardas e escapado”.

De acordo com a organização Right Michigan, os manifestantes também jogaram camisinhas, brilho, confete e panos rosa.

A Igreja Monte Esperança entrou com uma ação judicial em março de 2009 com a assistência do Fundo de Defesa Aliança (FDA). A igreja alegou que as ações do grupo constituíam “atos de obstrução física e intimidação” e “violação de propriedade”.

Numa entrevista para LifeSiteNews.com (LSN), Dale Schowengerdt, do FDA, disse: “As pessoas deveriam ter o direito de ir para a igreja sem medo de serem atacadas. Nesse caso, o grupo Bash Back! estava vandalizando e provocando desordens durante os cultos em igrejas nos EUA. A Igreja Monte Esperança entrou com ação para dar um basta nisso”.

O mandado de segurança contra Bash Back!, decretado em 11 de julho de 2011, declara que eles estão proibidos de atrapalhar cultos religiosos em qualquer parte dos Estados Unidos, e eles não podem conduzir um protesto nem destruir propriedade “nas áreas particulares de qualquer local de adoração nos Estados Unidos”.

“Esse mandado de segurança é uma penalidade dura: uma multa de 10 mil dólares se fizerem isso de novo em qualquer lugar do país. Por isso, esse mandado protege todas as igrejas do país. É uma pena dura e uma aviso severo dos tribunais”, disse Schowengerdt do FDA para LSN.

“Se Bash Back! ou qualquer outro grupo está pensando em adotar semelhante ação contra as igrejas, seria melhor pensarem muito nisso porque sem demora entraremos com ações para deter isso”.

“O povo deste país tem o direito de ir para a igreja em paz. Esse é um direito constitucional e fortemente protegido pela lei federal”.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* Ateu homossexual agradece ajuda do Bispo espanhol atacado pelo lobby gay.

 

Um ateu homossexual se uniu à longa lista de pessoas agradecidas ao Bispo de Alcalá (Espanha), Dom Juan Antonio Reig Pla, que foi atacado por diversos meios e pelo lobby gay após inaugurar uma seção de ajuda para pessoas homossexuais chamada “Homossexualidade e esperança” na página web de sua diocese no fim de junho.

Logo depois de receber uma série de ataques provenientes do lobby gay, dos meios seculares como o jornal El Pais e de ideólogos gays do PSOE como Pedro Zerolo, um numeroso grupo de pessoas escreveu ao Bispo Reig Pla para expressar seu apoio à iniciativa de ajuda aos homossexuais que pode ser acessada no link: http://www.obispadoalcala.org/homosexualidad.html

Como parte deste apoio, o grupo Es Posible la Esperanza (É possível a Esperança), ou EPE por suas siglas, animou a que mais pessoas a expressem sua solidariedade e apoio ao Prelado. Uma destas mensagens chegou da Venezuela, de parte de um jovem homossexual de nome Jesus, que reconhece “não ser crente (sou ateu). Admiro altamente sua coragem por ter iniciado uma nova página, para ajudar a divulgar a verdade sobre o tema da homossexualidade”.
Este tema, prossegue, “foi manipulado pelos meios, organizações, governos e empresas, em busca de benefícios econômicos e políticos e em detrimento da verdade e o bem-estar, de todos os indivíduos que temos estes sentimentos, e sobre tudo aos que não queremos viver com isto, mas levar uma vida normal e em paz com nós mesmos e com a natureza”.

Jesus assinala ademais que com esta perspectiva manipulada pelos meios e diversas organizações e governos “também se prejudica altamente as crianças e jovens com problemas de identidade sexual e que cada vez mais, são arrastados por esta onda de ignorância generalizada mesmo que no fundo para a maioria deles, a vida gay na verdade não é o que eles desejam”.

“É por isso que todas essas iniciativas são bem-vindas, especialmente se vierem da igreja, e que graças a seu poder de convocação pode chegar a mais pessoas. Não resta mais o quê fazer a não ser seguir no caminho da verdade e recordando uma frase de Jesus (não sou religioso, mas um estudioso dos textos) ‘e conhecerão a verdade, e a verdade os fará livres’ (Jo 8:32)”.

O rapaz venezuelano assinala logo que “já fica na consciência das pessoas que se opõem a ver a verdade empírica, científica e evidente, e preferem condenar com o véu da ignorância”.

“A verdade se fez luz, e quanto mais se publique e se propague mais perto estaremos do momento em que seja reconhecida (por toda a sociedade) seriamente a possibilidade de mudança que querem ocultar, sobretudo a comunidade pró-gay, porque é mais cômodo simplesmente negar que aceitar que é possível mudar, e sobre tudo porque é preciso uma enorme consciência e força de vontade, que a maioria infelizmente não possui”.

O ensinamento da Igreja sobre a Homossexualidade

A doutrina católica em relação à homossexualidade está resumida em três artigos do Catecismo da Igreja Católica; 2357, 2358 e 2359. Nestes artigos a Igreja ensina que:

Os homossexuais “Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta”.

A homossexualidade, como tendência é “objetivamente desordenada”, que “constitui, para a maior parte deles (os homossexuais), uma provação”.

Apoiada na Sagrada Escritura “a Tradição declarou sempre que “os atos homossexuais são intrinsecamente desordenados”, “não procedem de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual” e portanto “não podem receber aprovação em nenhum caso”.

“As pessoas homossexuais são chamadas à castidade” e “pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã”.

Mais informação em espanhol: http://www.obispadoalcala.org/homosexualidad.html

 

Para ver mais testemunhos de apoio ao Bispo visite: http://esposiblelaesperanza.com/foros/showthread.php?t=7994

Veja essa:

O representante do Vaticano ante o Conselho de Direitos humanos das Nações Unidas (ONU) em Genebra, explicou que a recente resolução sobre a “orientação sexual e identidade de gênero” aprovada neste organismo internacional é parte de uma agenda que busca restringir a liberdade da Igreja.

“A resolução marca uma mudança. Nota-se como o começo de um movimento dentro da comunidade internacional e das Nações Unidas para incluir direitos dos homossexuais na agenda global de direitos humanos”, explicou Dom Silvano Tomasi, chefe da Missão Permanente da Santa Sé perante a ONU em Genebra, em uma entrevista concedida por correio eletrônico à agência ACI Prensa.

O Arcebispo expressou sua preocupação pelas leis que surjam a partir da resolução, pois poderiam degradar socialmente o matrimônio e a família ao colocá-los no mesmo nível que as uniões homossexuais.

O representante do Vaticano também disse que o matrimônio se veria ameaçado por medidas para impulsionar a adoção de crianças por casais homossexuais e a introdução de uma “educação sexual obrigatória na escola que colide com os valores cristãos”.

No último 17 de junho, o Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra aprovou em uma votação de 23 votos favoráveis, 19 contrários e três abstenções, uma resolução na qual se ordena realizar um estudo para medir “o grau de discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero no mundo”, que foi celebrada pelos ativistas homossexuais e o Governo dos Estados Unidos como um passo “histórico” no impulso da agenda gay.

Em declarações ao grupo ACI, o Arcebispo Tomasi reiterou que a Igreja não apóia a violência contra os homossexuais nem as tentativas de certos estados de castigar uma pessoa simplesmente por “sentimentos e pensamentos”.

“Acredito que a violência contra as pessoas homossexuais não é aceitável e deve ser rechaçada, apesar de que isto não implique uma aprovação de seu comportamento”, afirmou.

Entretanto, o prelado esclareceu que os termos “orientação sexual e identidade de gênero” não estão “definidos no direito internacional” e para algumas pessoas “estas palavras são uma frase codificada para certos tipos de conduta”.

O Arcebispo observou que todas as sociedades regulam o comportamento sexual, até certo ponto -ao proibir práticas como o incesto, a pedofilia ou o estupro- em prol do bem comum.

“Em lugar de ‘gênero’, o conceito que devemos utilizar é o ’sexo’, um termo universal no direito natural se refere a homens e mulheres”, indicou o Arcebispo e advertiu que términos “como ‘gênero’ ou ‘orientação sexual’ estão pensados para escapar da realidade e para dar capacidade a uma variedade de sentimentos e impulsos que logo se transformam em direitos”, indicou.

Para o Arcebispo, este uso da linguagem pode parecer levianamente inofensivo enquanto os direitos alegados pareçam confinados à vida privada. Entretanto, ele advertiu que estas demandas estão em conflito com direitos autênticos como o livre exercício da religião e a educação dos filhos, quando permitem o surgimento de legislações contrárias à defesa da vida, do matrimônio e da família.

Dom Tomasi citou o caso da Espanha, onde nos últimos anos foi liberalizado o aborto, foram aprovadas as uniões homossexuais e adotada uma “política que nega o direito fundamental dos pais a escolherem a educação de seus filhos”.

Dom Tomasi assinalou à ACI Prensa que os católicos de hoje têm uma responsabilidade “em esclarecer aspectos legais e morais da cultura atual”, fazendo uma distinção entre os desejos e os direitos, a promoção da síntese católica entre a fé e a razão, e deixando em claro que uma sentença contra a homossexualidade é não é uma condenação aos homossexuais.

“Há uma confusão na mente de algumas pessoas, na combinação de uma relação justa e de proteção para todas as pessoas – incluindo os homossexuais – e o apoio à função indispensável da família, o direito dos pais a educarem seus filhos, o apoio à família natural para o bem comum”, acrescentou.

O representante do Vaticano junto ao Conselho de Direitos Humanos da ONU recordou que “o ensinamento da Igreja não está condicionado pelo consenso político” e por isso “às vezes é incompreendido e inclusive convertido no alvo de represálias e perseguição”.

“A razão e a lei natural respaldam as posturas inspiradas na fé, e a convergência da fé e a razão é extremamente proveitosa para o progresso e o bem-estar da família humana”, concluiu.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

* Globo resolveu jogar um balde de gelo nos gays de “Insensato Coração”.

Folha

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez.

Folha apurou que os autores da novela, Gilberto Braga e Ricardo Linhares, foram chamados na semana passada para uma conversa com o diretor-geral de entretenimento da emissora, Manoel Martins. Na pauta: a determinação da Globo para que a história dos homossexuais Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) fosse completamente esfriada no folhetim.

Além do corte das cenas, os autores foram instruídos a não carregarem bandeira política, a pararem de fazer apologia pela criação de uma lei que puna a homofobia.

Procurada, a Globo, via assessoria, diz que a televisão é um veículo de massa que precisa contemplar todos os seus públicos e faz parte do papel da direção zelar para que isso aconteça.

 

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Estamos em um novo endereço

Nosso blog cresceu!!!

Agora nos temos um novo acesse e fique por dentro das novidades:  http://www.projetoorigem.com

 

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized